
No meio de uma crise política, a Coreia do Sul deve enfrentar o choque causado, domingo, 29 de dezembro, por Acidente de avião da Jeju Air no aeroporto de Muanlocalizado a 290 km a sudoeste de Seul; deixou 179 mortos e representa um novo golpe para a fabricante de aeronaves norte-americana Boeing.
Até segunda-feira, 30 de dezembro, foram identificados 141 corpos, anunciou o Ministério dos Transportes. O presidente em exercício, Choi Sang-mok, declarou uma semana de luto nacional pelo que parece ser o pior desastre aéreo da história da Coreia do Sul e concedeu ao condado de Muan o estatuto de zona de desastre.
“Como presidente interino de um governo responsável pela segurança e pela vida dos seus cidadãos, estou dominado pela dor”disse Choi, que assumiu funções presidenciais desde as demissões, em dezembro, do presidente Yoon Suk-yeol por sua declaração da lei marcial, e de seu substituto, o primeiro-ministro Han Duck-soo.
Vindo de Bangkok, o voo 2216 operado por um Boeing 737-8AS da Jeju Air teve que fazer um pouso de barriga de emergência pouco depois das 9h (horário local) de domingo. Seu trem de pouso não pôde ser acionado. A aeronave, que entrou em serviço em 2009, desacelerou apenas ligeiramente após atingir o solo. Ele atingiu um muro de concreto localizado 300 metros após o final da pista e pegou fogo.
Você ainda tem 78,56% deste artigo para ler. O restante é reservado aos assinantes.
