Gabriela Mayer, Lucas Monteiro, Paola Ferreira Rosa, Gustavo Simon, Thomé Granemann
Além do chamado “choque de juros” anunciado pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central na reunião da última quarta-feira (11) —a elevação de 1 ponto percentual na taxa Selic—, chamou a atenção a sinalização de que no primeiro trimestre de 2025 o colegiado pode fazer mais duas altas de mesma dimensão, levando os juros a 14,25% ao ano.
A ata do encontro será divulgada na terça (17), mas o Copom destacou no comunicado dúvidas sobre os rumos da economia dos EUA, a atividade econômica mais aquecida do que o esperado e a piora nas expectativas de inflação no Brasil.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, minimizou o peso da política fiscal na decisão e disse que o governo Lula “está perseguindo as metas estabelecidas já há um ano”.
O Café da Manhã desta sexta-feira (13) discute como a economia deve entrar em 2025 sob um choque de juros. O economista Andre Braz, do Ibre-FGV (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas), explica os significados da alta da Selic definida pelo Banco Central e trata dos impactos dela na inflação e na vida dos brasileiros.
O programa de áudio é publicado no Spotify, serviço de streaming parceiro da Folha na iniciativa e que é especializado em música, podcast e vídeo. É possível ouvir o episódio clicando acima. Para acessar no aplicativo, basta se cadastrar gratuitamente.
O Café da Manhã é publicado de segunda a sexta-feira, sempre no começo do dia. O episódio é apresentado pelos jornalistas Gabriela Mayer e Gustavo Simon, com produção de Lucas Monteiro e Paola Ferreira Rosa. A edição de som é de Lucas Monteiro e Thomé Granemann.
