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Cansados de esperar pela prefeitura, voluntários fazem mutirão de limpeza no Parque da Maternidade
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7 anos atrásem
“Passamos todos os dias pelo Parque da Maternidade e presenciamos a situação de abandono”. O relato é da coordenadora e idealizadora da campanha de limpeza e manutenção do Parque da Maternidade, Lidia Sales, ao explicar o motivo da iniciativa.
Desde fevereiro deste ano, cerca de 25 voluntários decidiram começar um mutirão de limpeza nos pontos mais críticos do parque. A campanha é uma iniciativa é da Casinha Ocupação Cultural, em parceria com o projeto Bike Anjo e artistas locais.
O mutirão já passou pelo Anfiteatro do parque e por um quiosque próximo ao local. “No Anfiteatro conseguimos tinta, pintamos o mural e parte do palco, varremos porque tinha muito caco de vidro e lavamos o local, jogando cal, inclusive nas escadas. Também mandamos roçar por conta própria”, conta Sales.
Os próximos pontos a receberem o mutirão de limpeza são a Praça do Culto e uma quadra esportiva, localizada próxima à Casinha Cultural.
Segundo a coordenadora, o objetivo da campanha é cuidar do local que, até o momento, encontra-se abandonado pelo poder público.
“Não adianta deixar só na mão do poder público porque já vimos que não resolve. Então, é arregaçar as mangas e trabalhar já que queremos um lugar agradável para viver. Se todos fizerem um pouquinho já ajuda. Acho que a ideia é unir as pessoas, tirar elas de casa por um bem comum.”
Os voluntários pretendem fazer parceria com a Secretaria de Meio Ambiente para criar placas de advertência sobre jogar lixo em locais públicos.
“A ideia da limpeza e manutenção mesmo veio do abandono, do ter que conviver com essa situação diariamente e por acreditar que a união faz a força. Não queremos tirar do poder público a responsabilidade, vamos ter o papel de cobrar o que é de obrigação deles”, destaca.
Sales comenta que além de deixar os espaços públicos mais bonitos, o ato de limpar proporciona um sentimento de renovação.
“A sensação é maravilhosa. Você passar por um local que antes era cheio de lixo e agora ele está limpo e você contribuiu para isso é renovador! Dá vontade de fazer mais e mais.”
Moradores consertam equipamentos de academia popular no parque
Academias comunitárias
Outro espaço que também está abandonado é o das academias comunitárias espalhadas pelo Parque da Maternidade. A coordenadora explica que uma das academias estava com um aparelho quebrado há mais de um mês.
Por isso, após proposta da coordenadora, os usuários do espaço fizeram uma cota para consertar o equipamento. “Nós mandamos consertar o aparelho e deve chegar hoje [segunda-feira, 29] à tarde”.
Fonte: Bruna Lima, da A Gazeta do Acre
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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
7 de abril de 2026A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.
Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.
O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.
O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.”
Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)
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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
7 de abril de 2026Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.
Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.
“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.
Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”
Mostra em 4 atos
A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).
O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.
No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.
No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.
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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."
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3 dias atrásem
6 de abril de 202609 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC






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