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A ‘mais alta ambição’ do Brasil, segundo Alckmin…

Pedro Pupulim

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Representando o presidente Lula, que não pode viajar por orientação médica, o vice-presidente Geraldo Alckmin discursou, mais cedo nesta terça-feira, durante a 29ª edição da conferência do clima da ONU (COP29), em Baku, no Azerbaijão.

Na ocasião, Alckmin apresentou aos líderes presentes a Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC) do Brasil, documento apresentado pelo país no Acordo de Paris, em 2015, em que se compromete a atingir algumas metas relativas à preservação do meio ambiente. Entre elas, a que o vice-presidente classificou como a “mais alta ambição” do país no momento: reduzir emissões em até 67% até 2035.

“Ambiciosa, certamente, mas também factível. Para isso, entretanto, precisaremos, juntos, assegurar as condições e meios de implementação adequados. Nossa NDC é muito mais do que simplesmente uma meta de redução de emissões para 2035: reflete a visão de um país que se volta para o futuro e que está determinado a ser protagonista da nova economia global, com energias renováveis, combate à desigualdade e comprometimento com o desenvolvimento sustentável”, ressaltou.

Alckmin ponderou, contudo, que a NDC não reflete apenas de metas ambientais brasileiras. Segundo o vice, ela simboliza a vontade do governo brasileiro em ser protagonista da “nova economia global”, com energias renováveis, combate à desigualdade e comprometimento com o desenvolvimento sustentável.



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