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Ritchie Torres, o cara do Bronx que quer restaurar a ordem nos democratas

Ritchie Torres, durante entrevista coletiva em Nova York, 27 de outubro de 2023.

Ritchie Torres está de volta à campanha. Entre duas viagens a Washington, onde acaba de reconquistar o seu lugar na Câmara dos Representantes com mais de 76% dos votos, o democrata eleito do Bronx aumenta os seus eventos mediáticos. Numa terça-feira de dezembro, o ambicioso homem de trinta anos, sempre vestido com esmero, encontrou-se com jornalistas ao pé da prefeitura de Nova York, dez dias depois, convocou-os a um escritório em Manhattan; Os assuntos são diferentes mas o alvo continua o mesmo: a governadora do estado de Nova Iorque, Kathy Hochul, da mesma família política que ele. Ele se vê em sua posição, trazido de volta ao jogo em 2026? O parlamentar mantém o suspense e não perde a oportunidade de fazer falar dele.

Já, no dia seguinte ao derrota de Kamala Harris durante a eleição presidencial, ele circulou pelas TVs e podcasts após um tweet no X, rede social da qual gosta particularmente: “Donald Trump não tem melhor amigo do que a extrema esquerda, que conseguiu alienar números históricos de latinos, negros, asiáticos e judeus do Partido Democrata com bobagens como ‘Defund the Police’, ‘Do rio ao mar’ ou “Latino”. » Ou um triplo que designa um movimento nascido em 2020 que visa cortar o financiamento da polícia, o grito de guerra dos activistas pró-palestinos e um neologismo de género neutro, servindo como alternativa ao latino ou à latina.

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