
A deputada socialista Fatiha Keloua Hachi (Seine-Saint-Denis) tornou-o seu «combate» durante dois anos: quinta-feira, 23 de janeiro, após quatro horas de debate no Hemiciclo, o seu projeto de lei que visava alargar o acesso à refeição de 1 euro a todos os estudantes foi amplamente aprovado por 149 votos a 5. Este mesmo projeto, apoiado pela esquerda e pelo RN, foi rejeitado por um voto em 9 de fevereiro de 2023.
Mais uma vez, os deputados da esquerda, do RN e do grupo centrista LIOT votaram a favor enquanto a maioria macronista se absteve – com duas exceções que votaram contra, sendo os outros três votos desfavoráveis provenientes do grupo Horizontes.
Desde o início do ano letivo de 2020, no contexto da crise sanitária, os alunos bolseiros com base em critérios sociais beneficiaram desta taxa de 1 euro, depois, entre janeiro e agosto de 2021, o seu acesso foi alargado a todos os alunos. Desde então, apenas podem reclamá-lo bolseiros e estudantes que demonstrem uma situação particularmente precária. Este preço representa menos de um terço do preço pago pelos restantes estudantes nos locais de restauração dos centros regionais de obras universitárias e escolares (Crous), que ascende a 3,30 euros.
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