ACRE
Colapso de estação ferroviária na Sérvia provoca onda de prisões – DW – 22/11/2024
PUBLICADO
1 ano atrásem
Uma dúzia de pessoas, incluindo um ex-ministro, foram presas em Sérvia na noite de quinta-feira, de acordo com relatos da mídia. A medida dos promotores segue três semanas de protestos furiosos contra um acidente fatal na principal estação ferroviária de Novi Sad.
O ex-ministro da Construção, Goran Vesic, negou ter sido detido, dizendo que “respondeu voluntariamente” à polícia.
A oposição Frente Verde-Esquerda saudou a notícia, dizendo: “aqueles que se retratavam como intocáveis (estão) agora tremendo diante da justiça, graças à pressão dos cidadãos, da oposição, dos protestos e do bloqueio”.
Os promotores disseram na sexta-feira que começaram a interrogar os suspeitos, mas não os identificaram oficialmente.
Sérvia: A raiva aumenta após o colapso fatal do telhado da estação ferroviária
Para ver este vídeo, ative o JavaScript e considere atualizar para um navegador que suporta vídeo HTML5
Protestos na Sérvia continuam
Também na sexta-feira, residentes de várias cidades da Sérvia bloquearam o trânsito e permaneceram em silêncio para homenagear as vítimas do desabamento do telhado da estação ferroviária de Novi Sad.
O primeiro-ministro sérvio, Milos Vucevic, foi citado pela agência de notícias sérvia Tanjug como tendo dito que as manifestações “não eram protestos, mas o bloqueio da vida das pessoas e do funcionamento normal”.
O ministro da Defesa, Branislav Gasic, denunciou os protestos como “um abuso clássico da democracia e das liberdades civis”.
O que aconteceu na estação Novi Sad?
No dia 1º de novembro, uma parte suspensa do telhado desmoronou e caiu sobre transeuntes na movimentada estação da segunda maior cidade da Sérvia. Quinze pessoas morreram e duas ficaram gravemente feridas.
A estação esteve em reformas intermitentes durante 11 anos, com um consórcio de empresas chinesas, francesas e húngaras responsáveis pela construção.
Vesic renunciou três dias depoise procurou posicionar-se como testemunha e não como culpado, negando qualquer irregularidade.
A falta de detenções ou de pedidos de desculpas provocou semanas de protestos furiosos, com dezenas de milhares de residentes a falar nas ruas.
O ministro do Comércio, Tomislav Momirovic, que era ministro da Construção quando as obras começaram na estação, foi forçado a renunciar na quarta-feira após as manifestações.
Os manifestantes também exigiam que o prefeito de Novi Sad e o primeiro-ministro sérvio, Milos Vucevic, deixassem seus cargos.
No entanto, o presidente sérvio, Aleksandar Vucic, fez uma declaração na televisão nacional na noite de quinta-feira, dizendo que não haveria mais demissões por causa da tragédia.
“Pela primeira vez na história da Sérvia, vários indivíduos, incluindo dois ministros e outros, demitiram-se, embora não seja fácil ligá-los ao que aconteceu em Novi Sad”, disse Vucic, acrescentando que quaisquer novas detenções eram da responsabilidade do Ministério Público.
es/lo (AP, AFP)
Relacionado
VOCÊ PODE GOSTAR
ACRE
A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia
PUBLICADO
1 dia atrásem
10 de março de 2026Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.
A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.
A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.
Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.
O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.
Relacionado
ACRE
Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
2 dias atrásem
9 de março de 2026A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.
São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”
A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.
A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.
No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.
Relacionado
ACRE
Ações de projeto da Ufac previnem violência sexual contra crianças — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
2 dias atrásem
9 de março de 2026O projeto de extensão Infância Segura: Prevenção à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, da Ufac, realizado na Escola Estadual de Ensino Fundamental Dr. Flaviano Flavio Batista, marcou oficialmente a realização de suas ações no local com a solenidade de descerramento de uma placa-selo, ocorrida na sexta-feira, 6.
O objetivo do projeto é promover a proteção integral da infância por meio de ações educativas, formativas e preventivas junto a escolas, famílias e comunidades. O evento contou com a presença do pró-reitor de Extensão e Cultura em exercício, Francisco Gilvan Martins do Nascimento, professores da escola e uma manhã de recreação com os estudantes.
Entre setembro e dezembro de 2024, o projeto, coordenado pela professora Alcione Maria Groff, desenvolveu sua experiência-piloto na escola, com resultados positivos. A partir disso, recebeu apoio do senador Sérgio Peteção (PSD-AC), que abraçou a causa e garantiu recursos para que mais cinco escolas de Rio Branco sejam contempladas com ações do Infância Segura.
Relacionado
PESQUISE AQUI
MAIS LIDAS
CONDENAÇÃO7 dias agoEmpresas terão de indenizar pescadores prejudicados pela construção de hidrelétrica no Rio Madeira
JUSTIÇA7 dias agoPagamento retroativo a servidores transpostos do extinto território de Rondônia é tema de repetitivo
JUSTIÇA7 dias agoSexta Turma mantém condenação por estupro de vulnerável apesar de pedido do MP pela absolvição
JUSTIÇA7 dias agoJustiça do Acre determina medidas de proteção à Floresta Estadual do Antimary
Warning: Undefined variable $user_ID in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/comments.php on line 48
You must be logged in to post a comment Login