
Para a seleção francesa, os Jogos Paralímpicos de 2024 foram pontuados por 75 medalhas. Ou (quase) tanto quanto a quantidade de pizzas devoradas pelos “entregadores” do Mundo durante os doze dias de provações. O “entregador” é um cara engraçado do departamento de Esportes (entre outros), que comenta ao vivo e por escrito as maiores competições, de Roland-Garros à Copa do Mundo de Futebol, passando pelo Tour da França e pela Copa do Mundo de Rugby.
Em 2024, e pela primeira vez em Mundoos “entregadores” atacaram os Jogos Paralímpicos. Com prazer, mas ligeiramente tateando. Sejamos honestos, nenhum de nós era realmente especialista em paradesporto antes dos Jogos de Paris.
Alguns podiam gabar-se de não perder um jogo no Stade Malherbe Caen, de poder assistir aos jogos do Top 14 todos os fins de semana ou de acompanhar o atletismo ou o judô o mais de perto possível. Por outro lado, Mathieu Bosredon, Aurélie Aubert e Hugo Didier geralmente não eram favorecidos por nossas televisões na hora do zapping.
Numa redação que rapidamente ganhou ar da NASA, com telas iluminadas nos quatro cantos do departamento, muitas vezes tivemos que nos perguntar: “Mas o que é “S11” afinal? » Uma pergunta que se aplica a quase todos abreviaturas de categoria. E quase todas as horas.
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