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Mirra Andreeva, a lufada de ar fresco no circuito feminino

A russa Mirra Andreeva durante partida contra a japonesa Moyuka Uchijima, pela segunda rodada do Aberto da Austrália, em 15 de janeiro de 2025.

Aos 17 anos, Mirra Andreeva já é a número 15 do mundo e sonha com o primeiro título de Grand Slam. Uma ambição que a chance do empate no Aberto da Austrália pode atrasar. Porque se a russa começar como ligeira favorita em sua terceira rodada em Melbourne, sexta-feira, 17 de janeiro, contra a polonesa Magdalena Frech (semeada 23), a vencedora deste duelo deverá enfrentar, nas oitavas de final, a bielorrussa Aryna Sabalenka, número 1 do mundo e em busca do terceiro título consecutivo no torneio.

Não conseguindo erguer a Daphne Akhurst Memorial Cup no sábado, 25 de janeiro, Mirra Andreeva já segue os passos da suíça Martina Hingis, vencedora do Aberto da Austrália em 1997, aos 16 anos, com quem partilha uma certa precocidade, mas não só isso. “Vejo semelhanças entre nós. Ela tinha muita inteligência em quadra e acho que demonstrei isso também”comentou o siberiano em entrevista coletiva.

Ao contrário de grandes rebatedores como Aryna Sabalenka (1,82 m) ou a cazaque Elena Rybakina (1,84 m), Mirra Andreeva (1,75 m) desenvolve um jogo mais sutil. Equipado com um formidável backhand de linha longa, é confortável no contra-ataque, principalmente em superfícies rápidas. Por outro lado, a sua capacidade de jogar para a frente ainda é limitada.

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