
No salão da aldeia do Eliseu, neste 13 de dezembro de 2024, é Thomas Bach, o presidente do Comitê Olímpico Internacional, que é condecorado com a Legião de Honra. No final da cerimónia, interrompida por uma breve ausência do Presidente da República, a notícia chegou aos telefones dos convidados, incluindo o da presidente da Câmara de Paris, Anne Hidalgo: François Bayrou foi nomeado primeiro-ministro.
Depois de cumpridas as habituais gentilezas, Emmanuel Macron pega a socialista eleita pelo braço e leva-a para cima. Atrás das portas fechadas do gabinete presidencial, Anne Hidalgo se surpreende com a promoção do centrista, que não é muito sua preferência. “Eu não tive escolha, ele ia destruir tudo! »Emmanuel Macron lhe confidencia.
A anedota, contada pelo vereador aos seus entes queridos, diz muito sobre a relação de confiança que se estabeleceu entre o chefe de Estado e o presidente da Câmara de Paris. Um relacionamento “um novo tipo”eufemizamos na Câmara Municipal, que era “consideravelmente aquecido” desde os Jogos Olímpicos (JO) de Paris. Isto é confirmado, da boca para fora, pela comitiva do Chefe de Estado.
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