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Por trás do sucesso do filme “I’m Still Lá”, duvidam sobre um novo Brasil

Por trás do sucesso do filme "I'm Still Lá", duvidam sobre um novo Brasil

EDe repente, o carnaval interrompeu. Em 2 de março, por volta da meia -noite no Rio, Salvador e Recife, milhões de foliões deixaram de cantar e mexer para cantar um grito de vitória. Eu ainda estou lá (« Ainda estou aqui »em português), de Walter Salles, acaba de ganhar o Oscar pelo melhor filme estrangeiro e é um país que cappsiza. Clamors, lágrimas como se estivesse chovendo, abraços entre estranhos … No entanto, foi celebrar a primeira estatueta de ouro na história do Brasil.

É um eufemismo dizer que o país havia se preparado para o evento. Quase em todos os lugares, e até Na vila da Amazônia de Inaa-Béonde um ritual nativo havia sido organizado para apoiar o filme, as telas gigantes foram instaladas para seguir a cerimônia ao vivo. Nas ruas, os carnavais se armaram com oscars de papelão, máscaras ou camisas de Seleçao ladeadas pela atriz principal, Fernanda Torres. O retrato da atriz se viu em murais, mas também bolos, rosquinhas e bonecas gigantes …

Como nas grandes horas de futebolo país foi repentinamente devolvido ao zênite, e muito ruim se Fernanda Torres não ganhou a estatueta da melhor atriz por sua interpretação de Eunice, a esposa de Rubens Paiva, ex-aprofundado da esquerda removida e assassinada pela ditadura militar em 1971. “Brasil é campeão mundial de cinema”intitulado The Daily Meia Horaenquanto o presidente Lula comemorou “O dia em que devemos estar ainda mais orgulhosos de ser brasileiros”.

Mensagem humanista

Para muitos brasileiros, especialmente à esquerda, o sucesso do filme é mais do que uma lufada de ar fresco ou um iluminação simples: o sinal de que uma página histórica finalmente se vira, depois de uma década trágica e humilhante. Isso foi marcado pelo colapso econômico, A demissão do presidente de esquerda Dilma Rousseff, em 2016A prisão de Luiz Inacio Lula da Silva em abril de 2018 e, acima de tudo, o mandato do presidente da extrema direita, Jair Bolsonaro (2019-2023), entre pandemia de Covid-19, devastação da Amazônia, ameaças de golpe e rebaixamento global.

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