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Após Podemos, PSDB negocia aliança com mais dois p…

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Após Podemos, PSDB negocia aliança com mais dois p...

Marcela Rahal

Após a executiva nacional do PSDB autorizar nesta semana a negociação de fusão com o Podemos, o partido está conversando com mais duas siglas para a formação de novas alianças: Republicanos e Solidariedade.

O problema é que hoje os tucanos estão numa federação com o Cidadania que só termina depois do prazo de filiação, relatou à coluna uma integrante do Podemos, que acredita ser difícil o acordo com outros partidos.

Com a legenda presidida pela deputada Renata Abreu, seria uma fusão, o que não impediria que isso ocorresse antes das eleições de 2026. Essa negociação, inclusive, já está bem encaminhada. O comando da aliança será compartilhado e em rodízio.

O PSDB tem tentado ganhar sobrevida diante de um cenário ruim para o partido que viu seu espaço diminuir substancialmente nos últimos anos. Segundo um integrante da legenda, a expectativa é de que a sigla receba de 12 a 15 novos deputados e alguns senadores.

A coluna mostrou nesta semana que os partidos de centro-direita têm se movimentado depois da federação formada entre PP e União, agora chamada de União Progressista. Em entrevista ao programa Ponto de Vista, de VEJA, o presidente do PP, senador Ciro Nogueira, disse que a ideia é ampliar o bloco ainda mais e que uma outra ‘grande’ sigla já está na mira.



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Frase do dia: Ciro Gomes

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Frase do dia: Ciro Gomes

Matheus Leitão

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“Estou muito envergonhado! Isto é uma indignidade inexplicável!” (Ciro Gomes, ex-ministro da Fazenda, usando as redes sociais para reclamar da troca de Carlos Lupi por Wolney Queiroz, seu desafeto no PDT, no comando do Ministério da Previdência Social) 


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Charge do JCaesar: 05 de maio

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Felipe Barbosa

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A articulação para mudar quem define o teto de jur…

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A articulação para mudar quem define o teto de jur...

Nicholas Shores

O Ministério da Fazenda e os principais bancos do país trabalham em uma articulação para transferir a definição do teto de juros das linhas de consignado para o Conselho Monetário Nacional (CMN). 

A ideia é que o poder de decisão sobre o custo desse tipo de crédito fique com um órgão vocacionado para a análise da conjuntura econômica. 

Compõem o CMN os titulares dos ministérios da Fazenda e do Planejamento e Orçamento e da presidência do Banco Central – que, atualmente, são Fernando Haddad, Simone Tebet e Gabriel Galípolo.

A oportunidade enxergada pelos defensores da mudança é a MP 1.292 de 2025, do chamado consignado CLT. O Congresso deve instalar a comissão mista que vai analisar a proposta na próxima quarta-feira. 

Uma possibilidade seria aprovar uma emenda ao texto para transferir a função ao CMN.

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Hoje, o poder de definir o teto de juros das diferentes linhas de empréstimo consignado está espalhado por alguns ministérios. 

Cabe ao Conselho Nacional da Previdência Social (CNPS), presidido pelo ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, fixar o juro máximo cobrado no consignado para pensionistas e aposentados do INSS.

A ministra da Gestão e Inovação, Esther Dweck, é quem decide o teto para os empréstimos consignados contraídos por servidores públicos federais.

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Na modalidade do consignado para beneficiários do BPC-Loas, a decisão cabe ao ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Wellington Dias.

Já no consignado de adiantamento do saque-aniversário do FGTS, é o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, que tem a palavra final sobre o juro máximo.

Atualmente, o teto de juros no consignado para aposentados do INSS é de 1,85% ao mês. No consignado de servidores públicos federais, o limite está fixado em 1,80% ao mês.

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Segundo os defensores da transferência da decisão para o CMN, o teto “achatado” de juros faz com que, a partir de uma modelagem de risco de crédito, os bancos priorizem conceder empréstimos nessas linhas para quem ganha mais e tem menos idade – restringindo o acesso a crédito para uma parcela considerável do público-alvo desses consignados.

Ainda de acordo com essa lógica, com os contratos de juros futuros de dois anos beirando os 15% e a regra do Banco Central que proíbe que qualquer empréstimo consignado tenha rentabilidade negativa, a tendência é que o universo de tomadores elegíveis para os quais os bancos estejam dispostos a emprestar fique cada vez menor.



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