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Bolsonaristas apresentam projetos ‘anti-funk’ em escolas – 13/01/2025 – Painel

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Artur Búrigo

Vereadores bolsonaristas têm apresentado projetos de lei para proibir a veiculação em escolas municipais de músicas que contêm violência e façam apologia às drogas, à violência e outros atos ilícitos. As propostas estão sendo apelidadas por eles mesmos de “lei anti-funk“.

No caso de Belo Horizonte, o gênero municipal aparece especificado no primeiro artigo de projeto de lei desta segunda-feira (13) do vereador de primeiro mandato Vile Santos (PL).

Ele afirmou ao Painel que se inspirou em decreto do prefeito de Carmo do Rio Claro, Filipe Carielo (PSD), que proibiu o funk nas escolas municipais da cidade do sul de Minas Gerais.

“O funk abrange 98% do que está sendo tocado de errado nas escolas”, disse o vereador, ex-assessor do deputado estadual Bruno Engler (PL).

Vile ressaltou que o segundo artigo da sua proposta proíbe músicas de outros gêneros que contenham apologia ao crime, conteúdo pornográfico ou “expressões de duplo sentido que promovam ideias inadequadas ao desenvolvimento moral de crianças e adolescentes”.

Ele ainda afirmou que caberia à prefeitura regulamentar e identificar maneiras de fiscalização.

Em Curitiba, o vereador Olímpio Araújo Júnior (PL) também protocolou, na semana passada, projeto para proibir músicas consideradas “violentas” em escolas municipais.

Em vídeo publicado nas redes sociais, ele disse que o projeto não delimita um gênero musical, mas cita os apelidos que foram dados a seu projeto, como “lei anti-funk” e “lei anti-Anitta”, em referência à cantora do estilo musical.

Ao Painel, o vereador disse que seu projeto tramitará sob o nome “lei Música Limpa”, e, por não delimitar gênero musical, o projeto é constitucional.

“Essa lei não é específica sobre Anitta ou funk, foi uma brincadeira sobre quando comentei que faria uma moção de repúdio a um show dela em Curitiba no ano passado. Eu acabei fazendo essa brincadeira [de apelido] pelo fato de as músicas dela também serem impróprias e estarem previstas dentro nesse escopo de músicas que a gente pretende proibir”, disse Olímpio.

Ele ainda citou a banda Mamonas Assassinas como exemplo de artista de outro gênero que seria vetado das escolas com base no projeto de lei.

“Eu cresci ouvindo e achava que era natural, mas, se for analisar, não é uma música para ser ouvida por uma criança do ensino infantil “, disse o vereador.

Proposta semelhante, de autoria do vereador Nelson Hossri (PSD), chegou a ser aprovada na Câmara Municipal de Campinas no ano passado, mas foi vetada pelo prefeito Dário Saadi (Republicanos).

A gestão justificou o veto pela proposta não ter respeitado o “princípio da gestão democrática da educação”. A decisão do prefeito foi mantida pelos vereadores.


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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre

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O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.

A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.

A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.

“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”

Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”

Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.

 



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