NOSSAS REDES

CRISE

Diretores de hospitais poderão ser exonerados por falta de eficiência nos cargos

Notícias da Hora, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

PUBLICADO

em

Turbilhão de problemas na Saúde pode resultar em exonerações; Alysson, pressionado, chegou a pedir para sair, mas foi mantido.

O turbilhão de problemas na Saúde Pública do Acre e a falta de resolutividade no setor podem resultar na queda de importantes gestores da pasta, incluindo diretores de hospitais.

O dentista Alysson Bestene, pressionado pela enxurrada de dificuldades, já chegou a pedir pessoalmente a Gladson Cameli exoneração do cargo. O governador, entretanto, o manteve.

Amigo de Gladson, Alysson continua, a priori, em nome da governabilidade e pela confiança que o governador deposita no dentista. Cameli tem pelo sobrinho de José Bestene enorme apreço.

Turbilhão de problemas na Saúde pode resultar em exonerações; Alysson, pressionado, chegou a pedir para sair, mas foi mantido

Ocorre, porém, que o ambiente fica a cada insustentável e se agravou quando veio à tona denúncias do próprio governador da possível existência de cartel na Saúde. Houve ainda o suposto pedido de propina feito por um diretor da Sesacre a um fornecedor. Cameli mandou investigar o caso.

Mas os problemas na Saúde também passam pela falta de condições mínimas de trabalho, desconexão entre gestores e servidores e ameaças rotineiras de greve.

O setor está sob um decreto de calamidade pública, o que facilitaria, por exemplo, a contratação urgente de profissionais, medicamentos e equipamentos. Porém, o processo seletivo aberto foi suspenso por suspeita de fraude, e os medicamentos comprados não foram suficientes para suprir a demanda.

Nesta quinta-feira, 30, o governador Gladson Cameli de reuniu com os mandatários do setor. Cobrou resultados para “ontem”. A equipe entendeu o recado. Mas não sabe por onde começar.

O governador já teria em sua agenda pessoas para compor a gestão em uma eventual mudança e, segundo, fontes da Casa Azulada, teria até um nome para o lugar de Alysson Bestene.

CRISE

Em cenário desolador, Bolívia amanhece com restos de barricadas e comércio fechado

Folha de São Paulo, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

PUBLICADO

em

Ruas de El Alto, na região metropolitana de La Paz, parecem cenário de pós-batalha.

EL ALTO

As ruas de El Alto, parte da região metropolitana de La Paz que abriga quase 1 milhão de habitantes, pareciam um cenário de pós-batalha na manhã desta segunda-feira (11), um dia após Evo Morales renunciar à Presidência da Bolívia

Havia dezenas de restos de fogueiras usadas para bloquear as vias que fazem a ligação da cidade com o aeroporto internacional e aquecer aqueles que fizeram vigílias. 

Com o mesmo objetivo, também foram armadas barricadas com objetos variados, de materiais de construção a lixeiras públicas que seguiam no meio da rua. No chão, vidro para furar os pneus de quem tentasse furar o bloqueio.

“Que bom que está chovendo, isso fez com que as pessoas desistissem de passar a noite inteira na rua e se acalmassem um pouco”, comentou Carlos Oquendo, motorista que conduziu a reportagem da Folha. 

Restos de fogueiras e barricadas montadas próximo à praça Murillo, em La Paz, após anúncio de renúncia de Evo MoralesRestos de fogueiras e barricadas montadas próximo à praça Murillo, em La Paz, após anúncio de renúncia de Evo Morales – Luisa Gonzalez/Reuters.

Andando devagar para desviar dos cacos de vidro e pedras, o motorista comenta que “perder um pneu hoje, num dia em que não tem onde trocá-lo, seria perder o dinheiro da jornada”.

Comerciantes locais parecem ter pensado da mesma maneira, uma vez que quase ninguém abriu as portas de seus estabelecimentos. 

Além de fechar as portas metálicas, alguns deles também amontoaram tijolos diante delas. “É para evitar saques. Estão entrando para roubar tudo. Não é política, é vandalismo”, disse Aldo Iñata, dono de uma loja de ferragens. 

Na época da eleição, muitos dos muros da cidade estavam pichados com mensagens como “Evo ditador” e “Mesa covarde”, em referência ao opositor que disputou a última eleição e que renunciou à Presidência em 2005. Agora, há insultos mais pesados: “Evo assassino” e “Mesa lixo”. 

Não foi só o comércio que parou. Não há aulas nem transporte público. Quando se olha para o alto, se vê todos os vagões das várias linhas de teleférico que conectam distintos pontos da cidade parados, vazios, balançando pelo vento e o mau tempo. Um cenário desolador.

Houve queima de carros e ônibus durante a noite. Numa garagem em Chasquipampa, por exemplo, 33 ônibus foram queimados e depredados.

Este slideshow necessita de JavaScript.

Nas ruas, havia táxis e carros abandonados após serem atacados por pedras, alguns parcialmente queimados.

Por volta das 9h (10h no horário de Brasília), moradores começaram a sair para acender novamente as fogueiras, apesar da dificuldade de mantê-las acesas por conta da chuva. 

Ao redor delas, pessoas se reuniam e conversavam, trocando informações que receberam de parentes ou amigos em outras partes da cidade e do país.

A desinformação reina. Nas TVs, os noticiários quase não falam do terror que os habitantes da cidade contam.

O Pagina Siete, principal jornal da oposição, não circulou nesta segunda e deixou um aviso dizendo que daria dia livre para que seus jornalistas se protegessem em casa de possíveis ameaças. 

Trata-se de uma publicação crítica ao governo e que teme ataques de apoiadores de Evo.

Nos aeroportos de Santa Cruz e de El Alto, muitos tiveram que esperar por horas o remanejamento de voos ou a liberação de vias para seguirem aos seus destinos.

A maioria das pessoas estava agarrada aos celulares, trocando informações, mostrando vídeos enviados por WhatsApp sobre os distúrbios em várias partes do país.

Turistas estrangeiros pareciam amedrontados nos cafés, olhando com impaciência os telões do aeroporto à espera de seus voos. 

“Viemos fazer caminhadas pelos Andes, era a viagem que tínhamos planejado para este ano, mas temos de voltar”, disse à Folha um casal de holandeses com cara de decepção.

Além da forte neblina que cobre a cidade, La Paz amanheceu coberta também de incertezas, esperando que até o fim do dia, talvez, exista um líder legítimo escolhido pelo Congresso que dê uma saída democrática para a situação.

Qualquer coisa diferente disso pode reacender os protestos ao longo do dia.

Continue lendo

CRISE

Vídeos mostram enfrentamentos, violência e início de guerra civil na Bolívia; brasileiros vivem momento de tensão

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

PUBLICADO

em

Veículos de comunicação vinculados ao governo divulgam que computação favorece a Evo, e que ele teria os pontos necessários para evitar um segundo turno.

Há rumores de que o governo Morales financia grupos violentos para promover sua defesa, através de confrontos e mobilizações nas ruas, pelas principais cidades do país, como Santa Cruz de La Sierra, Cochabamba e outras. 

Segundo a mídia governamental, vinculada ao governo de Evo Morales, o cálculo das eleições gerais consolidou na tarde de quinta-feira a vitória eleitoral de Evo Morales no primeiro turno. Afirmam que, com 99,98% da contagem e restando apenas 0,02, às 19:35,  a diferença entre o MAS e a Comunidade do Cidadão é de 10,57%, algo que não é mais reversível pelo apoio de Carlos Mesa, argumentam.

Esses veículos de comunicação, afirmam que as informações do corpo eleitoral indicam que o partido no poder tem 47,08% dos votos e CC, 36,51%, com um total de 34.547  registros computados de  34.555 . Faltam apenas 8 minutos para o cálculo e cinco foram cancelados.

Entretanto, essas notícias não são plenamente confiáveis, porque esses canais estão vinculados ao governo de Evo Morales, que almeja permanecer no poder.

Existem incidentes em várias regiões do país. Foto: APG News.

Existem incidentes em várias regiões do país. Foto: APG NEWS.

Segundo afirmam, os dados surgem justamente no momento de maior tensão na sede do governo, quando uma marcha massiva que desceu da cidade de El Alto e se juntou a outros setores exerce pressão em torno do Supremo Tribunal Eleitoral (TSE), alimentando o risco de novos confrontos com a polícia boliviana.

Pelas notícias divulgadas, hoje marca quatro dias de protestos realizados em várias das nove capitais do país, a mais forte de Santa Cruz, que marca um segundo dia de desemprego indefinido, com atos de violência entre apoiadores do partido no poder e aqueles que exigem a defesa do voto e da democracia

Resta saber o resultado da votação em Chuquisaca e a repetição da votação nas quatro mesas do Beni, mas isso não altera a diferença de mais de 10 pontos alcançados pelo MAS e que, de acordo com a regulamentação vigente, evitam uma nova votação.

Até o momento, existem pelo menos quatro oportunidades nas quais Evo Morales se declarou o vencedor das eleições gerais . Um, domingo à noite, do Burned Palace. Outro, em comunicado à imprensa após dois dias de silêncio; depois em um evento público em El Alto e hoje, em uma nova conferência de imprensa; em todos eles, ele fez isso sem que o cálculo chegasse ao fim.

Clique nos vídeos:

Enquanto os diferentes setores que denunciam uma “fraude” e antecipam que o protesto continuará até um segundo turno, são confirmados, conforme antecipado pela tendência da Transmissão de Resultados Eleitorais Preliminares (TREP), que após 23 horas de paralisia , mudou “inexplicavelmente”, favorecendo o partido no poder.

Há pelo menos oito feridos como resultado da violência. Em oito das nove capitais houve queimaduras nos ambientes estaduais , sete utilizadas pelo órgão eleitoral, enquanto a Polícia Boliviana é obrigada a “conter” as mobilizações.

Em meio a toda a atmosfera de tensão, Evo estrelou no dia de hoje fez uma concentração massiva em Cochabamba, onde disse que se cansou de ser acusado de ditador, ratificou sua vitória e antecipou a mobilização de seus setores relacionados. Por outro lado, o Comitê Cívico de Santa Cruz disse que está disposto a manter o desemprego “uma vida inteira se a democracia for respeitada” , enquanto La Paz se une à medida indefinida desde segunda-feira.

Continue lendo

Super Promoções

WhatsApp chat