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Avançam as obras de modernização da Escola SENAI em Rio Branco
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7 anos atrásem
Iniciadas em novembro de 2018, as obras de modernização da Escola SENAI Cel. Auton Furtado, em Rio Branco, já estão com quase 50% do cronograma concluído. O presidente da Federação das Indústria do Acre (FIEAC) e do Conselho do SENAI/AC, José Adriano, assim como o diretor-regional do SENAI, César Dotto, têm acompanhado de perto as intervenções e inspecionaram as obras na última terça-feira, 9.
Com investimentos na ordem de R$ 3,7 milhões, a empresa responsável pelas obras concluiu, até o momento, as novas salas de aula, laboratórios de corte e costura, de comandos elétricos, de eletricidade predial, de automação e de metalmecânica, assim como a sala de bordadeiro.
“Trata-se de uma obra que colocará a Escola SENAI em um novo patamar no que diz respeito à sua estrutura física. Já temos aqui uma equipe de profissionais de excelência, mas precisávamos modernizar todo o ambiente para proporcionar, aos nossos alunos, a oportunidade de estudar em uma das melhores escolas profissionalizantes de toda a Região Norte”, salientou o presidente José Adriano.
Segundo o empresário, houve também uma grande preocupação para que as obras não atrapalhassem o andamento do ano letivo ou causasse qualquer tipo prejuízo à aprendizagem dos alunos. “Primamos pela segurança de todo o corpo estudantil e docente durante as intervenções. Obviamente que uma obra causa transtornos, mas nos preparamos para minimizar esses empecilhos. E estamos contentes por sabermos que os benefícios serão significantes”, acrescentou.
César Dotto, diretor-regional do SENAI, afirmou que a unidade realmente precisava passar por uma transformação em sua estrutura física. “As intervenções ocorrem em 100% dos ambientes. É uma escola que tem mais de 40 anos, sofreu com alagações anos atrás e necessitava ser remodelada e modernizada como um todo, no sentido de adaptar-se às novas exigências do mercado”, destacou Dotto.
Ele reforçou que, como o ano letivo transcorre normalmente, a Escola SENAI tem utilizado suas unidades móveis e também feito parcerias com empresas para que as aulas ocorram também fora da sala de aula.
“Temos 105 alunos pela manhã, 106 à tarde e outros 60 em cursos técnicos à noite. Por isso, realizamos parcerias para que algumas atividades práticas pudessem ser feitas em um ambiente produtivo, de empresa, como acontece, por exemplo, no curso de mecânica de automóvel, onde os alunos tiveram aulas de funilaria na Recol Veículos. Agradecemos os parceiros que recebem os alunos nesse momento”, enfatizou o diretor-regional do SENAI.
Também acompanharam a inspeção às obras a diretora da Escola SENAI, Ofélia Machado, o superintendente de Operações da FIEAC, Jorge Luiz Araújo Vila Nova, além de profissionais de engenharia e arquitetura da Federação das Indústrias.
GERAÇÃO DE EMPREGOS E CRONOGRAMA DAS OBRAS
José Sarto Bessa, proprietário da Construtora Manuella, responsável pela obra na Escola SENAI, assegurou que, embora o período de chuvas tenha sido rigoroso, não houve atraso no cronograma das intervenções.
“A obra teve início há aproximadamente 130 dias, em novembro de 2018, com previsão de entregá-la 100% concluída antes de julho deste ano. Tivemos algumas dificuldades de início de obra em razão das demolições, pois tinha muito vidro, mogno e outros materiais que retiramos com cuidado para poder reaproveitar. E embora inverno tenha sido intenso, nada prejudicou o trabalho, pois quando não dava para atuar na parte externa, trabalhávamos nas intervenções internas”, comentou.
A equipe que atua na obra reúne profissionais como técnicos, engenheiros eletricista e civil, arquiteto, apontador, de Recursos Humanos, mestre de obras, carpinteiros, eletricistas, pedreiros, pintores, serventes, entre outros. “São cerca de 60 empregos diretos gerados. Estamos extremamente satisfeitos com o trabalho da obra e com o apoio do Sistema FIEAC”, assinalou Sarto Bessa.
SOBRE A ESCOLA SENAI CEL. AUTON FURTADO
A Escola SENAI Cel. Auton Furtado foi inaugurada em 18 de agosto de 1975, quando o Departamento Regional do Amazonas, com jurisdição no Estado do Acre, instalou-se em Rio Branco com a missão de proporcionar formação profissional aos jovens e trabalhadores do Estado.
As áreas de atuação da Escola SENAI são: eletroeletrônica, mecânica automotiva, tecnologia da informação, alimentos e bebidas, confecção do vestuário, refrigeração e climatização, metalmecânica.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.
A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.
Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.
A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.
O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”
O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”
A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.
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