
Não demorou muito para que o esporte recuperasse seus direitos. Na sequência de o ataque de atropelamento que atingiu Nova Orleans (Louisiana), nos Estados Unidos, o Sugar Bowl, tradicional partida de futebol universitário de 1é Janeiro, adiado na véspera, decorreu sob forte vigilância policial. No Superdome, os 60 mil torcedores fizeram um minuto de silêncio antes do início do jogo. “Não há dúvida de deixar o medo nos paralisar, disse o governador republicano do estado, Jeff Landry. Caso contrário, os terroristas vencerão. » A equipe de Notre Dame (Indiana), que se opôs à Universidade da Geórgia, venceu a partida.
A Bourbon Street, a rua repleta de cafés, já havia reaberto. Foi aqui que o autor do ataque, Shamsud-Din Jabbar, 42 anos, um ex-soldado que vive no Texas, dirigiu sua caminhonete contra a multidão na noite de terça para quarta-feira, causando roubo de corpos em todas as direções. Desde então, a rua foi limpa pelos serviços de saúde, enquanto agentes da Polícia Federal (FBI) ainda estavam ocupados coletando pistas.
Na cidade onde o jazz é rei, até nos desfiles fúnebres, uma orquestra de metais começou a tocar diante de um memorial improvisado feito de tulipas amarelas e colares de pérolas verdes, emblemático do carnaval, colocado diante de quatorze velas – quatorze como o número de mortos – sendo o décimo quinto o agressor, segundo relatório revisto desta quinta-feira, que também menciona trinta e cinco feridos.
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