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Acidente grave em rodovia do interior do Acre, desta vez em Brasiléia

Juruá em Tempo, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Menos de 12 horas após um grave acidente com um ônibus que transportava estudantes do Colégio Acreano, de Rio Branco, e do Colégio Divina Providência, de Xapuri, os quais participariam de jogos escolares em Cruzeiro do Sul, e que tombou na BR-364 deixando diversos feridos e pelo menos uma vítima fatal, por muito pouco uma nova tragédia não foi registrada noutra rodovia do interior do Acre. Um caminhão transportando sal tombou, chegando a ficar com as rodas para o ar, mas milagrosamente ninguém ficou ferido.

O novo acidente ocorreu no ramal do 19, da Estrada do Pacífico, no município de Brasiléia. O dono do caminhão, que não teve o nome revelado, disse que é comum ônibus e outros veículos escolares, transportando estudantes, passarem por ali correndo uma série de riscos. “Bem perto daqui há um buraco que engole o caminhão desses”, diz um agricultor ao apontar o caminhão tombado.

Pais de alunos da região de Brasiléia disseram que o acidente com o caminhão de sal deve servir de alerta às autoridades para que providenciem as melhorias necessárias aos ramais. “Não podemos deixar que aconteça aqui o que aconteceu em Cruzeiro do Sul”, disse um colono da região.

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Bacharel em direito é preso pela Polícia Civil, e nega acusação de se passar por advogado

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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O Portal Acre.com.br teve acesso com exclusividade aos documentos relativos ao flagrante, inquérito e interrogatório do acusado Leandro Massulini. Os autos nº. 0000911-38.2019.8.01.0003 tramitam perante a Vara Criminal de Brasileia, cidade da região do Alto Acre.

Segundo informações divulgadas pelo site O Alto Acre, Leandro Massulini teria queixas no RS e capital do Acre por estelionato, cujos supostos golpes podem chegar a R$ 30 mil reais.

Entretanto, em interrogatório na sede da Delegacia de Polícia, Leandro Massulini afirmou que “nunca foi preso nem processado, que é pai de três filhos, e que nunca se apresentou como advogado, sendo bacharel em direito“.

Veja o interrogatório:

O Portal Acre.com.br apurou que Leandro Massulini foi detido na tarde desta quinta-feira, dia 25, na cidade de Brasiléia. Segundo informações, após a delegacia receber denúncias que o mesmo vinha se passando por advogado, buscando pessoas idosas visando aposentadoria no INSS.

Segundo foi informado pelo site O Alto Acre, Leandro já teria queixas no estado do Rio Grande do Sul e na Capital do Acre, Rio Branco, onde teria aplicado golpes em comércios e pessoas. Nas cidades de Brasiléia, Epitaciolândia e Assis Brasil, já teria feito vítimas arrecadando valores que podem chegar a R$ 30 mil reais.

Afirmaram algumas pessoas que Leandro Massulini dizia ser advogado e conhecedor dos meios administrativos junto ao INSS e Caixa Econômica, conhecimento com qual operava para ajudar as pessoas a receber dinheiro de pensão e usava documentos dos órgãos para convencer a todos.

Na fronteira, cerca de três pessoas denunciaram prejuízo, segundo o site O Alto Acre, além de uma senhora de aproximadamente 80 anos na cidade de Assis Brasil, após o mesmo se apossar de valores que chegavam a R$ 10 mil reais, sendo que nada era feito junto aos órgãos competentes.

Ainda no golpe, dizia às vítimas que poderia conseguir os retroativos junto ao INSS após conseguir as pensões previdenciárias. Leandro foi indicado por crimes de uso de documentos falsos, exercício ilegal da profissão como advogado e estelionato.

O acusado será apresentado na Comarca de Brasiléia para a audiência de Custódia, nesta sexta-feira, dia 26, onde será definido seu futuro no meio jurídico. Com informações do site O Alto Acre.

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VÍDEO: Com equipamentos sucateados, Governo paga diárias somente para funcionários da Capital

O Alto Acre, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Veja o vídeo:

Único veículo disponível na regional do Alto Acre está em manutenção na Capital sem data para retorno – Foto: Alexandre Lima/Arquivo.

Alguns acontecimentos ocorridos na área policial na última semana, foi possível levantar um problema que está corrente dentro da área policial, no tocante à logística e equipamentos que deveriam estar servindo aos contribuintes do Acre.

Relembrando, na semana passada, a fronteira do Acre foi sacodida por crimes trágicos, onde seria necessário o trabalho de agentes da Polícia Civil, para resgatar e transladar os corpos para o Instituto Médico Legal (IML) na Capital.

A fronteira ainda não dispõe de um local apropriado para atender municípios da regional, sem a necessidade das famílias passarem pelo constrangimento de adiar o velório e sepultamento de seus entes que tiveram que passar pelo IML.

Os fatos que chama atenção, seria o caso do assassinato de um colono na zona rural e teve seu corpo jogado no Rio Xapuri. A cerca de quatro meses, os restos mortais ainda se encontram no IML a espera de material para exames de DNA, juntamente com outra ossada e corpos estão sendo liberados sem outros tipos de exames.

No final do dia 18 de julho, o delegado Rêmulo Diniz e sua equipe, juntamente com policiais militares, localizaram um corpo em decomposição avançada na zona rural de Epitaciolândia no km 16 da BR 317. A vítima seria um mototaxista boliviano que havia sumido a quatro dias.

Sem o veículo do IML que estava danificado e se encontra em manutenção na Capital até esta terça-feira, foi necessário levar o corpo para o hospital Wildy Viana na carroceria da caminhonete da PM durante a noite. Lá, ficou à espera do rabecão que viria da Capital, que chegou somente às 17h00 do dia seguinte.

O corpo em decomposição exalando mau cheiro por todo o dia, revoltou os familiares ao ponto de um promotor de justiça ir ao hospital e deverá acionar o Estado pelo descaso.

Entre esses casos, se ficou sabendo que o corpo de Pablo Costa não foi levado à Capital, devido o Estado não ter um veículo disponível na fronteira e não pagar o ‘banco de horas’ ou diárias para os agentes plantonistas, que tem de se deslocar em horários indeterminados, pois, como os mesmos residem na regional, tem que imediatamente se deslocarem aonde tiver ocorrido a tragédia.

Dessa forma, a vítima e os parentes tem que esperar por horas intermináveis até a chegada da equipe que recebe suas horas extras e banco de horas. Em contato com a assessoria da Segurança do Acre na tarde desta segunda-feira, dia 22, disseram que iriam entrar em contato com o secretário e depois responderiam o porquê que estariam beneficiando apenas os agentes da Capital e da falta do veículo.

Até as 11 horas desta terça-feira, dia 23, a Assessoria não havia retornado. Por Alexandre Lima.

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