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A recuperação do furacão Milton é retomada enquanto os republicanos provocam uma tempestade política | Furacão Milton
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Edward Helmore
As autoridades estão avaliando urgentemente o custo de Furacão Milton depois que a tempestade mortal gerou tornados antes de atingir o centro da Flórida e depois devastar o estado, deixando casas destruídas, ruas bloqueadas com linhas de energia derrubadas, árvores caídas e escombros.
Pelo menos 16 pessoas morreram na tempestade, de acordo com o Tampa Bay Times e os esforços de recuperação continuam, o que significa que os números podem aumentar. O furacão atingiu a costa menos de duas semanas depois Furacão Helena atingiu o noroeste da Flórida e permaneceu em terra como uma tempestade tropical, com uma intensidade inesperadamente alta número de mortos de 230 pessoas, o maior desde Furacão Katrina atingiu Nova Orleans em 2005 e causou danos causados por inundações e ventos fortes em 10 estados.
Milton sistema climático poderoso e destrutivoque produziu dezenas de tornados na Flórida na quarta-feira, destruiu cerca de 150 casas, cortou a energia de mais de 3,3 milhões de clientes, varreu ilhas-barreira com uma tempestade de 6 pés, arrancou o telhado de um estádio de beisebol e derrubou um guindaste de construção de 500 pés.
Um menino de 14 anos foi encontrado flutuando em um pedaço de cerca e uma tripulação de um helicóptero da guarda costeira resgatou um homem flutuando em uma caixa de gelo separada de seu barco no Golfo do México – “um cenário de pesadelo até mesmo para o marinheiro mais experiente”. , segundo os socorristas.
Mas Milton, que oscilou 70 milhas para sul de onde se previa atingir a costa, não provocou a escala de destruição que as autoridades temiam. As evacuações em massa, sem dúvida, reduziram o número de mortos depois que Milton se transformou em um furacão de categoria 5 ao atingir o México, desacelerou um pouco, acelerou novamente ao cruzar o golfo e finalmente atingiu o México. Flórida como categoria 3. Tampa foi poupada de um impacto direto e uma temida tempestade de 15 pés nunca se materializou.
A pior tempestade pareceu ocorrer no condado de Sarasota, onde atingiu 8-10 pés – mais baixa do que no pior local durante Helene. Mas os 18in de chuva que caíram em algumas áreas ainda estão causando inundações. Pontes e aeroportos foram reabertos e as pessoas estão voltando para ver o que sobrou de suas casas. Alguns estão sólidos, alguns destruídos, alguns cheios de areia devido à enorme onda do mar.
O governador da Flórida, Ron DeSantisdisse que não era “o pior cenário”. Ele disse estar “muito confiante de que esta área vai se recuperar muito, muito rapidamente”.
As mortes de Milton incluíram cinco pessoas mortas por tornados no Spanish Lakes Country Club, perto de Fort Pierce, na costa atlântica da Flórida, e uma mulher morta por um galho de árvore caído em Tampa. Mais duas mulheres foram mortas pela queda de árvores no condado de Volusia.
Mas o custo de Milton também está sendo calculado em termos políticos, desencadeando uma feroz rodada de acusações entre candidatos políticos nas eleições do próximo mês. eleições nacionais.
O vice-presidente, Kamala Harrise a Casa Branca criticou o candidato presidencial republicano, Donald Trump, pelos seus ataques à resposta federal aos furacões Helene e Milton e sugeriu que ele estava a tentar transformar as tempestades mortais em sua vantagem política.
“Nesta crise – como em tantas questões que afetam o povo do nosso país – considero muito importante que a liderança reconheça a dignidade”, disse Harris, o candidato do Partido Democrata à presidência após Biden caiu sua candidatura à reeleição em julho, disse em uma prefeitura em Las Vegas na noite de quinta-feira. “Devo enfatizar que este não é um momento para as pessoas fazerem política”, acrescentou ela.
Os comentários do vice-presidente surgiram depois de Trump sugerir que a resposta da administração Biden tinha faltado e sido planeada de forma partidária, o que fez com que os eleitores republicanos fossem abandonados e deixassem “os americanos afogarem-se”, especialmente na Carolina do Norte depois de Helene. “Eles deixaram essas pessoas sofrerem injustamente”, disse ele. Seus comentários receberam críticas bipartidárias, inclusive de alguns líderes republicanos locais e estaduais nas áreas afetadas.
Biden chamou a campanha eleitoral republicana de “tão antiamericana pela maneira como falam sobre essas coisas” e acrescentou diretamente a Trump: “Vá para a vida, cara”.
Os meteorologistas que rastreiam Milton foram assolados por teorias da conspiração que estão a controlar o clima, mesmo através de uma explosão nuclear, e que enfrentaram ameaças de morte.
“Nunca vi uma tempestade acumular tanta desinformação, estamos apenas espalhando informações erradas por toda parte”, disse a meteorologista da CBS Katie Nickolaou. Ela adicionado: “Assassinar meteorologistas não impedirá os furacões. Não acredito que tive que digitar isso.”
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Rede de trabalho franco-brasileira atua em propriedades amazônicas — Universidade Federal do Acre
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6 de março de 2026A Ufac integra uma rede de trabalho técnico-científico formada por pesquisadores do Brasil e da França, desenvolvendo trabalhos nas áreas de pecuária sustentável e produção integrada. Também compõem a rede profissionais das Universidades Federais do Paraná e de Viçosa, além do Instituto Agrícola de Dijon (França).
A rede foi construída a partir do projeto “Agropecuária Tropical e Subtropical e Desenvolvimento Regional: Cooperação entre Brasil e França”, aprovado em chamada nacional da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e do Comitê Francês de Avaliação da Cooperação Universitária com o Brasil. Esse programa iniciou na década de 1970 e, pela primeira vez, uma instituição do Acre teve um projeto aprovado.
Atualmente, alunas do doutorado em Agronomia da Ufac, Natalia Torres e Niqueli Sales, realizam parte do curso no Instituto Agrícola de Dijon, na modalidade doutorado sanduíche. Elas fazem estudos sobre sistemas que integram produção de bovinos, agricultura e a ecofisiologia de espécies forrageiras arbustivas/arbóreas.
Além disso, a equipe do projeto realiza entrevistas com criadores de gado (leite e corte), a fim de produzir informações para proposição de melhorias e multiplicação das experiências de sucesso. Há, ainda, um projeto em parceria com a equipe da Cooperativa Reca para fortalecer a pecuária integrada e sustentável.
Outra ação da rede é a proposta do sistema silvipastoril de alta densidade de plantas, com objetivo de auxiliar agricultores que possuem embargos ambientais na atividade de recomposição de reservas. No momento, a equipe discute um consórcio de plantas que atende à legislação ambiental. Da Ufac, fazem parte da rede os professores Almecina Balbino Ferreira, Vanderley Borges dos Santos, Eduardo Mitke Brandão Reis e Eduardo Pacca Luna Mattar, que trabalham nos cursos de Agronomia, Medicina Veterinária e Engenharia Florestal.
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Professora publica livro sobre sítios naturais sagrados do povo Nukini — Universidade Federal do Acre
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4 de março de 2026A professora Renata Duarte de O. Freitas, do curso de Direito do campus Floresta da Ufac, lança o livro “Aldeia Isã Vakevu, do Povo Originário Nukini: Um Sítio Natural Sagrado no Coração do Juruá” (Lumen Juris, 240 p.). O evento ocorre neste sábado, 7, às 19h, no teatro dos Nauas, em Cruzeiro do Sul. Resultado de investigação científica, a obra integra a cosmologia indígena aos marcos regulatórios da justiça ambiental.
A pesquisa é fundamentada na trajetória de resistência do povo Nukini. O livro presta homenagem à memória de Arlete Muniz (Ynesto Kumã), matriarca, parteira e liderança espiritual que preservou os conhecimentos milenares do Povo da Onça frente aos processos de aculturação e violência histórica.
O texto destaca a continuidade desse patrimônio imaterial, transmitido de geração para geração ao seu neto, o líder espiritual Txane Pistyani Nukini (Leonardo Muniz). Atualmente, esse legado sustenta a governança espiritual no Kupixawa Huhu Inesto, onde a aplicação das medicinas da floresta e a proteção territorial dialogam com a escrita acadêmica para materializar a visão de mundo Nukini perante a sociedade global.
Renata Duarte de O. Freitas introduz no cenário jurídico eixos teóricos que propõem um novo paradigma para a conservação ambiental: sítios naturais sagrados, que são locais de identidade cultural e espiritual; direito achado na aldeia, cuja proposta é que o ordenamento jurídico reconheça que a lei também emana da sacralidade desses locais; e direitos bioculturais, que demonstram que a biodiversidade da Serra do Divisor é preservada porque está ligada ao respeito pelos sítios naturais sagrados.
Ao analisar a sobreposição de uma parte do território Nukini com o Parque Nacional da Serra do Divisor, a obra oferece uma solução científica: o reconhecimento de que áreas protegidas pelo Estado devem ser geridas em conjunto com os povos originários, respeitando seus territórios sagrados.
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Em caravana, ministro da Educação, Camilo Santana, visita a Ufac — Universidade Federal do Acre
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25 de fevereiro de 2026A Ufac recebeu, nesta quarta-feira, 25, na Reitoria, campus-sede, a visita do ministro da Educação, Camilo Santana, no âmbito da caravana Aqui Tem MEC, iniciativa do Ministério da Educação voltada ao acompanhamento de ações e investimentos nas instituições federais de ensino.
Durante a agenda, o ministro destacou que a caravana tem percorrido instituições federais em diferentes Estados para conhecer a realidade de cada campus, dialogar com gestores e a comunidade acadêmica, além de acompanhar as demandas da educação pública federal.
Ao tratar dos investimentos relacionados à Ufac, a reitora Guida Aquino destacou a obra do campus Fronteira, em Brasileia, que conta com R$ 40 milhões em recursos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A estrutura terá seis cursos, com salas de aula, laboratórios, restaurante universitário e biblioteca.
Abordando a visita, Guida ressaltou a importância da universidade para o Estado e a missão da educação pública. “A Ufac é a única universidade pública federal de ensino superior do Acre e, por isso, tem papel estratégico na formação e no desenvolvimento regional. A educação é que transforma vidas, transforma o país.”

Outro tema tratado durante a agenda foi a implantação do Hospital Universitário no Acre. Camilo Santana afirmou que o Estado é o único que ainda não conta com essa estrutura e informou que o governo federal dispõe de R$ 50 milhões, por meio do Novo PAC, para viabilizar adequações e a implantação da unidade.
Ele explicou que a prioridade continua sendo a concretização de uma parceria para doação de um hospital, mas afirmou que, se isso não ocorrer, o MEC buscará outra alternativa para garantir a instalação do serviço no Estado. “O importante é que nenhum Estado desse país deixe de ter um hospital universitário”, enfatizou.

Guida reforçou a importância do projeto e disse que o Hospital Universitário já poderia ser celebrado no Acre. Ao defender a iniciativa, contou que a unidade contribuiria para qualificar o atendimento, reduzir filas de tratamento fora de domicílio e atender melhor pacientes do interior, inclusive em casos ligados às doenças tropicais da Amazônia. Em tom crítico, declarou: “O cavalo selado, ele só passa uma vez”, ao se referir à oportunidade de implantação do hospital.
Após coletiva de imprensa, o ministro participou de reunião fechada com pró-reitores, gestores, políticos e parlamentares da bancada federal acreana, entre eles o senador Sérgio Petecão (PSD) e as deputadas Meire Serafim (União) e Socorro Neri (PP).
A comitiva do MEC foi formada pela secretária de Educação Básica, Kátia Schweickardt; pelo secretário de Educação Profissional e Tecnológica, Marcelo Bregagnoli; pelo secretário de Educação Superior, Marcus Vinicius David; e pelo presidente da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, Arthur Chioro.
Laboratório de Paleontologia
Depois de participar de reunião, Camilo Santana visitou o Laboratório de Paleontologia da Ufac. O professor Edson Guilherme, coordenador do espaço, apresentou o acervo científico ao ministro e destacou a importância da estrutura para o avanço das pesquisas no Acre. O laboratório foi reformulado, ampliado e recentemente reinaugurado.

Aberto para visitação de segunda a sexta-feira, em horário de expediente, exceto feriados, o local reúne fósseis originais e réplicas de animais que viveram no período do Mioceno, quando o oeste amazônico era dominado por grandes sistemas de rios e lagos. A entrada é gratuita e a visitação é aberta a estudantes e à comunidade em geral.
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