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Vídeo: Em abandono, animais morrem no canil municipal de Tarauacá

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Em Tarauacá, vereadores denunciam abandono do canil municipal; três cães foram encontrados mortos no local só este mês.

Continua o imbróglio do canil municipal de Tarauacá; que já acumula uma série de reclamações, denúncias de prática de crime ambiental, e uma pendência na Justiça, por débitos de aluguéis não pagos.

Na tarde deste domingo, 29 de julho, dois vereadores foram até o local. Após receberem denúncias de populares que cães do canil municipal estariam morrendo, os parlamentares foram ao local e constataram a veracidade da denúncia.

Em maio/2018, a Prefeitura Municipal divulgou um pacote de ações com 28 promessas de obras, dentre as quais, a construção de um canil municipal (11ª intenção). A ação ainda não saiu do papel.

O prédio onde funciona o canil municipal é alugado, e possui diversos débitos de aluguéis não pagos pelo município. Ao visitar o local, os vereadores se mostraram indignados com a cena, que foi registrada em vídeo. “Como pode uma coisa dessa, os animais morrerem desta forma, vamos tomar as devidas providencias“, garantiu o parlamentar.

Veja o vídeo:

Nas redes sociais, o problema causou indignação.

Maria Felix afirmou que “Aqui no bairro do hipepaconha também tem vários osada de cachorros na estrada essa sena é muito triste“.

Adriana Rodrigues disse que “Será que os responsáveis por esse canil não percebem que são vidas que estão sofrendo, passando fome. Se tivesse uma equipe que passasse nos bairros recolhendo sobras de comidas nas residências, pois na casa de todos nós moradores geralmente sempre sobra restos de nossas refeições diárias, e se houvesse esse trabalho de recolher nas residências com um calendário como tem a coleta do lixo, sem dúvida a maioria dos moradores iriam ter esse “compromisso” prazer de doar comida a esses animais ao invés de jogar no lixo“.

Raimundo Accioly afirmou que “Em nome do grupo que estamos organizando de defensores da causa animal quero aqui externas nossa indignação. Estamos extremamente tristes com a situação de descaso da administração com o canil municipal. Um espaço mantido com o dinheiro do povo que seria para abrigar cães abandonados e doentes que fossem retirados das ruas. na verdade se tornou uma prisão em que os cães recolhidos das ruas de forma mais amadora possível, foram abandonados até a morte. Hoje um grupo de amantes desses bichinhos foi até o canil para remover e tentar salvar os que ainda estavam vivos. Pois outros ja estavam mortos. Nosso grupo de amantes dos animais vai exigir o fechamento do canil, a responsabilização pelos crimes e a construção de um espaço adequado para receber os animais. A nossa maior indignação é que enquanto em apenas uma semana nosso grupo recolheu 5 animais doentes das ruas, a prefeitura deixava outros morrerem de fome e doentes no espaço que seria para trata-los”.

Lemos Lemos criticou dizendo “Vcs não pesebem que a atual administração de tk prefere a morte das pessoas imagina se tá ligando pra cachorro! Sério mesmo tá na hora do povo se reunir e tirar essa prefeita já não basta o abandono da cidade !!!!!!

Elaine Gomes afirmou “É caro vereador sua denúncia é plausível, mas vamos adiante, os animais também merecem respeito e dignidade, mas gostaria que você também fosse ao nosso hospital e renunciasse o mal atendimento que recebemos la. Há esqueci o hospital é administrado pelo PT ! Aí você vai ver o que é MAUS TRATOS, MAUS ATENDIMENTOS, RESUMINDO MAL EDUCAÇÃO“.

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Sobre o canil municipal, leia mais, clicando aqui.

Acre.com.br

CORRUPÇÃO

Ex-presidente do Paraguai é alvo de operação da Lava Jato

Folha de São Paulo, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Horacio Cartes é suspeito de ter ocultado seu patrimônio por meio do doleiro Dario Messer.

Foto de capa: Ex-presidente do Paraguai Horacio Cartes – Eric Piermont/AFP.

Italo Nogueira e Rafael Balago
RIO DE JANEIRO e SÃO PAULO

O ex-presidente do Paraguai Horacio Cartes é alvo nesta terça-feira (19) de um mandado de prisão expedido na Operação Patron, desdobramento da Lava Jato do Rio de Janeiro.

Ele é suspeito de ter ocultado seu patrimônio por meio do doleiro Dario Messer, preso em julho deste ano após meses foragido.

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O juiz Marcelo Bretas expediu 17 mandados de prisões preventivas e 3 temporárias. Há ainda 18 mandados de busca e apreensão a serem cumpridos. ​

Um dos alvos é o doleiro Najun Turner. Ele já foi preso em São Paulo.

Segundo a Polícia Federal, a investigação cerca de US$ 20 milhões ocultados, sendo US$ 17 milhões num banco nas Bahamas e o restante no Paraguai.

Cartes é amigo de longa data de Dario Messer, a quem chamava de “irmão de alma”. O ex-presidente manteve relações próximas com o pai do doleiro, Mordko Messer, que o ajudou na década de 1990, quando esteve na mira da Justiça por evasão de divisas.

Eduardo Campos, presidente do banco Basa, propriedade de Cartes, afirmou à imprensa paraguaia que o ex-presidente não teve contato com Messer enquanto ele era procurado pela Justiça. 

“O mandado é supostamente por [Cartes] ter colaborado com a fuga ou ajudado a esconder Darío Messer. Realmente é surpreendente, porque não houve nada disso. Nem sequer contatos ou reuniões com Messer. Horacio Cartes está com a consciência tranquila”, disse, à Rádio Universo. 

O ex-presidente é um dos empresários mais ricos do país. É dono de bancos e empresas que atuam na área do tabaco.

Havia queixas e denúncias de outros países, como Colômbia e México, de que os cigarros paraguaios piratas, muitos deles fabricados pelas empresas de Cartes, estavam entrando ilegalmente em seus países.

Nos anos 1980, ele foi preso por evasão de divisas e, em 2011, o Wikileaks revelou que os EUA investigavam suas relações com um esquema internacional de narcotráfico e lavagem de dinheiro.

Um de seus bancos, o Amambay (hoje chamado de Basa), foi investigado por uma comissão parlamentar brasileira em 2004. a partir de dados enviados pela DEA, o departamento de combate às drogas dos EUA. 

Cartes também se envolveu com o futebol. Foi presidente do Libertad de 2001 a 2013, um dos principais clubes do Paraguai. ​E foi dirigente na Associação Paraguaia de Futebol.

O paraguaio deixou a presidência em agosto do ano passado com baixa popularidade, com apenas 18% de aprovação. Ele tentou, sem sucesso, aprovar uma emenda constitucional que o permitisse concorrer à reeleição. Denúncias apontaram que ele apresentou assinaturas falsas.

Pela lei paraguaia, o ex-presidente assume o cargo de senador, mas sem direito a voto.

Em agosto, o atual presidente, Mario Abdo Benítez, foi alvo de uma tentativa de impeachment, pela acusação de ter fechado um acordo com o Brasil para a divisão da energia de Itaipu que prejudicaria o Paraguai. Na ocasião, Cartes foi um dos avalistas da permanência de Benítez, e usou sua força no Congresso para ajudar a barrar o processo.

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CONDENAÇÃO

Detran-AC deve anular duas multas de condutor por não ter notificado no prazo adequado

Gecom TJAC, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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O direito ao contraditório e ampla defesa é estabelecido pelo artigo 5° da Constituição Federal.

O Juizado Especial da Fazenda Pública da Comarca de Rio Branco acolheu o pedido de um condutor,  para que duas multas sejam anuladas e que sua habilitação seja liberada. O demandante deve receber ainda o ressarcimento do valor pago em multa, ou seja, a devolução de R$ 957,59.

De acordo com os autos, restou comprovado que a autarquia não realizou a notificação de autuação no prazo de 30 dias, conforme prescreve a legislação. Desta forma, o juiz de Direito Marcelo Badaró, titular da unidade judiciária, apontou que o condutor teve o direito ao contraditório e ampla defesa violado.

O demandado sequer conseguiu demonstrar que foi publicado edital com a notificação, sendo este um procedimento estabelecido pela Resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). No entendimento do magistrado, essa segunda falha viola o devido processo legal, porque novamente o condutor foi impedido de exercer seu direito de defesa no processo administrativo.

A decisão foi publicada edição n° 6.473 do Diário da Justiça Eletrônico (fl. 91). O departamento estadual tem o prazo de 60 dias para cumprir a obrigação.

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