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Podcast: funk é o gênero mais ouvido do Brasil no exterior – 31/12/2024 – Podcasts

Laura Lewer, Gustavo Simon, Thomé Granemann, Maurício Meireles, Paola Ferreira Rosa

O ano de 2024 consolidou o funk como protagonista musical brasileiro no exterior. Beyoncé e Kanye West usaram trechos de músicas do gênero em seus álbuns, e DJs e MCs do Brasil rodaram Estados Unidos e Europa em festas e grandes festivais de música.

Anitta, que lançou em abril “Funk Generation” —seu primeiro álbum em muitos anos dedicado a um mergulho no gênero— se destacou nesse movimento. Foi a artista brasileira mais ouvida fora do país, segundo dados do Spotify, e garantiu até uma indicação ao Grammy.

Mas, para se consolidar como um gênero que seja a cara do Brasil lá fora daqui para a frente, o funk tem um caminho longo para percorrer —como, aliás, percorreu para se consolidar no país mesmo. A história do ritmo corre junto a casos de preconceito, violência, falta de profissionalização e estigma, elementos que travam a expansão até hoje.

O Café da Manhã desta terça-feira (31) fala do ano que o funk teve no exterior. A autora de “Funk Delas: A História Contada por Mulheres”, Michele Miranda, e a funkeira Deize Tigrona, um dos primeiros nomes do gênero sampleados por artistas internacionais, falam sobre a trajetória do funk e os obstáculos que ele encontrou no caminho. E o jornalista Felipe Maia, colaborador da Folha e etnomusicólogo, explica a dimensão que o ritmo tem no exterior e analisa como a música pode ser um instrumento de soft power de um país.

O programa de áudio é publicado no Spotify, serviço de streaming parceiro da Folha na iniciativa e que é especializado em música, podcast e vídeo. É possível ouvir o episódio clicando acima. Para acessar no aplicativo, basta se cadastrar gratuitamente.

O Café da Manhã é publicado de segunda a sexta-feira, sempre no começo do dia. O episódio é apresentado pelo jornalista Gustavo Simon. O roteiro foi escrito com Laura Lewer, com produção de Maurício Meireles e Paola Ferreira Rosa. A edição de som é de Thomé Granemann.



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