Uma investigação sobre danos por religião foi aberta após diversas denúncias de uma mulher sobre etiquetas antissemitas na porta de seu apartamento e no prédio dela, aquele onde Mireille Knoll foi morta em 2018anunciou o Ministério Público de Paris na quarta-feira, 30 de outubro.
A investigação foi confiada à delegacia de 9e distrito de Paris, especificou a acusação, acrescentando que não havia “sem prisões”.
De acordo com a BFM-TV et O parisienseque revelou o caso, “suásticas” e mensagens ameaçadoras, como “Morte aos Judeus”estavam gravados na porta desta mulher, chamada Nancy. Ela afirma que desde “mais de um mês” ela descobre essas mensagens em sua porta, em sua caixa de correio e no elevador de seu prédio, onde morava Mireille Knoll – uma octogenária que escapou da prisão de Vél’d’Hiv, morto em março de 2018 por um vizinho.
Este último havia sido condenado em novembro de 2021 à prisão perpétua por este homicídio, cujo carácter anti-semita foi reconhecido.
Nancy, que é mãe de dois filhos, entrou com pedido “várias reclamações” desde o aparecimento das primeiras etiquetas, afirmou o Ministério Público, sem especificar o número.
O mundo com AFP
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