O TikTok viveu um dia turbulento no domingo, 19 de janeiro, durante o qual sua existência em solo americano flutuou entre duas águas. ByteDance, a controladora, assumiu a decisão de desativar a plataforma na noite de sábado para domingo para cumprir uma lei, assinada em abril de 2024 pelo presidente Joe Biden, que o obriga a vender o TikTok a um comprador americano, sob pena de banimento. Catorze horas depois, ela voltou atrás, tranquilizada pelas declarações do seu sucessor, Donald Trump.
Como mais um «tempo de angústia» nesta novela sem fim, o futuro presidente afirmou de facto, numa mensagem publicada domingo na sua plataforma Truth Social, a sua intenção de assinar um decreto que dê trégua à rede social. Ele também quer que este último seja, em última análise, 50% controlado por acionistas americanos, e incentiva as empresas – como hosts de dados ou lojas de aplicativos – a continuarem a colaborar com o TikTok, garantindo-lhes que não estarão sujeitos a qualquer processo.
Pouco depois de anunciar o seu restabelecimento, a rede social substituiu a mensagem que mencionava a suspensão do serviço por um encarte de boas-vindas aos utilizadores, obrigado “aos esforços do presidente Trump”. Na noite de domingo, o TikTok e os outros aplicativos ByteDance afetados pela proibição, como Lemon8 ou CapCut, ainda estavam ausentes das lojas Google (Google Play) e Apple (App Store).
Você ainda tem 72,89% deste artigo para ler. O restante é reservado aos assinantes.
