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a doce vingança de Gianfranco Ferré

Carla Bruni por trás, coleção prêt-à-porter outono-inverno 1991-1992.

Guy Bourdin, Peter Lindbergh, Bettina Rheims, Herb Ritts, Patrick Demarchelier, Gian Paolo Barbieri, Michel Comte, Steven Meisel… A lista é impressionante. Estes oito fotógrafos, por vezes pólos opostos, vão coexistir até março numa exposição em Fort Bard, no Vale de Aosta, em Itália, sobre um tema comum: a moda de Gianfranco Ferré.

O designer italiano nascido em 1944, imponente, amante da música e irado, fez com que “procurados antes mesmo de serem famosos”, ele lembrou, um pouco tímido, em sua história autobiográfica, Cartas para um jovem estilista (Balland, 1995). “A curiosidade de Ferré levou-o a deixar a sua moda expressar-se através de linguagens ecléticas. Poderia compartilhar o gosto por composições sofisticadas com Barbieri, referências clássicas e antigas com Ritts ou o prazer de desorientar com Bourdin. comenta Paola Bertola, professora da Escola Politécnica de Milão e diretora científica do Centro de Pesquisa Gianfranco Ferré.

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