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Grandes manobras no setor financeiro italiano

Logotipo do banco Monte dei Paschi di Siena (MPS), em Siena (Itália), 11 de agosto de 2021.

Continuam as grandes manobras no sector financeiro italiano. Sexta-feira, 24 de janeiro, o banco toscano Monte dei Paschi di Siena (MPS), há muito um homem doente no ecossistema bancário italiano, lançou uma oferta pública de troca (OPE) de 13,3 mil milhões de euros visando o bem sucedido investimento do banco Mediobanca, com sede em Trieste (Norte). -Leste).

Se fosse bem sucedida, a operação do MPS, o banco mais antigo do mundo, no qual o Estado italiano detém parte do capital, poderia dar origem a um terceiro grande pólo num sector nacional dominado pelos gigantes Unicredit e Intesa Sanpaolo. Respondendo neste sentido às aspirações do governo da presidente do conselho, Giorgia Meloni, a OPE poderá também ter implicações na continuação da fusão entre a italiana Generali – da qual o Mediobanca é o maior acionista – e o francês BPCE através de a sua subsidiária Natixis Investment Managers, vigiada atentamente pelos soberanistas no poder em Roma.

Um “novo campeão nacional”

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