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Jannik Sinner vence Novak Djokovic na final do Masters 1000 de Xangai
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Jannik Sinner se tornou a bête noire de Novak Djokovic? O tenista italiano infligiu nova derrota ao seu homólogo sérvio – a quarta nos últimos cinco encontros – no domingo, 13 de outubro, durante a final do Masters 1000 em Xangai (China), vencendo em dois sets: 7 -6 (7/ 4), 6-3.
O Transaplin agora tem a garantia de terminar o ano como número um do mundo, depois de uma temporada de 2024 que o viu conquistar seus primeiros títulos de Grand Slam, em o Aberto da AustráliaEntão o Aberto dos EUAe durante o qual venceu o Masters 1000 em Cincinnati (Ohio) e Miami (Flórida).
Ainda assim, o jovem de 23 anos enfrenta acusações de doping, tendo testado positivo duas vezes para uma substância proibida na primavera. E, antes do início do torneio em Xangai, Sinner admitiu que não se sentia “não confortável” devido à continuação de um procedimento que ele “pensei que tinha acabado”.
Suspensão de “um a dois anos”
Jannik Sinner foi inocentado pela primeira vez no final de agosto por a Agência Internacional de Integridade do Tênis (ITIA) – decisão fortemente criticada por alguns tenistas, incluindo o australiano Nick Kyrgios e o francês Lucas Pouille. Mas um mês depois, a Agência Mundial Antidopagem apelou, exigindo “um a dois anos” suspensão contra ele.
Em plena ascensão após conquistar seu primeiro título importante, em Melbourne, Jannik Sinner havia sido submetido a dois testes antidoping positivos para clostebol, um esteróide anabolizante, com oito dias de intervalo: em 10 de março, durante o torneio em Indian Wells (Califórnia), e em 18 de março, fora de competição. , mas pouco antes do torneio de Miami. Vestígios da substância foram encontrados em sua urina. Nas duas vezes recorreu, o que lhe permitiu reduzir as suspensões automáticas (de 4 a 5 de abril para a primeira, de 17 a 20 de abril para a segunda).
O italiano se defendeu explicando que sofreu “contaminação por um membro de sua equipe, que aplicou um spray de venda livre contendo clostebol em sua própria mão para tratar um pequeno ferimento”de acordo com o ITIA. Cabe agora ao Tribunal Arbitral do Desporto decidir sobre esta questão.
Um ano quase em branco para Djokovic
Depois desta nova desilusão, a temporada de Novak Djokovic poderia ser descrita como em branco nesta fase, sem o belo toque de ouro colhido nos Jogos de Paris e a medalha de ouro olímpica que o sérvio finalmente conquistou, aos 37 anos, após o bronze obtido em. 2008 em Pequim e três outras tentativas frustradas. Uma conclusão simbólica que completa o maior recorde da história do tênis.
O fato é que, pela primeira vez desde 2017, “Nole” não vence um Grand Slam ou um torneio ATP desde o início do ano. Para remediar esta situação, está marcado um encontro em Paris-Bercy, no dia 28 de outubro, para o último Masters 1000 do ano, onde tentará manter o título.
Serviço esportivo (com AFP)
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.
A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).
O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.
Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.
“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.
O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.
Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.
Fhagner Soares – Estagiário
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