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Primeiros manifestantes de 6 de janeiro são libertados após perdão de Trump – DW – 21/01/2025

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21/01/202521 de janeiro de 2025

Quais ordens executivas Trump assinou no primeiro dia?

Donald Trump tem sido rápido em cumprir as promessas que fez antes de sua posse, assinando inúmeras ordens executivas como ele assumiu o cargo como o 47º presidente dos Estados Unidos na segunda-feira.

Eles indicam claramente suas prioridades e incluem:

  • Rescindindo 78 regulamentos estabelecidos pelo seu antecessor, Joe Biden
  • Uma ordem a todos os departamentos federais para enfrentar a crise do custo de vida
  • Uma ordem para acabar com a censura governamental
  • A saída dos EUA do Acordo Climático de Paris
  • A saída dos EUA do Organização Mundial de Saúde
  • A declaração de emergência nacional na fronteira mexicana
  • Tornar a política dos EUA reconhecer apenas dois géneros, masculino e feminino

Trump também assinou perdões para quase todos os 1.600 réus que invadiu o Capitólio na tentativa de impedir a transferência de poder em 6 de janeiro de 2021, depois de eleições que Trump alegou falsamente terem sido fraudadas.

Mas, como observa a correspondente da DW, Carla Bleiker, num artigo sobre os primeiros atos de Trump durante o seu segundo mandato, nem todas as ordens significarão mudanças imediatas para o país, sendo muitas delas sujeitas a estudo e revisão obrigatórios.

Leia mais aqui: As primeiras ordens executivas de Trump apontam para seus objetivos

https://p.dw.com/p/4pRTj

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21/01/202521 de janeiro de 2025

O que o retorno de Donald Trump significa para o clima?

Donald Trump, um cético declarado em relação ao clima, não escondeu os seus planos para a sua segunda presidência. À medida que ele reúne a sua equipa governativa, os analistas ambientais procuram sinais do que esperar do seu segundo mandato e, para muitos, as perspectivas são sombrias.

Durante a campanha e desde a sua reeleição, ele prometeu aumentar a exploração de combustíveis fósseis, cancelar créditos fiscais para veículos elétricos e projetos de energia limpa, desmantelar regulamentações ambientais e recuperar fundos não gastos do que ele chamou de “nova fraude verde”. legislação climática histórica aprovada pelo presidente cessante Joe Biden.

Leia a análise da DW sobre o que o segundo mandato de Trump significa para o clima.

https://p.dw.com/p/4pRTl

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21/01/202521 de janeiro de 2025

Como as tarifas de Trump poderiam levar as guerras comerciais ao próximo nível

Trump afirmou repetidamente que irá impor tarifas de 10% a 20% sobre todos os produtos que entram nos EUA, numa tentativa de impulsionar a produção nacional e colmatar o défice comercial.

Mas os críticos alertaram que as tarifas afetariam os consumidores dos EUA, ao mesmo tempo que exerceriam pressão sobre outras economias globais, como a Alemanha.

DW leva um mergulho mais profundo nos possíveis impactos das ameaças tarifárias de Trump.

https://p.dw.com/p/4pRTm

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21/01/202521 de janeiro de 2025

Desordeiros do Capitólio libertados da prisão após perdão de Trump

O primeiro grupo de líderes de extrema direita que receberam longas sentenças de prisão por seus papéis nos distúrbios de 6 de janeiro no Capitólio em 2021 foram libertados da prisão após serem oficialmente perdoados por Presidente Donald Trump.

Enrique Torres, ex-líder do grupo extremista violento Proud Boys, e Stewart Rhodes, fundador do militante Oath Keepers, foram condenados por conspiração sediciosa após a maior investigação da história do Departamento de Justiça.

Torres foi condenado a 22 anos e Rhodes a 18. Nenhum dos dois estava no Capitólio no dia, mas foram condenados por planejar o ataque.

Como um de seus primeiros atos no cargoTrump assinou uma ordem executiva para perdoar, comutar as sentenças ou encerrar os casos contra as mais de 1.500 pessoas acusadas de crimes federais por seu papel no motim.

Os manifestantes de 6 de janeiro reuniram-se na Casa Branca em 2021 para protestar e, em alguns casos, esperam anular a eleição de Joe Biden como presidente após a derrota de Trump nas eleições presidenciais de 2020 – uma derrota que ele negou repetidamente e falsamente.

Trump prometeu perdoar seus apoiadores durante a campanha, com A enxurrada de ordens executivas de segunda-feira à noite mostrando a provável intenção para o resto de seu mandato.

ab/jcg (Reuters, AP, AFP, dpa)

https://p.dw.com/p/4pRTi



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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre

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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia-interna.jpg

Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.

A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).

O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.

Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.

“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.

O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.

Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.

Fhagner Soares – Estagiário



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