
Enquanto a União Europeia (UE) acabara de adotar, na segunda -feira, 17 de março, uma linha de sanções contra líderes militares de Ruanda e um funcionário do setor de mineração devido à ofensiva do grupo armado M23, apoiado por Kigali, no leste da República Democrática do Congo (DRC), o Ruanda anunciou a ruptura de suas relações diplomáticas com a Bélgica. Bruxelas, de acordo com as autoridades de Kigali, teriam “Capturado” Para Kinshasa, “Muito antes e durante o conflito atual” no DRC.
Todos os diplomatas belgas foram convidados a deixar o país dentro de 48 horas, uma decisão acompanhada de uma crítica a “Tentativas pintáveis” de seu país para “Mantenha suas ilusões neocoloniais”. As autoridades de Bruxelas, por sua vez, declararam Personalidade não é grata Todos os diplomatas de Ruanda presentes em solo belga.
Para Ruanda, o governo belga é o principal instigador das sanções européias que buscam nove pessoas, incluindo três altas fileiras do exército de Ruanda – Ruki Karusisi, Eugène Nkubito e Pascal Muhizi. Também o Diretor Geral do Escritório de Minas Ruanda, petróleo e gás, Francis Kamanzi. Como quatro cidadãos congolês do M23, incluindo o líder do movimento, Bertrand Bisimwa. Todos não poderão mais ir para a União Europeia e seus ativos serão congelados.
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