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DENÚNCIA

Vereadores do Envira ameaçam processar empresa de Tarauacá por não concluir obra de pavimentação

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Vereadores de Envira estiveram em Tarauacá para cobrar de empresa a continuação das obras do Bairro da Portelinha.

Os Vereadores Ismael Dutra (MDB), Erotildes Pereira (PSDB), Raimundinho do Aluízio (PSD), Clemondes Pinheiro (PRÓS), Gean Gurgel PSL e Dinho do Avante, estiveram em Tarauacá hoje a procura do empresário dono da Empresa que ganhou uma licitação do Gonverno do Estado do Amazonas para pavimentar o bairro da Portelinha.

Segundo os vereadores, quase nada foi feito até o momento; os vereadores estão dispostos a entrar na justiça para assegurar os direitos dos moradores de ter a obra em andamento o mais breve possível.

Vereadores de Envira vão até Feijó por conta própria para defender a ligação terrestre entre Envira e Feijó.

Os vereadores do município de Envira AM, Ismael Dutra (MDB), Clemondes Pinheiro (PRÓS), Erotildes Pereira (PSDB), Gean Gurgel (PSL), Dinho AVANTE e Raimundinho do Aluísio. Participaram nesta manhã (30). De uma sessão conjunta na Câmara Municipal de Feijó. Por convite do presidente da câmara municipal de Feijo, Gerrâneo Aguiar, para discutir exclusivamente o tema da ligação dos dois municípios.

A imagem pode conter: 10 pessoas, pessoas sorrindo, pessoas em pé

Na sessão os vereadores de Envira que vinheram contra a vontade da mesa diretora da câmara municipal de Envira, criticaram muito o presidente da câmara de Envira pelo o abandono a essa causa tão importante para o município de Envira, onde a câmara de Feijó soltou nota de repúdio pelo a forma que a mesa diretoria da câmara de Envira tratou o Tema.

Na sessão estava presente o prefeito em exercício de Feijó Cláudio Braga Leite, que disse que este momento é importante para o fortalecimento da parceria entre os dois municípios, e disse que agora essa obra vai.

O Vereador Gerraneo Aguiar que é presidente da câmara de Feijó em exercício, agradeceu os vereadores de Envira por terem compadecidos e terem atendido o convite dele para participar dessa sessão conjunta que é tão importante para o município de Feijó e Envira.

O que emocionou a platéia e os demais vereadores foi o discurso da vereadora Erotildes Pereira do município de Envira que tem 71 anos de idade e tem sete mandato consecutivos de Vereadora, que foi fortemente aplaudida e homenageada por todos presentes.

No final os vereadores das duas cidades assinaram um manifesto que será encaminhada ao governador do Estado do Acre e ao Governador do Estado do Amazonas, com a declaração de apoio e união dos dois municípios em prol desse sonho tão importante para os municípios. Por Feijó Notícias.

CIDADES

Polícia ainda não conseguiu prender filho de deputado que está foragido em Rondônia

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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O empresário Cristian Silva, filho do deputado Manoel Moraes (PSB) ainda não foi encontrado pela  Polícia Civil. A justiça decretou a sua prisão e de mais seis pessoas na Operação Mitocôndria.

De acordo com Manoel Moraes, Cristian está participando de uma pescaria previamente agendada. “Eu cheguei no apartamento e soube que ele tinha ido a uma pescaria já programado a muito tempo. Estou mandando nosso pessoal ir atrás dele pra se apresentar”, disse.

A prisão de Cristian chegou a ser divulgada por ac24horas, mas a polícia informou que ele ainda não foi preso e que está a procura do empresário.

De acordo com os investigadores, Cristian é considerado foragido e estaria no Estado de Rondônia.

De acordo com os advogados de Cristian, ele deverá se apresentar as autoridades no período da tarde. O apartamento aonde reside foi alvo de busca e apreensão.

Como o ac24horas adiantou em duas reportagens publicadas nesta semana, um esquema pode ter movimentado mais de R$ 20 milhões no desvio de recursos públicos destinado a merenda escolar no Acre.

A justiça atendeu a representação da Polícia Civil e bloqueou, preliminarmente, R$ 5 milhões das contas dos investigados, além de tornar, temporariamente, indisponíveis bens móveis, imóveis e semoventes dos envolvidos.

A operação policial já conta com 2 meses de investigação com foco em desvio de recursos públicos relacionados a merenda escolar sendo apuradas diversas práticas como: entrega de produtos e itens com qualidade inferior ao contratado ou em quantidade menor, além falsificado de documento público, falsidade ideológica e associação criminosa entre outros crimes e irregularidades previstas na Lei de Licitações e Contratos Públicos.

Esquema da merenda contabilizou “consumo” de 60 toneladas de açúcar em 10 dias.

Durante a coletiva de imprensa, a Polícia Civil detalhou um pouco de como funcionava o esquema de desvio de recursos públicos destinados à merenda escola.

A frase “tirar comida da boca de criança”, nunca fez tanto sentido.

A organização criminosa que virou o conluio entre empresários e servidores públicos fazia com que estudantes consumissem produtos de qualidade abaixo do que era pago.

A matemática é simples. O empresário recebia por determinado produto especificado na licitação como diz as especificações do processo licitatório. Na hora da entrega, o empresário entregava um material bem abaixo na qualidade e, consequentemente, de valor bem menor. Com isso, enquanto os estudantes consumiam produtos de qualidade duvidosa, o empresário ganhava mais dinheiro, pagava o servidor que fazia vista grossa ao esquema.

Isso quando o produto era entregue, já que as investigações apontam que muitos produtos, mesmo não sendo entregues foram pagos normalmente.

Uma outra faceta do golpe era a entrega parcial dos produtos. O empresário entregava uma quantidade, mas nos documentos era lançado uma quantidade superfaturada e fraudulenta.

Era comum no esquema aparecer nas notas grandes quantias de produtos que deveriam durar diversos meses e como a quantidade real entregue era bem menor, os produtos acabavam rapidamente.

Outro esquema revelado era com a distribuição de carne. No contrato que se previa entrega de carne de primeira, os alunos se alimentavam de carne de segunda, com qualidade bem inferior.

O delegado Alcino Júnior confirmou algumas das descobertas da investigação. “Ainda é prematuro falar em número porque ainda estamos em investigação. Mas, podemos dizer, por exemplo, claramente que entregas foram feitas e por essas entregas os alunos teriam que ter consumido mais 60 mil quilos de açúcar em 10 dias”, diz.

Essas empresas, além de investigadas, vão passar por um procedimento administrativo e devem ficar proibidas de firmar contrato com o poder público.

 

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ACRE

Principal alvo da operação, filho do deputado Manoel Moraes é preso pela polícia

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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O empresário Cristian Silva Salves, filho do deputado estadual Manoel Moraes (PSB), foi um dos 7 presos durante a operação Mitocôndria, desencadeada pela Polícia Civil, através da Delegacia de Combate à corrupção – DECOR e Departamento de Inteligência – DI, na manhã desta quinta-feira, 9.

As autoridades cumprem ainda 20 mandados de busca e apreensão as sedes de 4 empresas em Rio Branco, Tarauacá e Xapuri, além dos armazéns de merenda escolar da SEE, em Rio Branco, Tarauacá, Sena Madureira e Cruzeiro do Sul.

Outro preso seria o cunhado do deputado, conhecido por Manoel Tarauacá, que teria sido detido em Rio Branco. Todas as empresas ligadas a família do parlamentar foram visitadas pela polícia. Em um dos armazéns os agentes da PC encontraram armas.

Como o ac24horas adiantou em duas reportagens publicadas nesta semana, um esquema pode ter movimentado mais de R$ 20 milhões no desvio de recursos públicos destinado a merenda escolar no Acre.

A justiça atendeu a representação da Polícia Civil e bloqueou, preliminarmente, R$ 5 milhões das contas dos investigados, além de tornar, temporariamente, indisponíveis bens móveis, imóveis e semoventes dos envolvidos.

A operação policial já conta com 2 meses de investigação com foco em desvio de recursos públicos relacionados a merenda escolar sendo apuradas diversas práticas como: entrega de produtos e itens com qualidade inferior ao contratado ou em quantidade menor, além falsificado de documento público, falsidade ideológica e associação criminosa entre outros crimes e irregularidades previstas na Lei de Licitações e Contratos Públicos.

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