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Alemanha toma medidas para atrair trabalhadores indianos qualificados – DW – 16/10/2024
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O Gabinete do chanceler alemão, Olaf Scholz, aprovou na quarta-feira uma série de 30 medidas – apresentadas em grande parte pelos Ministérios do Trabalho e dos Negócios Estrangeiros – destinadas a promover a imigração de países estrangeiros. Índia num esforço para atrair trabalhadores qualificados para preencher lacunas no mercado de trabalho alemão.
UM falta de trabalhadores qualificadosdizem autoridades, empresas e economistas, está ameaçando Alemão inovação e crescimento económico.
O Ministro do Trabalho alemão, Hubertus Heil, falando dos esforços direcionados do governo, disse: “A Alemanha precisa de mais dinamismo económico e isso requer mão de obra qualificada e qualificada”.
Notoriamente com falta de pessoal, em parte devido às mudanças demográficas numa sociedade envelhecida, a Alemanha há muito que olha para o exterior para manter a sua economia em movimento.
“A situação na Índia é exatamente o oposto”, disse Heil no início desta semana, “um milhão de novas pessoas entram no mercado de trabalho a cada mês”. Embora seja a quinta maior economia do mundo, o mercado de trabalho da Índia simplesmente não consegue acompanhar o grande número de trabalhadores potenciais.
A situação levou a Índia – o país mais populoso do planeta — para pressionar por mais migração laboral.
“É por isso que a Alemanha vê a Índia como um parceiro especialmente importante quando se trata da questão da migração de mão-de-obra qualificada”, de acordo com o documento estratégico de Berlim sobre a questão.
A Alemanha espera que as medidas lhe permitam colmatar lacunas no setor da saúde — por exemplo, nos lares de idosos e nos hospitais — bem como nos setores das TI e da construção. Mais do que qualquer outro, o sector das TI tem clamado por mão-de-obra mais qualificada, alertando que simplesmente não consegue preencher vagas.
De quanta imigração a Alemanha precisa?
Membros do gabinete farão sua apresentação na Índia
O Ministro do Trabalho, Heil, juntar-se-á ao Chanceler Scholz e a outros representantes governamentais de alto escalão na Índia na próxima semana. Lá, ele deverá falar sobre empregos tradicionais durante uma visita a uma padaria especializada em pães alemães, além de visitar uma escola para conversar com os alunos sobre um possível futuro na Alemanha.
Ainda assim, a Alemanha é conhecida pela sua burocracia complicada e inflexível, algo que muitas vezes confunde os estrangeiros. Para agilizar o migração de trabalhadores qualificados da Índia, o governo de Berlim disse que introduzirá um novo visto digital até o final de 2024.
Além disso, Berlim planeia organizar feiras de emprego na Índia, bem como oferecer aulas de alemão para aqueles que pretendem mudar-se. O Departamento Federal do Trabalho também disse que se tornará mais pró-ativo no aconselhamento aos estudantes universitários indianos que já estão na Alemanha. Esta estratégia está alinhada com a abordagem do Gabinete, bem como com o chamado “Foco na Índia” do Ministério das Relações Exteriores.
Ministro do Trabalho chama migração indiana de “uma história de sucesso”
“O afluxo de trabalhadores indianos qualificados já é uma história de sucesso para o nosso país”, disse o Ministro do Trabalho, Heil, observando que as medidas delineadas na estratégia de mão-de-obra qualificada do governo estabelecerão as bases para promover esse sucesso.
De acordo com estatísticas do Ministério Federal do Trabalho, cerca de 137 mil indianos estavam empregados em empregos qualificados em Fevereiro de 2024, ou seja, cerca de 23 mil a mais que no ano anterior.
Em 2015, o número de indianos nesses empregos era de cerca de 23 mil no total.
As estatísticas atuais também mostram que o desemprego entre os indianos que vivem na Alemanha é de apenas 3,7%, bem abaixo da taxa de desemprego global de 7,1%.
Alemanha tenta atrair estudantes estrangeiros e trabalhadores qualificados
js/nm (AFP, dpa, Reuters)
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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre
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12 de março de 2026A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.
O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.
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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia
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10 de março de 2026Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.
A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.
A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.
Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.
O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.
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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre
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9 de março de 2026A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.
São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”
A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.
A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.
No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.
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