
Em duas semanas, Melbourne Park retomará o serviço. O som das bolas ressoará mais uma vez na superfície sintética do torneio australiano do Grand Slam, e os melhores jogadores do mundo iniciarão a sua temporada de ténis sob as temperaturas amenas do hemisfério sul. Mas um zumbido incomum corre o risco de acompanhar os passos de Jannick Sinner, vencedor do Aberto da Austrália de 2024 e número 1 do mundo. O italiano é suspeito de doping desde março de 2024.
Ele não será o único a ser seguido por esta pequena música de dúvida, deixada ao apreço da Agência Internacional para a Integridade do Tênis (ITIA) e da Agência Mundial Antidopagem (WADA). Ex-nº 1 Iga Swiatek ou Simona Halep − perderam o Aberto da Austrália devido a problemas físicos − também foram suspensos das aulas este ano, pelo mesmo motivo.
Há vários meses que os testes antidoping não conformes têm aumentado dentro da bolinha amarela – que parece ter dificuldade em medi-los. A lavagem precipitada, as sanções consideradas demasiado leves, as sentenças mal formuladas irritam os nervos dos jogadores do circuito.
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