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Cemitérios de Rio Branco tem grande movimento, na véspera do Dia dos Finados
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Gestão acredita que cerca de mil pessoas devem passar em cada um dos quatro cemitérios da capital neste domingo (1). Moradores decidiram adiantar as visitas para evitar aglomerações no feriado desta segunda-feira (2).
Muitos moradores de Rio Branco aproveitaram o domingo (1), para adiantar as homenagens do Dia de Finados. Um dos objetivos dos visitantes foi fugir de aglomerações na segunda-feira (2), para evitar o contágio com o novo coronavírus.
Na véspera do Dia de Finados, cemitérios de Rio Branco registram movimento — Foto: Reprodução/Rede Amazônica Acre
Nos quatro cemitérios da capital, o uso de máscara é obrigatório. A gestão chegou a pedir que as famílias prestassem as homenagens aos parentes mortos ao longo da semana que antecede ou sucede a celebração para evitar as aglomerações.
Os cemitérios de Rio Branco estão com horário de funcionamento das 7h às 17h, todos os dias.
O estudante Renato Amaral foi um dos que resolveram antecipar a visita aos túmulos da família por conta da pandemia. Ele disse que todos os anos é tradição fazer a visita no dia 2 de novembro, mas esse ano preferiu ir na véspera.
“Resolvi antecipar por causa da pandemia e na família tem pessoas idosas. É tradição familiar, então todos os anos a gente vem, acende vela e faz oração. É o momento que a gente relembra o passado, a convivência que a gente tinha com nossos familiares e a gente vem reviver um pouco disso nesse momento. Está bem mais tranquilo, por causa mesmo da pandemia, as pessoas preferem ficar em casa, rezam e acendem vela em casa”, disse Amaral.
Para a professora Socorro Freitas visita também é tradição. “Todos os anos eu venho, é muito importante vim rezar para as almas, porque morre a matéria, mas fica o espírito. Você tem que orar, porque tem muitas almas que estão no purgatório para que elas saiam de lá. Vim hoje por conta da pandemia, e porque sou do grupo de risco e não posso aglomerar.”
Vendedores de flores e velas estão otimistas com as vendas na véspera do Dia de Finados — Foto: Reprodução/Rede Amazônica Acre
Há quatro anos a autônoma Joelma Alves Vieira vende flores na entrada dos cemitérios para garantir uma renda extra. Ela disse que, apesar da pandemia, o movimento tem sido até maior que no ano passado na véspera do Dia de Finados.
“Está boa a movimentação, acredito que hoje é o dia, já apareceu gente, já vendi hoje cedo. Creio que hoje seja melhor que amanhã. Ano passado não estava assim, tinha menos gente na véspera e hoje está bem agitado, bem movimentado. Dá para tirar o que investi, e ainda sobra uma diária boa”, afirmou Joelma.
Vendedor de velas há pelo menos 10 anos, o senhor Antônio Borges também está com uma boa expectativa para as vendas deste ano, apesar da pandemia.
“Todos os anos a gente vem e graças a Deus vende o suficiente e esse ano não vai ser diferente, porque todo mundo vem. Embora venham em dias alternados, a esperança é que a gente vai vender bastante. Dá para tirar o lucro sim, até porque esse ano eu comprei menos. Acabei de chegar, mas estou sentindo que está mais ou menos igual ao movimento do ano passado, porque nos outros anos também é fraco na véspera. No dia que tem muito movimento”, disse Borges.
Gestão acredita que cerca de mil pessoas devem passar em cada um dos quatro cemitérios de Rio Branco neste domingo (1) — Foto: Reprodução/Rede Amazônica Acre
O coordenador geral dos cemitérios de Rio Branco, Dunga Meireles acredita que cerca de mil pessoas devem passar por cada um dos quatro cemitérios da capital neste domingo.
Segundo ele, o movimento já começou a ficar maior desde a sexta-feira (23), por conta das pessoas que vão fazer as reformas nos túmulos dos familiares.
“Estamos com essa movimentação mais intensa já há alguns dias, neste domingo os cemitérios estão com bastante gente. Mas a orientação continua a mesma, que as pessoas evitem aglomerações e busquem ir fazer as visitas em horários e dias alternados”, afirmou Meireles.
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.
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Gestão da Ufac realiza visita ao laboratório Charles Mérieux — Universidade Federal do Acre
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25 de setembro de 2026A Ufac realizou uma visita institucional ao Centro de Infectologia Charles Mérieux (CICM). A agenda reuniu a gestão superior da universidade, pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e representantes do centro para alinhar propostas de cooperação que permitam o desenvolvimento de pesquisas avançadas e projetos de inovação em saúde pública nas instalações do laboratório. O encontro ocorreu nessa quinta-feira, 24.
O coordenador de Gestão e Infraestrutura do CICM, George Dobré, apresentou as propostas operacionais para viabilizar o uso da infraestrutura laboratorial por equipes de pesquisadores e estudantes da Ufac. A iniciativa visa unificar o potencial de pesquisa acadêmica da universidade com a capacidade tecnológica e de vigilância do centro.
A reunião contou com a presença do reitor Josimar Ferreira; do pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Dionatas Meneguetti; do diretor de Pesquisa da Ufac, Thiago Augusto da Cunha; do diretor-geral da Fiocruz-RO, Jansen Medeiros; e dos pesquisadores da Fiocruz, Gabriel Melim e Deusilene Vieira, que também atua como coordenadora de Pesquisa, Vigilância e Educação do CICM.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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