Depois de desaparecer no dia de Ano Novo, o corpo de indiano o jornalista Mukesh Chandrakar foi encontrado em uma fossa séptica no estado de Chhattisgarh.
A polícia disse que seu corpo apresentava sinais de ferimentos graves e foi descoberto no complexo de uma empreiteira de construção de estradas em Bijapur na sexta-feira.
Chandrakar fez reportagens sobre a corrupção e a rebelião maoísta no estado rico em minerais e dirigiu o popular canal do YouTube “Bastar Junction”.
A morte de Chandrakar gera protestos
O vice-ministro-chefe de Chhattisgarh, Vijay Sharma, disse que uma equipe de investigação especial (SIT) foi formada para investigar a morte de Mukesh.
Três pessoas já foram presas, mas o proprietário do complexo está foragido. O suspeito teria ligações políticas, mas de acordo com a mídia indiana, tanto o Partido do Congresso quanto o Partido Bharatiya Janata (BJP) negaram que ele pertença a eles.
O Tempos do Hindustão informou que jornalistas da região realizaram um protesto exigindo ações rigorosas contra os supostos perpetradores.
O Conselho de Imprensa da Índia solicitou um relatório “sobre os fatos do caso” do governo estadual.
Vishnu Deo Sai, ministro-chefe de Chhattisgarh do governante BJP, descreveu a morte de Chandrakar como “dolorosa” e prometeu a “punição mais severa” para os responsáveis.
A Índia ficou em 159º lugar no ano passado no Índice Mundial de Liberdade de Imprensadirigido por Repórteres Sem Fronteiras.
lo/sms (AFP, LUSA)
