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Em Mayotte, Emmanuel Macron enfrenta a raiva das vítimas

Emmanuel Macron visita o distrito de Cavani, em Mamoudzou, Mayotte, no dia 19 de dezembro de 2024, após a passagem do ciclone Chido.

Emmanuel Macron ficou impressionado, ao chegar a Mayotte, pela dor, desespero e raiva dos Mahorais. Esta quinta-feira, 19 de dezembro, o A330 presidencial, lotado com cerca de vinte cuidadores, socorristas, logísticos e carregado com três a quatro toneladas de água e medicamentos, acaba de aterrar na pista do aeroporto de Mamoudzou. O Chefe de Estado deve ir, por algumas horas, ao a ilha devastada pelo ciclone Chido.

O tempo será limitado no local. Teremos de agir rapidamente, pois o Presidente da República é esperado na noite seguinte, no Djibuti, para partilhar a ceia de Natal com as tropas francesas ali baseadas. Mas antes de pisar em solo mahorano, Emmanuel Macron pergunta aos seus conselheiros: “Talvez eu deva ficar um pouco mais…” Ele lembra-se, sem dúvida, do erro político de George Bush em Agosto de 2005, após o furacão Katrina. O presidente americano apenas sobrevoou Nova Orleans, Louisiana, contemplando a extensão dos danos causados ​​pela janela de sua aeronave, o Air Force One; UM “turista”zombou da imprensa americana.

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