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Ex-vereadora Maria José poderá ser forte candidata nas eleições de 2020 em Tarauacá

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Na foto de capa, o deputado estadual Roberto Duarte (MDB) e a ex-vereadora Maria José, após Sessão Especial na Câmara Municipal de Tarauacá, no dia 08 de maio.

A ex-vereadora de dois mandatos, Maria José, poderá ser a “cereja do bolo” do MDB em Tarauacá. É isso o que indicam as articulações encampadas pelo deputado estadual Roberto Duarte.

O MDB de Tarauacá passará por uma “reformulação”. Nos bastidores, tem pessoas de fora do partido querendo usar o MDB para promoção pessoal. Mas a Executiva Estadual, inclusive o próprio Roberto Duarte que visitou o município esta semana, só aceitará determinadas filiações após exaustiva ponderação.

Não queremos qualquer nome dentro do MDB, queremos pessoas boas e com o perfil do partido. A Maria José é nossa amiga, e já fiz o convite“, disse Roberto.

Maria José não decidiu se disputará as eleições proporcionais em 2020. “Estou feliz atualmente, estou cuidando da minha família e da minha colônia; planto milho, verduras, bananas e faço outras atividades de agricultura. Enfrento sol e chuva, navego de canoa pelo rio e também ‘marisco’. Não sei se serei candidata“, afirma a ex-vereadora que retomou sua vida de agricultora.

Roberto Duarte é um grande amigo nosso, e um amigo de Tarauacá. Estamos conversando. Em 2016, tive 292 votos, sou atualmente suplente de vereador. Mas me afastei da política para cuidar da minha família“, diz sorridente Maria José.

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Prefeita Marilete Vitorino e empresas parceiras entregam Cartão de Antecipação Salarial; veja fotos

Assecom - Prefeitura de Tarauacá, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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A medida injetará aproximadamente R$300.000,00 (trezentos mil reais)  mensais durante os primeiros meses, na economia local, e beneficiará mais de mil servidores municipais, efetivos e não efetivos. 

A solenidade de entrega dos cartões foi conduzida pela Secretaria Municipal de Administração e Assessoria de Comunicação, através da Secretária  Emile do Vale Leal Figueiredo e do Assessor Gilson Amorim, com a colaboração da equipe da Secretária Municipal de Cultura. 

Na tarde desta segunda-feira, 26, a Prefeitura de Tarauacá, através da Prefeita Marilete Vitorino, conveniada com a empresa Grandcard, e em parceria com empresários locais, entregaram os cartões de antecipação salarial aos servidores do município. Mais de mil cartões foram disponibilizados, os quais prometem aquecer a economia local. 

A intenção da medida, idealizada pela Prefeita Marilete Vitorino é dar um fôlego ao servidor municipal nos momentos de falta de dinheiro, e durante os 30 dias do mês. “Com o cartão convênio (antecipação salarial), o nosso servidor não pagará juros nem anuidades, porque o cartão convênio funciona como uma antecipação salarial a custo mínimo ao servidor, que pagará apenas R$10,00 (dez reais) mês, uma única vez, se utilizar o cartão. Esse convênio que celebramos traz um benefício de suma importância para o servidor e sua família, que terá à disposição uma possibilidade de pagamento, sem se comprometer com empréstimo bancário ou agiotagem. Importante dizer que o servidor deverá usar seu cartão com muita responsabilidade e comedimento de modo a evitar comprometer sua folha de pagamento”, destacou a Prefeita Marilete Vitorino. 

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O Gerente de Negócios da Grandcard, Bismark França, afirmou que “essa parceria com a Prefeitura de Tarauacá tem o propósito de alavancar a economia local, disponibilizando capital aos servidores municipais a custo zero praticamente, durante 30 dias do mês. A Grandcard, futuramente, poderá disponibilizar até R$ 2 milhões de reais mensais aos servidores de Tarauacá“, destacou França. 

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Um dos colaboradores do Convênio, Dr. Marcos Vitorino, disse que “o cartão é uma espécie de ‘S.O.S. Servidor’, que visa amparar o funcionário desde a compra de um botijão de gás até remédios, em toda a rede credenciada. O cartão é ótimo para o servidor porque não pagará anuidades, nem juros; assim como é ótimo para o empresário, que pagará taxas ínfimas em relação àquelas praticadas no mercado“, destacou.

O Gerente das Lojas Ronsy de Tarauacá, Sr. José Madson França Souza, ressaltou que “há muitos anos as lojas Ronsy recebem o Cartão Grandcard, é uma empresa séria e consolidada no mercado, estamos otimistas com essa nova parceria no município e na certeza que o cartão trará grandes benefícios para comerciantes e servidores municipais” destacou Madson. 

Os servidores participantes que aderiram previamente ao Cartão de Antecipação Salarial, concorreram à diversos prêmios, doados pelas empresas parceiras. Foram vários prêmios, como bicicleta, celular, ventilador, ferro de passar, geleira térmica, garrafa térmica, dentre outros. 

A premiação é resultado de doações das empresas parceiras, que estiveram presentes no evento de entrega dos cartões nesta segunda-feira, 26. O Gerente Sr. José Madson França Souza representando o COMERCIAL RONSY, o Gerente Sr. Cleidson Rodrigues representando a VITORIA ELETRO, o Proprietário Sr. José Mourão Filho do AUTO POSTO TARAUACA, o Gerente-proprietário Sr. Edvandro de Souza Silva representando o SUPERMERCADO KAUAN, a Gerente Sra. Luzivania  Rodrigues de Farias do COMERCIAL GIRASSOL, o Proprietário Sr. Marcus Geraldo da Silva Mourão, representando o  SUPERMERCADO MARVAN, o Proprietário Robério Saraiva representando a DROGA LUZ, e a Gerente Polana Aires representando a loja MADAJU Modas participaram do evento doando prêmios. 

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MULHERES ACREANAS

No AC, mulher celebra por ser a 1ª cacique da sua aldeia: ‘temos direito de assumir nosso espaço’

G1AC, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Vencer o preconceito e desconfiança. Estas são algumas barreiras que Edna Shanenawa, de 44 anos, Cacique da etnia Shanenawa, de Feijó, no interior do estado, precisa vencer diariamente para mostrar que ela também pode ser a líder de seu povo.

Edna conta que é a primeira mulher a tornar-se cacique do povo Shanenawa no Acre. Há cinco anos, ela assumiu o posto e vem mostrando, através da perseverança, que as mulheres também podem estar na liderança e teve que enfrentar resistência para assumir o posto.

“Mesmo as pessoas com preconceito, por achar que a mulher é incapaz, a mulher não pode assumir, foi passada essa responsabilidade a mim e assumi como cacique da nossa aldeia. Foi difícil porque não queriam uma mulher”, conta.

De acordo com a cacique, a tradição de seu povo é que a liderança seja passada de pai para filhos, de geração a geração. Mas, os pais tiveram apenas filhas mulheres e ela, como a mais velha, seria a responsável por ficar com o posto.

O pai de Edna foi cacique desde os 15 anos e aos 94 passou o posto para a filha, que lidera 19 famílias, aproximadamente 78 pessoas. Sendo que a maioria são mulheres.

São cinco anos na liderança e enquanto conversava com o G1, a cacique repetiu várias vezes que o desafio maior era o preconceito, o machismo e descrédito com o gênero feminino como uma das principais dificuldades em liderar.

“Os homens acham que nós só temos capacidade de estar na cozinha, parindo como qualquer animal reprodutor e plantar. E foi muito difícil por isso e a gente sabe que tem o direito de assumir o nosso espaço”, relembra.

Além disso, ela ressalta que, às vezes, é necessário se impor para poder conquistar o espaço almejado.

“Quando se nasce mulher, já nasce com preconceito entre os homens machistas. Mesmo que a liderança masculina não nos dê voz, a gente tem que levantar, levantar o dedo e dizer que a gente está presente. E estar presente não só sentada, mas tem que falar e fazer”, conta.

Aldeia das mulheres

Apesar dos desafios, Edna diz que está contente com os avanços já conquistados, principalmente o respeito gradual de seu povo que vem aprendendo a confiar em sua liderança.

Além disso, ela diz que incentiva as mulheres da aldeia a terem voz e ser sempre participativas, principalmente, por serem a maioria no local. Na aldeia, ela diz que há muitos avanços no cultivo, na produção de artesanato e também no ensino da língua nativa.

“São 10 homens para trabalhar e a maior parte são mulheres. E incentivo essas mulheres a buscarem participação fora da aldeia. O nosso papel lá dentro é muito forte no cultivo de plantas, no artesanato e no ensino da língua materna”, ressalta.

Mas, a cacique não está sozinha. Para enfrentar essa empreitada, ela diz que o apoio veio da família, os pais e irmãs, além do marido e dos cinco filhos.

“Foi muito difícil no início, mas quero levar de exemplo para as outras aldeias que nós mulheres temos capacidade e podemos. A gente não quer tomar a frente deles [dos homens], mas queremos trabalhar em parceria”, disse.

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