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Rio Branco

Após voltar à prisão, ex-diretor da Emurb é condenado a devolver mais de R$ 1 milhão aos cofres públicos

Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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A saga judicial de Jakson Marinheiro parece não ter fim. O ex-diretor da Empresa Municipal de Urbanismo (Emurb), que voltou à prisão no início de abril, terá que devolver R$ 977,3 mil reais aos cofres públicos, além de pagar uma multa de R$ 357 reais por cada contrato assinado durante a gestão dele, onde houver provado que houve irregularidade. Somente pelo valor dos contratos, Marinheiro terá que pagar quase R$ 100 mil reais.

A decisão é do pleno do Tribunal de Contas do Acre (TCE), que reprovou a prestação de contas da Emurb iniciada no exercício de 2014.

Os técnicos do TCE apontaram irregularidades como superfaturamento em contrato assinado com a Secretaria de Obras no valor de quase R$ 16 milhões, além de contratação de mão de obra de forma indevida sem publicidade na seleção. Houve ainda problemas na contratação de pessoal sem experiência ou publicidade de seleção.

Jakson Marinheiro tem 30 dias para devolver o dinheiro aos cofres públicos.

No acórdão da Corte, também estão arrolados os ex-diretores Administrativo e Financeiro e de Operações, Jorge Ney Fernandes e José Carlos Silva Fernandes, que atuaram juntamente com Marinheiro no comanda da instituição municipal. Os três também vão pagar multa acessória de R$ 3,5 mil.

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Rio Branco

Quase 100 assaltos a ônibus são registrados em Rio Branco somente no primeiro semestre

Contilnet, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Só no último fim de semana foram registrados quatro arrastões nos coletivos.

Quem anda de ônibus em Rio Branco precisa lidar diariamente com os diversos problemas do transporte público da Capital. Demora, falta de estrutura nas paradas, ônibus lotado e até veículos velhos. Mas comparado ao medo de assaltos esses problemas ficam em segundo plano. Só no primeiro semestre a Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito, RBtrans, confirmou que 94 ônibus foram assaltados em Rio Branco. No último fim de semana foram quatro.

Mas o problema foge do controle da RBtrans, que apela para a Segurança Pública pra tentar encontrar uma solução. Ainda no mês de março, o superintendente da RBtrans, Nélio Anastácio, procurou a cúpula da Segurança do estado para relatar a grande quantidade de assaltos aos coletivos. Segundo ele, houve um aumento no efetivo de policias e os assaltos até diminuíram, mas o efetivo foi reduzido e os arrastões voltaram. “Cabe sim à RBTrans encontrar soluções para dar tranquilidade, segurança e conforto aos usuários, mas principalmente, é responsabilidade dos setores de segurança trazer de volta a sensação de paz que há muito estamos esperando”, disse o superintendente.

No entanto, a situação afeta não somente os passageiros, os motoristas também ficam na mira nos bandidos. Um motorista que não quis se identificar e sofreu um desses assalto do fim de semana disse que vai abandonar o emprego, “não dá mais. Prefiro perder meu emprego a ter que conviver na incerteza se chego em casa com vida ou num caixão”, disse.

Os alunos da UFAC também não estão livres dos perigos de andar de ônibus na Capital. O presidente do DCE da instituição, Richard Brilhante, relatou em seu perfil do Facebook os constantes assaltos nas linhas que levam os estudantes até a universidade e fez uma apelo ao governador Gladson Cameli e ao vice-governador, Wherles Rocha. Por THIAGO CABRAL, DO CONTILNET.

Richard Brilhante

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JUSTIÇA

Justiça recebe denúncia do MPAC contra PM por delitos cometidos fora de serviço

Agência de Notícias do MPAC, via Acrenoticias.com

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O Juízo da 5ª Vara Criminal da Comarca de Rio Branco acolheu denúncia do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio do Grupo de Atuação Especial de Controle Externo da Atividade Policial (Gacep), contra o policial militar Antônio de Jesus Batista e o cunhado dele, Emanuel de Souza Cesar.

O Gacep apurou que o policial militar, fora do serviço, efetuou disparos de arma de fogo por duas vezes em local aberto e no pátio de um posto de gasolina, o que colocou em risco a vida das pessoas que estavam nesses locais.

A investigação também apurou que o policial teria cedido arma de fogo de uso restrito, um fuzil, para um familiar, que permaneceu portando a arma no posto de gasolina como se estivesse prestando serviço de segurança ao militar, que estaria consumindo bebida alcoólica no local.

Antônio de Jesus Batista foi denunciado por constrangimento, disparo de arma de fogo em via pública e por ceder uma arma de uso exclusivo da PM para Emanuel de Souza Cesar. Câmeras de segurança registraram o momento em que o PM constrangeu, mediante violência, uma pessoa que estava no posto.

O militar foi denunciado pelos crimes previstos no art.15 e art.16 do Estatuto do Desarmamento, que, juntos, preveem pena de até dez anos de reclusão, além do art.146 do Código Penal. Seu cunhado foi denunciado pela prática prevista no art. 16 do Estatuto do Desarmamento, com pena prevista de até seis anos de reclusão.

O Juízo da 5ª Vara Criminal da Comarca de Rio Branco determinou a citação dos réus para que se manifestem sobre as acusações no prazo de até dez dias.

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