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Beiersdorf participa de edição da AACD Teleton | Dino
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A Beiersdorf, casa de NIVEA e Eucerin, apoia novamente a Campanha AACD Teleton, que já começou e terá o programa transmitido pelo SBT nos dias 8 e 9 de novembro. A edição, que vai homenagear o apresentador Silvio Santos, traz como tema “Solidariedade e Gratidão” e tem como meta arrecadar R$ 35 milhões para garantir a continuidade dos atendimentos especializados em ortopedia e na reabilitação de pessoas com deficiência (PcD), buscando promover maior autonomia e qualidade de vida para os pacientes da AACD.
Esse é o quarto ano da jornada de propósito Cuidado Além da Pele, levando a quem mais precisa. Há um trabalho interno na Beiersdorf para envolver as pessoas colaboradoras em temas de diversidade, equidade e inclusão. Internamente, para potencializar o compromisso, a companhia atua com grupos de afinidade formados por pessoas colaboradoras voluntárias de diversas áreas que compartilham interesses em comum e trazem iniciativas para transformar e acelerar a atuação da companhia e que são uma parte crucial da estratégia de inclusão. Quando se fala na causa de pessoas com deficiência, o grupo Diver+gente tem o propósito de trazer um olhar especial para essa pauta, visando promover um ambiente onde todos possam se desenvolver e aprender a respeito por meio de projetos, talks e rodas de letramento.
A Beiersdorf é parceira da AACD há 12 anos e já doou R$ 10 milhões até o momento, viabilizando cerca de 82 mil atendimentos de reabilitação física, que contemplam tratamento multidisciplinar, humanizado e personalizado para cada paciente da instituição. A companhia ainda apoia projetos de outras organizações do terceiro setor para beneficiar mulheres negras de regiões periféricas, meninas em situação de vulnerabilidade e a comunidade LGBTQIA+, com um olhar para a população trans. Além da AACD, neste ano, quatro organizações serão apoiadas com quatro projetos que irão atuar nos pilares de empreendedorismo, empregabilidade e infância, beneficiando cerca de 72 mil pessoas.
Para a executiva Ligia Annunziato, head de Sustentabilidade, Diversidade, Equidade & Inclusão da Beiersdorf, casa de NIVEA e Eucerin, “apoiamos a Campanha AACD Teleton há mais de uma década, o que nos permite reforçar o compromisso que temos com a transformação social e com o nosso propósito Cuidado Além da Pele”.
O superintendente de Marketing e Relações Institucionais da AACD, Edson Brito, destaca que ”a parceria com a Beiersdorf é um compromisso com a causa da pessoa com deficiência física. A AACD representa o S do ESG e essa união de forças promove um impacto social que vai muito além da viabilização do nosso trabalho, uma vez que a reabilitação é ponto de partida para que os nossos pacientes sejam incluídos na sociedade e tenham acesso à educação, emprego e outros direitos essenciais”.
Vale ressaltar que a empresa estará presente em um momento do programa televisivo no sábado (09/11).
Diversidade e inclusão de dentro para fora
Além de sua parceria com a AACD, a Beiersdorf ainda desenvolve diversas iniciativas voltadas à inclusão de pessoas com deficiência. Na fábrica, um exemplo é o projeto ‘Care Beyond Voice’ em que, em parceria com o Instituto Phala, foram integrados dez colaboradores com deficiência auditiva à operação. Para recebê-los, foram oferecidos treinamentos de Libras para todos os profissionais da planta, para que pudessem desempenhar suas funções com plena autonomia.
Externamente, a companhia também se associa à Egalite, uma organização especializada em projetos de empregabilidade para pessoas com deficiência, participando ainda de eventos como a Inclui PcD, feira de empregabilidade voltada para pessoas com deficiência.
Maratona televisiva do bem
A Campanha AACD Teleton tem a meta de arrecadar R$ 35 milhões para garantir a continuidade dos atendimentos nas unidades da AACD no Brasil. O montante também será investido no custeio do trabalho de profissionais qualificados e tecnologias que contribuem para o processo de reabilitação, sendo o ponto de partida para a inclusão dos pacientes na sociedade.
Entre as atrações já confirmadas estão Fátima Bernardes, Lauana Prado, Tom Cavalcante e Zezé Di Camargo, além de dezenas de artistas e influenciadores digitais que subirão ao palco para falar do trabalho da AACD.
Duas chaves Pix estão disponíveis para doação de qualquer valor: doeteleton@aacd.org.br e (11) 9 4311-0144. Também é possível contribuir por meio do site do Teleton e por telefone: 0500 12345 05, para doar R$ 5; 0500 12345 20, para doar R$ 20; e 0500 12345 40, para doar R$ 40. Outra opção é doar através da BIA, inteligência artificial do Bradesco.
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.
A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).
O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.
Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.
“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.
O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.
Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.
Fhagner Soares – Estagiário
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