
A Nestlé ainda não concluiu a justiça no caso de fraude na água mineral. De acordo com informações de Mundo e a Radio France, reitora dos juízes de instrução do tribunal judicial de Paris, abriu, no final de dezembro de 2024, uma investigação judicial por fraude. Segue a denúncia contra “engano”, em setembro de 2024, perante o tribunal judicial de Paris, pela associação de defesa do consumidor Foodwatch. Contactada, Nestlé indica não “não comentar sobre processos judiciais em andamento”mas garante “pretende cooperar construtivamente com a autoridade judicial”.
Conforme revelado O mundo e a Radio France há um ano, e como a Nestlé reconheceu desde então, o número 1 mundial em água engarrafada utilizou tratamentos proibidos durante vários anos – microfiltração, filtros UV e carvão ativado – para lidar com a contaminação bacteriana ou química nas instalações da Perrier em Vergèze (Gard), bem como no seu sítio de Vosges, onde são extraídas águas de Hépar, Contrex e Vittel. No entanto, de acordo com um relatório da Agência Regional de Saúde da Occitânia, a situação ainda seria problemática nas instalações da Perrier, onde a Nestlé teve de desistir da operação de alguns poços e destruir 3 milhões de garrafas em abril de 2024.
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