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Cansados de esperar pela prefeitura, voluntários fazem mutirão de limpeza no Parque da Maternidade

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Passamos todos os dias pelo Parque da Maternidade e presenciamos a situação de abandono”. O relato é da coordenadora e idealizadora da campanha de limpeza e manutenção do Parque da Maternidade, Lidia Sales, ao explicar o motivo da iniciativa.
Desde fevereiro deste ano, cerca de 25 voluntários decidiram começar um mutirão de limpeza nos pontos mais críticos do parque. A campanha é uma iniciativa é da Casinha Ocupação Cultural, em parceria com o projeto Bike Anjo e artistas locais.
O mutirão já passou pelo Anfiteatro do parque e por um quiosque próximo ao local. “No Anfiteatro conseguimos tinta, pintamos o mural e parte do palco, varremos porque tinha muito caco de vidro e lavamos o local, jogando cal, inclusive nas escadas. Também mandamos roçar por conta própria”, conta Sales.

Os próximos pontos a receberem o mutirão de limpeza são a Praça do Culto e uma quadra esportiva, localizada próxima à Casinha Cultural.
Segundo a coordenadora, o objetivo da campanha é cuidar do local que, até o momento, encontra-se abandonado pelo poder público.
“Não adianta deixar só na mão do poder público porque já vimos que não resolve. Então, é arregaçar as mangas e trabalhar já que queremos um lugar agradável para viver. Se todos fizerem um pouquinho já ajuda. Acho que a ideia é unir as pessoas, tirar elas de casa por um bem comum.”
Os voluntários pretendem fazer parceria com a Secretaria de Meio Ambiente para criar placas de advertência sobre jogar lixo em locais públicos.
“A ideia da limpeza e manutenção mesmo veio do abandono, do ter que conviver com essa situação diariamente e por acreditar que a união faz a força. Não queremos tirar do poder público a responsabilidade, vamos ter o papel de cobrar o que é de obrigação deles”, destaca.
Sales comenta que além de deixar os espaços públicos mais bonitos, o ato de limpar proporciona um sentimento de renovação.
“A sensação é maravilhosa. Você passar por um local que antes era cheio de lixo e agora ele está limpo e você contribuiu para isso é renovador! Dá vontade de fazer mais e mais.”

Moradores consertam equipamentos de academia popular no parque
Academias comunitárias
Outro espaço que também está abandonado é o das academias comunitárias espalhadas pelo Parque da Maternidade. A coordenadora explica que uma das academias estava com um aparelho quebrado há mais de um mês.
Por isso, após proposta da coordenadora, os usuários do espaço fizeram uma cota para consertar o equipamento. “Nós mandamos consertar o aparelho e deve chegar hoje [segunda-feira, 29] à tarde”.

Fonte: Bruna Lima, da A Gazeta do Acre

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Herbário do PZ recebe acervo de algas da Dr.ª Rosélia Marques Lopes — Universidade Federal do Acre

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Herbário do PZ recebe acervo de algas da Dr.ª Rosélia Marques Lopes — Universidade Federal do Acre

O Herbário do Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac realizou cerimônia para formalizar o recebimento da coleção ficológica da Dr.ª Rosélia Marques Lopes, que consiste em 701 lotes de amostras de algas preservadas em meio líquido. O acervo é fruto de um trabalho de coleta iniciado em 1981, cobrindo ecossistemas de águas paradas (lênticos) e correntes (lóticos) da região. O evento ocorreu em 9 de abril, no PZ, campus-sede.

A doação da coleção, que representa um mapeamento pioneiro da flora aquática do Acre, foi um acordo entre a ex-curadora do Herbário, professora Almecina Balbino, e Rosélia, visando deixar o legado de estudos da biodiversidade em solo acreano. Os dados da coleção estão sendo informatizados e em breve estarão disponíveis para consulta na plataforma do Jardim Botânico, sistema Jabot e na Rede Nacional de Herbários.

Professora titular aposentada da Ufac, Rosélia se tornou referência no Estado em limnologia e taxonomia de fitoplâncton. Ela possui graduação pela Ufac em 1980, mestrado e doutorado pela Universidade de São Paulo.

Também estiveram presentes na solenidade a curadora do Herbário, Júlia Gomes da Silva; o diretor do PZ, Harley Araújo da Silva; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima de Souza; e o ex-curador Evandro José Linhares Ferreira.

 



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VÍDEO: Veja o que disse Ministra em julgamento do ex-governador Gladson Cameli

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No julgamento desta quarta-feira, dia 15/04/2026, a Corte Especial do STJ, por unanimidade, determinou o imediato desentranhamento dos Relatórios de Inteligência Financeira de n°s 50157.2.8600.10853, 50285.2.8600.10853 e 50613.2.8600.10853, a fim de que fosse viabilizada a continuidade do julgamento de mérito da ação penal. A própria Ministra Relatora Nancy Andrighi foi quem suscitou referida questão de ordem, visando regularizar e atualizar o processo. 

O jornalista Luis Carlos Moreira Jorge descreveu o contexto com as seguintes palavras:

SITUAÇÃO REAL
Para situar o que está havendo no STJ: o STF não determinou nulidade, suspensão de julgamento e retirada de pauta do processo do governador Gladson. O STF apenas pediu para desentranhar provas que foram consideradas ilegais pela segunda turma da Corte maior. E que não foram usadas nem na denúncia da PGR. O Gladson não foi julgado ontem em razão da extensão da pauta do STJ. O julgamento acontecerá no dia 6 de maio na Corte Especial do STJ, onde pode ser absolvido ou condenado. Este é o quadro real.

A posição descrita acima reflete corretamente o quadro jurídico do momento.

Veja o vídeo:

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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