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Na Coreia do Sul, a guarda presidencial impede a prisão do presidente Yoon Suk Yeol

Equipes de segurança do presidente sul-coreano Yoon Suk Yeol bloqueiam a estrada com veículos no complexo residencial presidencial em Seul, em 3 de janeiro de 2025.

Os investigadores que lideram as investigações na Coreia do Sul sobre a declaração da lei marcial pelo presidente conservador Yoon Suk Yeol sofreram um novo desprezo. Apesar de um mandado de prisão formal, os promotores do Escritório de Investigação de Corrupção (CIO) teve que desistir de prender o Sr. Yoon na madrugada de sexta-feira, 3 de janeiro, um mês depois de sua tentativa frustrada de impor a lei marcial. Os serviços de segurança presidencial proibiram-nos de entrar na residência.

Após uma reunião presencial de quase cinco horas, o COI retirou-se. “Foi impossível executar o mandado de prisão no contexto do confronto em curso”explicaram os procuradores, aliás “preocupado com a segurança do pessoal” e quem “lamentar a atitude do suspeito que não respondeu ao procedimento legal”.

O bloqueio provocou uma reação do Partido do Poder Popular (PPP), no poder, cujo vice-presidente, Kwon Young-se, descreveu a intervenção do COI como “muito ruim”. O Sr. Kwon lembrou que o Presidente “não fuja” e que ele “já não há risco de destruição de provas, porque a investigação já avançou bem”. Kwon Seong-dong, presidente do grupo parlamentar PPP, instou os investigadores a se absterem “qualquer tentativa irracional de prender o presidente em exercício” devido a “risco de confronto”.

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