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Enfermeiro denuncia apadrinhamento político na contratação para o Hospital de Amor

O enfermeiro Danillo de Melo França usou sua página na rede social Facebook para questionar o processo seletivo para escolha dos profissionais de enfermagem habilitados para realizarem a prova de conhecimento específico, uma das etapas previstas para os candidatos a trabalha na unidade do Hospital do Amor no Acre. Ele compartilhou o desabafo da técnica em enfermagem Cléa Araújo sobre o caso.

De acordo com a publicação de Cléa, uma das regras para a seleção era de que o candidato não poderia ter vínculo empregatício, ou seja, um candidato ao cargo de enfermeiro não poderia estar empregado em outro hospital, mas, ainda de acordo com o profissional de saúde, alguns candidatos que estavam listados para fazer a prova são apadrinhados políticos.



O “Tão famoso Hospital do Amor ágil de acordar com indicação e apadrinhados, pois a maioria dessas enfermeiras que estão na lista da prova já são contratadas pelo Estado ou estão em cargos comissionados”, escreveu a técnica em enfermagem.

A reportagem da Folha do Acre tentou contato com o administrador do Hospital de Amor, João Paulo Silva, por meio do número 9xx54-3xx0, mas as ligações não foram atendidas.

No início do mês de fevereiro, a Folha do Acre publicou uma reportagem sobre o número a grande procura por uma vaga de trabalho na unidade. Na ocasião, cerca de 12 mil currículos já haviam sido entregues na unidade do Acre.

João Paulo Silva, chegou a comentar que o processo de contratação da unidade que é privada é diferente da adotada por hospitais públicos, onde são abertos concursos públicos. No Hospital de Amor os novos contratados serão escolhidos através de análise curricular, provas e entrevistas.

“O que ocorre é que as pessoas estão confundindo essa unidade com uma unidade de saúde pública. O Hospital do Amor é uma unidade privada, ligada à rede do Hospital de Barretos. Nós seguimos o que preconiza a CLT [Consolidação das Leis do Trabalho]. As empresas podem contratar de forma direta ou, dessa que foi eleita pela empresa aqui no Acre, que consiste em três etapas: análise curricular, prova e entrevista. Não é um concurso público, porque não somos unidade pública. Por isso, não haverá uma lista dos aprovados ou classificados”, explicou João Paulo à época.

Veja na íntegra a postagem de Cleá Araújo:

O ACRE DEVERIA SE CHAMAR O ESTADO DO APADRINHAMENTO:

Tão famoso hospital do amor ágil de acordar com indicação e apadrinhados, pois a maioria dessas enfermeiras que estão na lista da prova já são contratadas pelo Estado ou estão em cargos comissionados. Onde esta a regra da inscrição de que não podia ter vínculo empregatício. É estou mostrando só os enfermeiros imagine o outros cargos. Aí eu chego a me perguntar se vc estuda e inteligente mas não tem padrinho não adianta nada, então e melhor vc nem estudar só precisa ter um padrinho político quem indique aí fica tudo resolvido ou então ser bonita tbm resolver.

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