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Briefing de guerra na Ucrânia: Zelenskyy diz que quase 15.000 soldados russos morreram em Kursk | Rússia
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O presidente ucraniano, Voldymyr Zelenskyy, disse que quase 15 mil soldados russos morreram após cinco meses de combates em Kursk. Ele também disse que as forças da Ucrânia criaram uma zona tampão na região de Kursk, impedindo os russos de “direcionarem… a força para outras direções, particularmente para a região de Donetsk, Sumy, região de Kharkiv ou Zaporizhzia”.
A Rússia disse que as suas forças obtiveram ganhos importantes no leste da Ucrânia, ao mesmo tempo que continuavam a defender-se de uma nova ofensiva ucraniana na região de Kursk. O Ministério da Defesa da Rússia disse que suas forças capturaram a cidade de Kurakhove, 32 quilômetros ao sul de Pokrovsk, um centro logístico ucraniano em direção ao qual as forças russas avançam há meses. O ministério disse que a captura permitiria às forças russas tomar o resto da região de Donetsk “em um ritmo acelerado”. Embora o comando militar local que defende Kurakhove tenha admitido que as forças russas estavam a atacar áreas urbanas, afirmou que “medidas para identificar e destruir grupos de assalto inimigos” estavam em curso.
O novo enviado do presidente eleito dos EUA, Donald Trump, à Ucrânia adiou uma viagem de investigação a Kiev e outras capitais europeias até depois da tomada de posse de Trump, em 20 de janeiro, segundo quatro fontes com conhecimento do planeamento da viagem, informou a Reuters. A viagem, que teria marcado a primeira vez que funcionários do governo Trump se dirigiram a Kiev desde as eleições de novembro. Não ficou imediatamente claro por que a viagem foi adiada. Trump disse repetidamente durante a campanha que poderia resolver a guerra na Ucrânia 24 horas após tomar posse, mas fez poucos progressos nesse sentido.
O presidente francês, Emmanuel Macron, disse na segunda-feira que a Ucrânia precisava de ter “discussões realistas sobre questões territoriais” e instou a Ucrânia a considerar concessões territoriais. Ele apelou aos Estados Unidos para que convençam a Rússia a entrar nas negociações, acrescentando que “o próprio novo presidente americano sabe que os Estados Unidos não têm hipóteses de ganhar nada se a Ucrânia perder”.
Os Estados Unidos acreditam que a Rússia está a expandir a cooperação espacial com a Coreia do Norte em troca de apoio militar, O secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, durante uma visita a Seul na segunda-feira. “A RPDC já está a receber equipamento e treino militar russo. Agora temos razões para acreditar que Moscovo pretende partilhar tecnologia avançada de espaço e satélite com Pyongyang”, disse Blinken em conferência de imprensa. De acordo com avaliações dos EUA, da Ucrânia e da Coreia do Sul, a Coreia do Norte tem enviou mais de 10.000 soldados e sistemas de armas convencionais para apoiar a campanha de guerra de Moscovo.
Um homem escocês foi morto enquanto servia na linha de frente do exército ucraniano, disse sua família. Jordan Maclachlan, 26 anos, de Ardnamurchan, nas Terras Altas da Escócia, morreu na sexta-feira enquanto servia como médico no exército ucraniano, disse sua família em comunicado à BBC. “Jordan sempre acreditou que estava fazendo a diferença e estamos todos muito orgulhosos por ele ajudar os outros”, disse o comunicado. Um porta-voz do Foreign, Commonwealth and Development Office disse à emissora: “Estamos apoiando a família de um britânico que morreu na Ucrânia e estamos em contato com as autoridades locais”.
O comandante da força terrestre da Ucrânia admitiu “problemas” com uma unidade militar treinada parcialmente em França, depois de muitos dos seus soldados terem supostamente desertado. O comandante Mykhailo Drapaty disse que as autoridades estavam cientes dos problemas de pessoal, treinamento e comando. O Departamento Estatal de Investigação da Ucrânia estava investigando a deserção na unidade e o “abuso de poder” por parte de um oficial militar. Drapaty disse que “não refutará” relatos feitos em dezembro de que 1.700 soldados fugiram da brigada sem entrar em combate e 50 escaparam durante o treinamento na França.
Milhares de pessoas na região separatista pró-Rússia da Moldávia ficaram sem aquecimento ou gás desde o dia de Ano Novo. A Transnístria, que fica perto da fronteira com a Ucrânia, recebeu gás russo através da Ucrânia durante décadas, mas o fornecimento foi cortado depois que a Ucrânia se recusou a prorrogar um acordo de trânsito. O governo Modolvan disse que a exportação de gás russa Gazprom recusou-se a fornecer gás contratado à Tansdniestra, enquanto a Rússia desviava a culpa para a Ucrânia.
O patriarca da Igreja Ortodoxa da Rússia, celebrando o Natal ao lado do líder do Kremlin, Vladimir Putin, disse que o mundo ocidental despreza a Rússia e o seu “caminho alternativo de desenvolvimento civilizado”. Os cristãos ortodoxos na Rússia celebram o Natal em 7 de janeiro, de acordo com o calendário juliano.
O patriarca Kirill, um entusiasta defensor da invasão da Ucrânia pela Rússia, abençoou ícones e cruzes que seriam gravadas com as iniciais do presidente e enviadas aos militares na guerra de 34 meses, disse agências de notícias russas citando o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov.
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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre
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26 de junho de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.
Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.
Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.
O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.
Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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