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Epitaciolândia

Ação conjunta entre Polícia Militar e Civil apreendem armas e quase 10 envolvidos em crimes na fronteira

O Alto Acre, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Estão detidos na delegacia de Epitaciolândia desde o início da tarde desta segunda-feira, dia 29, quatro menores e dois maiores, juntamente com duas armas tipo escopeta calibre 12. Mais dois já foram identificados e estão sendo procurados pela fronteira.

Segundo foi informado pelo delegado Luís Tonini, todos têm ficha criminal e estariam envolvidos em delitos que vem acontecendo nos últimos dias, além de portarem armas de grosso calibre, usadas para roubos de residências e veículos pela fronteira.

Maicon e André, juntamente com os três menores foram detidos nesta segunda, dia 29.
“Esta é uma resposta para àqueles que estão no mundo do crime. São pessoas que já vem sendo investigadas por envolvimentos em crimes ocorridos nos últimos dias e essa será nossa resposta para a sociedade de bem daqui da fronteira”, destacou o delegado.
André W. da Silva Lima (22) e Maicon Júnior Souza da Silva (26), já vinham sendo investigados pela Polícia e podem ligados diretamente em vários crimes. As armas apreendidas eram usadas em crimes tranfronteiriços, além de adesões de jovens nos grupos de facções criminosas que vem sendo combatidas pelas polícias na fronteira.

Armas de grosso calibre era usadas para vários crimes na fronteira.
Nesta operação, dois dos indivíduos também estariam realizando crimes na cidade boliviana de Cobija. Um dos detidos teria cortado a tornozeleira de monitoramento e outros dois que foram presos anteriormente, também estavam envolvidos nos crimes.
Todos serão encaminhados para o judiciário após serem ouvidos e os menores ficarão à disposição do Ministério Público, uma vez que maioria já tem passagens pelo Instituto Sócio Educativo (ISE)

Epitaciolândia

Prefeito Tião Flores beneficia servidores municipais com cartão magnético que oferece antecipação salarial

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Neste sábado, 10, o Prefeito de Epitaciolândia Tião Flores (PSB), acompanhado do Gerente de Negócios da GrandCard no Acre Bismack França, o Secretário Municipal de Administração José Menezes Cruz “Paraguaçu”, secretários municipais, assessores, e os representantes do SINTEAC de Epitaciolândia, popular Canindé e Soares, comemoraram o Dia dos Pais na sede social do SINTEAC, entregando o Cartão Convênio GrandCard à todos os servidores municipais.

O benefício, a custo zero ao Município, é resultado de uma parceria entre a Prefeitura de Epitaciolândia e a empresa GrandCard. Com o cartão magnético, os servidores poderão usufruir de uma antecipação salarial de até 30% do salário, e com ele fazer compras em toda a rede lojista credenciada, sem juros.

 

Na foto, prefeito de Epitaciolândia Tião Flores, acompanhado do Doutor Marcos Vitorino (convidado) e do Secretário de Administração “Paraguaçu”, apresentam envelope contendo o cartão magnético que beneficiará os servidores municipais de Epitaciolândia. 

Tião Flores fez questão de comemorar pessoalmente a implantação do benefício em churrasco de confraternização, afirmando que “este é um momento especial à todos os servidores de Epitaciolândia, que não precisarão recorrer à agiotagem nas situações de dificuldade financeira; estamos muito felizes“.

Na foto, Bismarck França (gerente regional da GrandCard), prefeito de Epitaciolândia Tião Flores, acompanhado dos representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (SINTEAC), Canindé e Soares. 

Bismarck França ressaltou que “o servidor não paga juros, o cartão convênio é uma antecipação salarial a custo zero praticamente, o servidor pagará apenas R$10,00 (dez reais) mês, quando e se utilizar o cartão. Esse é um benefício de suma importância para o servidor e sua família“.

Na ocasião, o SINTEAC realizou bingo e premiou pais e professores. 

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Brasileia

VÍDEO: Com equipamentos sucateados, Governo paga diárias somente para funcionários da Capital

O Alto Acre, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Veja o vídeo:

Único veículo disponível na regional do Alto Acre está em manutenção na Capital sem data para retorno – Foto: Alexandre Lima/Arquivo.

Alguns acontecimentos ocorridos na área policial na última semana, foi possível levantar um problema que está corrente dentro da área policial, no tocante à logística e equipamentos que deveriam estar servindo aos contribuintes do Acre.

Relembrando, na semana passada, a fronteira do Acre foi sacodida por crimes trágicos, onde seria necessário o trabalho de agentes da Polícia Civil, para resgatar e transladar os corpos para o Instituto Médico Legal (IML) na Capital.

A fronteira ainda não dispõe de um local apropriado para atender municípios da regional, sem a necessidade das famílias passarem pelo constrangimento de adiar o velório e sepultamento de seus entes que tiveram que passar pelo IML.

Os fatos que chama atenção, seria o caso do assassinato de um colono na zona rural e teve seu corpo jogado no Rio Xapuri. A cerca de quatro meses, os restos mortais ainda se encontram no IML a espera de material para exames de DNA, juntamente com outra ossada e corpos estão sendo liberados sem outros tipos de exames.

No final do dia 18 de julho, o delegado Rêmulo Diniz e sua equipe, juntamente com policiais militares, localizaram um corpo em decomposição avançada na zona rural de Epitaciolândia no km 16 da BR 317. A vítima seria um mototaxista boliviano que havia sumido a quatro dias.

Sem o veículo do IML que estava danificado e se encontra em manutenção na Capital até esta terça-feira, foi necessário levar o corpo para o hospital Wildy Viana na carroceria da caminhonete da PM durante a noite. Lá, ficou à espera do rabecão que viria da Capital, que chegou somente às 17h00 do dia seguinte.

O corpo em decomposição exalando mau cheiro por todo o dia, revoltou os familiares ao ponto de um promotor de justiça ir ao hospital e deverá acionar o Estado pelo descaso.

Entre esses casos, se ficou sabendo que o corpo de Pablo Costa não foi levado à Capital, devido o Estado não ter um veículo disponível na fronteira e não pagar o ‘banco de horas’ ou diárias para os agentes plantonistas, que tem de se deslocar em horários indeterminados, pois, como os mesmos residem na regional, tem que imediatamente se deslocarem aonde tiver ocorrido a tragédia.

Dessa forma, a vítima e os parentes tem que esperar por horas intermináveis até a chegada da equipe que recebe suas horas extras e banco de horas. Em contato com a assessoria da Segurança do Acre na tarde desta segunda-feira, dia 22, disseram que iriam entrar em contato com o secretário e depois responderiam o porquê que estariam beneficiando apenas os agentes da Capital e da falta do veículo.

Até as 11 horas desta terça-feira, dia 23, a Assessoria não havia retornado. Por Alexandre Lima.

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