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Pierre Ferracci, presidente do Paris FC e empresário todo-o-terreno

Presidir um clube da Ligue 2, antecâmara da elite do futebol profissional, nem sempre é uma tarefa fácil. Neste sábado, 7 de dezembro, à noite, choveu torrencialmente em Ajaccio. Nas arquibancadas do estádio Michel-Moretti, mil pessoas corajosas, pouco mais, vieram assistir ao jogo entre AC Ajaccio e Paris FC (PFC). Entre duas canções corsas que cobrem o som da chuva, os adeptos locais gritam, de vez em quando, nomes de pássaros apontados ao ” Francês “ da equipe parisiense.

Aos 72 anos, Pierre Ferracci já viu outros. Jaqueta cinza sobre jeans escuros, cabelos ralos, o técnico do Paris Football Club, nascido em Ajaccio, acompanha a partida da arquibancada. Ele sentou-se entre seu filho François, diretor esportivo do PFC, e um ex-técnico do AC Ajaccio. Aqui ele é quase como um espectador comum; naquela noite, ele ignorou o camarote destinado aos dirigentes do clube visitante, muito distante.

A travessa de coppa, lonzu e queijos da Córsega permaneceram intactas, assim como a garrafa de champanhe. Apesar de tudo, Pierre Ferracci se divertiu. Ao apito final, selando a vitória dos parisienses com dois gols incríveis, ele entrou em campo. Na chuva torrencial, ele aperta mãos, todo sorrisos. Tanto para os seus jogadores como para os seus adversários.

Mudança de dimensão

Pierre Ferracci é um feliz chefe de clube. As derrotas recentes não vão mudar nada. Além disso, o PFC, atualmente em terceiro lugar no ranking, ainda pode almejar a subida à Ligue 1 no final da temporada. “Estou feliz porque sinto que coloquei o clube no caminho certo” disse ele, satisfeito, antes da partida contra o Ajaccio. “Bons trilhos”, a expressão beira a coqueteria. Porque o septuagenário, fundador e diretor do grupo Alpha, especialista e líder em consultoria de recursos humanos, acaba sem dúvida de concretizar um dos maiores negócios da sua carreira. O mais retumbante, com certeza.

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