
Mais alguns dias de suspense. Senadores e deputados reunidos em um comitê conjunto alcançaram um compromisso sobre o projeto de orçamento para a França na sexta -feira, 31 de janeiro, para 2025. Validado pelos apoiadores do governo, o acordo é considerado um mal menor pelo Rally National (RN) e parte dos socialistas. Esta etapa cruza, o horizonte emerge para o governo e seu texto inaugural. Sem as incertezas sendo totalmente levantadas nesta fase.
Tudo deve ser reproduzido na quarta -feira, 5 de fevereiro, na Assembléia Nacional. É então que os deputados votarão ou não a moção de censura da França rebelde (LFI) esperada quando o executivo anunciar oficialmente que usa o artigo 49.3 da Constituição. Se os oponentes forem minoritários, o orçamento será considerado adotado e poderá ser promulgado logo depois, sujeito a ser validado pelo Senado e depois pelo Conselho Constitucional. O que “Tire a França do regime mínimo de serviço em que tem sido desde 1é Janeiro “, Esperançosamente, o Ministro Macronista de Contas Públicas Amélie de Montchalin. Mas se a moção de censura coletar a maioria dos votos, como em dezembro, o projeto de orçamento sairá no lixo, e François Bayrou terá que deixar Matignon.
Você tem 79,25% deste artigo para ler. O restante é reservado para assinantes.
