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“Tenho 9 anos e pela primeira vez na vida vou acampar com meu pai, minha irmã e muitos primos. Estamos no sul da Córsega, não muito longe de Bonifácio. A família toda viajou para o casamento do meu primo mais velho, que é dezoito anos mais velho que eu. Na minha família o casamento ocupa um lugar importante e como ela é a primeira de nós a mergulhar, o clima é de excitação. Tenho a sensação de que estamos a viver um acontecimento extraordinário aliado a uma pequena aventura na Córsega.
Passamos o dia nadando e curtindo esse momento suspenso. O casamento acontece no dia seguinte e a emoção começa a crescer. Ainda vejo uma das minhas primas andando por aí com seu ferro para que seu traje de casamento fique perfeito. A noite se arrasta. O sol se pôs, mas ficamos na praia. Minha irmã e eu estamos sentados de frente para o mar, a poucos metros de nós, meu pai e três primos começam a cantar, a cappella, as primeiras frases do. Cântico de Jean Racine, por Gabriel Faure. Eles estão agrupados em torno de uma folha de papel iluminada por uma pequena lanterna. Não conheço essa música, que vão tocar no dia seguinte na igrejinha onde será realizada a cerimônia de casamento, mas fico impressionado com a harmonia dessa música. Sinto um amor imediato por este hino. Não entendo a letra, mas não importa, estou transportado. Suas vozes combinam perfeitamente. É tão lindo que os veraneantes do parque de campismo aproximam-se em silêncio para os ouvir. Acho até que algumas pessoas estão chorando.
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