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Como saber se um empréstimo no Caixa Tem foi aprovado?

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Lançado em meados de 2021, o empréstimo Caixa Tem se popularizou rapidamente por causa da praticidade para solicitá-lo e da ampla faixa de pessoas elegíveis.

Dentre aqueles que podem solicitar esse tipo de crédito rápido estão pessoas físicas, como os beneficiários do Auxílio Brasil, e os Microempreendedores Individuais (MEIs) que possuem poupanças digitais no app Caixa Tem.

Em todos os casos, a solicitação e/ou o gerenciamento do empréstimo precisa ser feito pelo app, o que acaba gerando algumas dúvidas em alguns usuários. 

E por falar em dúvidas, muitos clientes do Caixa Tem não sabem o que fazer para conferir se o seu empréstimo foi aprovado ou não.

Nos tópicos a seguir disponibilizamos um passo a passo intuitivo de como conferir a aprovação do crédito, além de listas com os pré-requisitos para solicitar o empréstimo e outras informações importantes.

Passo a passo para saber se um empréstimo Caixa Tem foi aprovado

Se você já solicitou um empréstimo no aplicativo Caixa Tem e quer saber se ele foi concedido ou não, siga o passo a passo listado abaixo:

  1. Já logado no app Caixa Tem, procure a seção “Empréstimo” e toque nela para iniciar uma conversa com o assistente virtual do aplicativo;
  2. Durante a conversa, a IA do Caixa Tem irá informar a situação da sua solicitação. Se o seu pedido já tiver sido aprovado, uma mensagem de confirmação aparecerá na tela.

Vale destacar que o Caixa Tem leva, em média, 10 dias para analisar pedidos de empréstimo. 

Se ao consultar o aplicativo sobre a situação do empréstimo uma mensagem de confirmação não aparecer, outros recados possíveis são: 

  • “Seu pedido de crédito está em avaliação. Aguarde!”, quando o pedido ainda está sendo analisado (geralmente ocorre quando a consulta é feita dentro dos 10 dias seguintes ao pedido;
  • “Empréstimo negado” ou semelhante, quando a solicitação de empréstimo é rejeitada.

Na maioria das vezes os empréstimos do Caixa Tem são negados para pessoas que têm pouco relacionamento com a Caixa Econômica Federal e/ou que estão negativadas (com o “nome sujo”).

Quais são os pré-requisitos para pedir um empréstimo Caixa Tem?

Como citamos anteriormente, os empréstimos fornecidos pelo Caixa Tem podem ser solicitados tanto por pessoas físicas comuns quanto por MEIs.

Nos tópicos abaixo listamos as exigências para concessão de crédito a cada um desses grupos de pessoas. Confira!

Pessoas físicas

  • Ter chegado à 31/12/2022 com menos de R$ 3 mil em dívidas bancárias, no caso de empréstimos solicitados em 2023 (com exceção de financiamentos imobiliários e limites não utilizados);
  • Não estar com o nome negativado;
  • Ter algum relacionamento com a Caixa Econômica Federal;
  • Observar as regras do SIM Digital (Programa de Simplificação do Microcrédito Digital para Empreendedores).

Antes de solicitar o empréstimo no Caixa Tem, o usuário pessoa física precisa atualizar o seu aplicativo, bem como fazer a migração para a Poupança Digital+.

Se esses pré-requisitos não forem atendidos, a seção de solicitação de empréstimo permanecerá desabilitada para o usuário.

Microempreendedores Individuais (MEIs)

  • Ter um CNPJ MEI ativo há pelo menos 12 meses;
  • Respeitar o limite anual de faturamento de R$ 81 mil;
  • Ter chegado à 31/12/2022 com menos de R$ 3 mil em dívidas bancárias, no caso de empréstimos solicitados em 2023 (com exceção de financiamentos imobiliários e limites não utilizados;
  • Possuir uma conta PJ (Pessoa Jurídica) na Caixa;
  • Fazer jus às regras do SIM Digital (Programa de Simplificação do Microcrédito Digital para Empreendedores).

A solicitação de empréstimo Caixa Tem para MEIs deve ser feita presencialmente, em uma agência da Caixa. No processo, os seguintes documentos devem ser apresentados:

  • Certificado da Condição de Microempreendedor Individual (CCMEI);
  • Recibo de entrega da Declaração Anual do Simples Nacional (DASN) do último exercício fiscal encerrado com seu;
  • Documentos pessoais do microempresário (RG, CPF, comprovante de residência e certidão de estado civil).

Depois de solicitar o empréstimo, o empreendedor poderá acompanhar o andamento do pedido através do app Caixa Tem.

É necessário declarar o uso do dinheiro do empréstimo?

Não. O empréstimo Caixa Tem se encaixa na modalidade de empréstimo pessoal, na qual não é necessário detalhar o uso do dinheiro concedido.

Entretanto, a solicitação desse empréstimo só é recomendada em casos de real necessidade, pois as taxas de juros praticadas são consideradas altas, até mesmo em empréstimos para MEI.

Como pagar as parcelas do empréstimo?

Se você fez um empréstimo pessoa física no Caixa Tem, basta depositar o dinheiro referente à parcela na sua Poupança Digital+. Isso porque elas são debitadas automaticamente na data do vencimento.

Porém, se o seu empréstimo foi para MEI, a conta que deve ser abastecida com o valor das parcelas é a conta PJ que você mantém junto à Caixa, pois é nela que o desconto automático acontecerá.

Se não houver saldo suficiente na respectiva conta no dia do vencimento da parcela, o pagamento ficará pendente. Nesse caso, o usuário precisa suscitar o boleto de cobrança através do Caixa Tem ou em algum dos canais de atendimento da Caixa para realizar o pagamento posteriormente.

Vale ressaltar que o atraso no pagamento das parcelas causa a incorrência de juros e multas, em alguns casos, o que faz o valor da parcela aumentar.

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O coração do trading automatizado ganha conexão, MicAi-X conclui integração profunda com a API da Futurionex

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Nos últimos dias, a plataforma de serviços de trading automatizado MicAi-X confirmou publicamente que concluiu a integração profunda de API e a validação técnica com a corretora de criptoativos Futurionex. Esse avanço marca a parceria saindo do campo conceitual e entrando oficialmente em uma fase técnica funcional, validada pelo mercado e observada pelo setor como um ponto-chave na construção de sistemas modernos de execução para trading automatizado.

A essência do trading automatizado está na execução eficiente, estável e previsível. O coração dessa execução depende diretamente da transmissão de sinais e do envio de ordens de forma rápida, segura e sem falhas. A integração profunda entre MicAi-X e Futurionex conecta totalmente os sinais das estratégias ao canal de execução via API, criando um fluxo completo que vai desde o disparo do sinal até a execução da ordem e o retorno das informações operacionais.

Os programas de trading automatizado da MicAi-X se conectam diretamente ao sistema da corretora Futurionex por meio de API. Isso permite que os sinais das estratégias sejam convertidos automaticamente em ordens de mercado e sigam até a confirmação final da operação. Esse modelo aumenta a velocidade e a precisão da execução, reduz atrasos e erros comuns na operação manual e oferece ao usuário uma experiência de trading mais eficiente e transparente.

Esse avanço na integração via API representa um passo decisivo na transição do conceito para a prática no trading automatizado. Antes, esse tipo de operação dependia fortemente de ferramentas externas e ajustes manuais frequentes. Com a integração profunda, a MicAi-X leva a inteligência central do trading automatizado diretamente para dentro da infraestrutura da Futurionex, elevando a eficiência geral do sistema e a estabilidade das execuções. Além disso, essa conexão cria espaço para o desenvolvimento de funções personalizadas.

O avanço técnico na execução das operações abre novas oportunidades para o mercado de criptoativos. A integração entre Futurionex e MicAi-X entrega execuções mais rápidas, com menor latência, e cria um ambiente mais acessível para novos participantes no trading automatizado.

Com a conclusão da integração profunda via API, a MicAi-X assume um novo papel no setor. Deixa de atuar apenas como fornecedora de estratégias e passa a participar diretamente do sistema de execução, estabelecendo um marco para a infraestrutura do trading automatizado e fortalecendo a confiança do mercado nesse modelo.

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Decisão que restabeleceu aumento do IOF não alcança período de suspensão, esclarece STF

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Ministro Alexandre de Moraes explicou que aumento não incide sobre operações feitas no período em que o decreto esteve suspenso

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), esclareceu nesta sexta-feira (18) que o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) não se aplica às operações realizadas no período em que o decreto presidencial que elevou a alíquota esteve suspenso.

Na quarta-feira (16), o ministro restabeleceu os efeitos do decreto presidencial, com exceção do trecho referente à incidência do IOF sobre as chamadas operações de “risco sacado”.

O esclarecimento foi prestado nos autos da Ação Declaratória de Constitucionalidade (ADC) 96, em resposta à petição da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep). A entidade solicitou que os efeitos da decisão do ministro só fossem aplicados a partir de sua publicação e ressaltou que milhares de operações de crédito, câmbio, seguros e investimentos foram realizadas com base na expectativa de que as alíquotas majoradas estavam suspensas. “Existem obstáculos operacionais e jurídicos praticamente intransponíveis à implementação de cobrança retroativa”, afirmou.

O ministro destacou que, para garantir a segurança jurídica, é necessário esclarecer que as alíquotas aumentadas não podem ser cobradas durante o período em que o decreto presidencial esteve suspenso — ou seja, desde a entrada em vigor do decreto do Congresso Nacional que havia suspendido a cobrança até a decisão proferida na última quarta-feira (16).

Segundo o ministro Alexandre de Moraes, a dinâmica e complexidade das operações financeiras sujeitas ao tributo constituem “obstáculo significativo à operacionalização da exação fiscal, sob risco de insegurança e aumento injustificado de litigiosidade entre Fisco e agentes econômicos”.

Amici curiae

Na mesma decisão, o ministro autorizou a Fiep e outras instituições a participarem do caso como amici curiae (amigos da Corte), ou seja, entidades que, embora não sejam partes no processo, podem oferecer informações, opiniões técnicas ou subsídios relevantes para o julgamento da causa. Entre elas estão: a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Confederação Nacional do Transporte (CNT), a Confederação Nacional do Comércio (CNC), a Confederação Nacional das Instituições Financeiras (CNF), a Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNSeg).

Leia a íntegra da decisão.

(Virginia Pardal/AD)

Leia mais:

16/07/2025 – STF restabelece parcialmente decreto que eleva alíquotas do IOF

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ARTIGO: Redução de limite no cartão sem aviso prévio: um erro que pode custar caro às instituições financeiras

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A redução do limite do cartão de crédito sem aviso prévio ao consumidor pode ser motivo para indenização. Recentemente, uma decisão judicial destacou a importância da comunicação adequada quando se trata de alterações no limite de crédito.

O caso

Em um recente julgamento, foi decidido que uma administradora de cartões de crédito deve pagar uma indenização por ter reduzido o limite do cartão de um cliente sem aviso prévio. O cliente, que tinha um limite de R$ 2.400 e havia utilizado apenas R$ 400, teve seu limite reduzido para R$ 300 sem qualquer comunicação antecipada. Quando tentou fazer compras e teve o pagamento recusado, descobriu a mudança abrupta no seu limite.

O impacto da redução de limite do cartão de crédito não avisada

O cliente utilizava apenas R$ 400 de seu limite de crédito quando foi surpreendido com a redução. Sem qualquer aviso ou justificativa, descobriu a mudança no limite apenas no momento da compra, o que o obrigou a abandonar os produtos e retornar para casa de mãos vazias. A situação não apenas prejudicou o consumidor financeiramente, mas também causou um abalo emocional significativo.

Como advogada atuante na área de Direito do Consumidor, Júlia Bittencourt reforça que essa prática contraria os princípios da transparência, boa-fé objetiva e dever de informação, previstos no Código de Defesa do Consumidor (CDC). “O consumidor tem o direito de ser previamente informado sobre qualquer alteração no contrato, especialmente aquelas que podem impactar diretamente sua vida financeira. Reduzir o limite de crédito sem aviso é uma conduta abusiva que não pode ser tolerada”, afirma.

A decisão judicial e os direitos do consumidor

O tribunal destacou que, embora as instituições financeiras tenham autonomia para ajustar os limites de crédito, isso só pode ser feito com aviso prévio de pelo menos 30 dias, conforme estabelecido pela Resolução 96/2021 do Banco Central. A ausência dessa comunicação caracteriza falha na prestação de serviço e gera o dever de reparação pelos danos causados.

A advogada ressalta que a responsabilidade das instituições financeiras é objetiva, conforme previsto no CDC. “Independentemente de culpa, o fornecedor responde pelos danos causados pela falha no serviço. No caso em questão, a redução abrupta do limite sem aviso violou o direito básico do consumidor à informação clara e adequada, configurando o dever de indenizar”, explica Júlia.

O que fazer em casos semelhantes?

Se você enfrentar uma situação semelhante, siga estas orientações para proteger seus direitos:

– Documente o ocorrido: registre todas as tentativas de comunicação com a instituição, bem como os impactos financeiros e emocionais sofridos.
– Busque soluções administrativas: entre em contato com a administradora do cartão para solicitar o restabelecimento do limite e esclarecimentos sobre a redução.
– Procure um advogado especializado: caso o problema persista, é possível buscar judicialmente o restabelecimento do limite e uma indenização por danos morais.

A importância de buscar a Justiça

“A transparência nas relações de consumo é um pilar essencial do Direito do Consumidor. Quando esse princípio é violado, os consumidores devem buscar a Justiça para que práticas abusivas sejam combatidas e seus direitos sejam preservados”, conclui Júlia Bittencourt.

Se precisar de ajuda para lidar com questões semelhantes ou para entender melhor suas opções legais, nossa equipe está à disposição para oferecer suporte e orientação.

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