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Acre tem redução dos índices de homicídios acima da média nacional

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Um levantamento divulgado nesta quinta-feira, 18, pelo site de notícias on-line G1, mostra que o Brasil teve uma queda de 25% na média do número de homicídios nos dois primeiros meses deste ano, se comparado ao mesmo período do ano passado. O Acre entra nessa estatística como o segundo estado da região norte que mais preservou vidas e com a média acima da divulgada a nível nacional, com 29,11%, de acordo com o relatório de inteligência da Secretaria de Estado da Justiça e Segurança Pública (Sejusp).

O levantamento que rotulam de “Monitor da Violência”, foi realizado pelo próprio site de notícias em parceria com o Núcleo de Estudos da Violência na USP e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Segundo os dados, no Brasil, o estado do Ceará foi o que mais apresentou redução de mortes violentas com queda de 58%. Na região norte, o estado que mais preservou vidas foi o Amapá com 35,8%, seguido do Acre com 29,11% e Pará com 26,8%. Ainda na região norte, os dois estados do país que apresentaram um aumento no número de crimes foram Amazonas e Rondônia.

Especialistas em Segurança Pública entrevistados pelo site, preveem a continuidade da queda dos números para os próximos meses do ano. Através de análises do cenário a nível nacional, concluem que a razão para o declínio dos números se dá por diversos motivos, entre eles a mudança na própria dinâmica das organizações criminosas, a criação do Ministério da Segurança Pública na gestão passada. Aplicação de dinheiro em políticas públicas e investimento em tecnologia e ações de enfrentamento praticadas pelos próprios governantes de Estado para o controle da criminalidade pressionados pelos índices.

No Acre, a Segurança Pública investiu através da entrega de equipamentos e veículos, investiu em tecnologia para coibir crimes de roubo e furto, deflagrou operações com reforço de policiamento nas ruas diariamente em todo o estado, promoveu o endurecimento da rotina nos presídios com revistas periódicas. Além de reuniões semanais com os gestores das instituições que compõem o sistema integrado para debater os resultados e gerar novas estratégias de enfrentamento ao crime

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Eventos da Ufac em CZS discutem ciências ambientais e agrárias — Universidade Federal do Acre

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Simpósios Ciências Ambientais e Agrárias-2026.jpg

O programa de pós-graduação em Ciências Ambientais e o programa de educação tutorial (PET) de Agronomia, do campus Floresta da Ufac, promovem, de 16 a 19 de novembro, o 5º Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o 2º Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá. As inscrições estão abertas online para submissão de trabalhos até 20 de setembro; e para estudantes, profissionais da área e público em geral até 20 de novembro.

Os eventos reúnem alunos, pesquisadores e profissionais do setor para debater soluções socioambientais e inovações para o desenvolvimento sustentável na região. E segundo os organizadores, consolidam-se como um fórum estratégico de integração interdisciplinar na Amazônia Ocidental, promovendo a difusão de pesquisas científicas, o intercâmbio de experiências práticas e o fortalecimento de redes de conhecimento voltadas à conservação ambiental e ao avanço das ciências ambientais e agrárias.



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Pesquisa da Ufac é premiada em Congresso Brasileiro de Sementes — Universidade Federal do Acre

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Ítalo Ribeiro em CBSementes-2026.png

Pesquisadores de programas de pós-graduação (PPGs) da Ufac conquistaram o prêmio de melhor trabalho na categoria Mestrado durante o 23º Congresso Brasileiro de Sementes, realizado de 25 a 28 de agosto, em Foz do Iguaçu (PR), e promovido pela Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes. O estudo trata de uma técnica baseada no uso de ultrassom para acelerar a germinação e o crescimento de mudas.

A autora principal é a mestranda Lívia Brito, com a colaboração de Ítalo Ribeiro, Rayane de Oliveira, João dos Santos, Janaína Alencar, Evandro Ferreira e Luis Maggi, que integram os PPGs em Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Biodiversidade e Biotecnologia; Produção Vegetal e Ciência Florestal, além do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).

O trabalho avaliou os impactos do ultrassom na espécie arbórea conhecida popularmente como bordão-de-velho ou sete-cascas. A planta possui valor econômico para alimentação humana e animal, além de potencial para projetos de reflorestamento. Contudo, a produção de mudas enfrenta barreiras devido ao seu revestimento, uma rigidez na casca da semente que dificulta a entrada de água e atrasa a germinação.

Os testes conduzidos no Laboratório de Biofísica da Ufac/Bionorte demonstraram que a aplicação de ultrassom com determinada frequência e intensidade pelo período de cinco minutos aumentou o percentual e a velocidade do processo de germinação. A tecnologia é pioneira no país, sem registros anteriores de aplicação em escala industrial no Brasil.

Segundo Lívia, a expectativa da equipe é estender a metodologia a outras culturas agrícolas e espécies nativas, sobretudo as ameaçadas de extinção. A investigação também abrange experimentos com a castanha-do-brasil, apontando dados preliminares de que doses específicas de ultrassom podem elevar os teores de proteína bruta e nitrogênio total nas plantas.

A comitiva da Ufac no congresso contou ainda com outras apresentações. Ítalo Ribeiro expôs os efeitos da técnica no crescimento inicial da ‘Apuleia leiocarpa’, espécie moveleira sob ameaça de extinção; Ronald Antônio Nascimento de Souza apresentou resultados aplicados a sementes de sangue-de-dragão e moringa; e o professor e orientador Luis Eduardo Maggi apresentou um software em desenvolvimento projetado para estimar com precisão a quantidade de energia acústica aplicada sobre as sementes.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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V SIMECO — Universidade Federal do Acre

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