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Cine Segall volta a exibir filmes depois de tempo fechado – 31/10/2024 – Cinema

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Bárbara Giovani

O Cine Segall retoma sua programação na próxima quinta-feira (7), após sete meses parado. O local pausou as atividades em abril para manutenção da sala e volta em novembro a exibir duas sessões diárias de filmes do circuito. A programação de retorno conta também com títulos franceses que participam do Festival Varilux 2024 e uma mostra temática que destaca o cinema alemão produzido por mulheres.

Localizado no Museu Lasar Segall, na Vila Mariana, região sul da capital, o cinema surgiu de uma parceria entre a instituição e a Cinemateca Brasileira. No convênio, o museu cedia espaço para armazenamento de filmes.

A partir de 1973, começou a realizar projeções de títulos durante a semana, no horário do almoço, que tinham como espectadores os funcionários de uma empresa vizinha. Quando passaram a exibir obras também aos finais de semana, conquistaram um público mais amplo.

Na época, eram os frequentadores que decidiam o que seria exibido. Depois, quando essa função se tornou parte de um departamento do museu, a programação se voltou para o cinema brasileiro e alternativo.

Na reforma deste ano, as mudanças no espaço não foram estruturais. A sala segue com 80 lugares, mas com mais qualidade e conforto. No período de manutenção, foram reparados o telhado da casa e o processador de som do cinema, além das poltronas e paredes terem passado por hidratação e pintura. O local conta com projetor DCP e áudio Dolby Surround.

Na semana de reabertura do espaço, a primeira sessão diária vai exibir o novo longa de Pedro Almodóvar, “O Quarto ao Lado”. Na segunda sessão do dia, o cinema apresenta os filmes que integram o Festival Varilux de Cinema Francês 2024, com títulos variados como “O Nascimento do Impressionismo”, “Madame Durocher” e “A Favorita do Rei”.

Vale lembrar que as sessões não acontecem às terças, dia em que o Museu Lasar Segall está fechado.

Aos fins de semana, além dos filmes do circuito, há uma sessão adicional no início da tarde dedicada a mostras temáticas. Neste sábado (9), já começa a primeira delas, chamada “Autorenkino, cinema de autorA” e feita em parceria com o Instituto Goethe. Ela vai até o dia 1º de dezembro.

Para destacar a força do cinema alemão liderado por mulheres, a seleção conta com filmes de Margarethe von Trotta, como “Os Anos de Chumbo” de 1981, que conquistou o Leão de Ouro no Festival de Veneza como melhor filme estrangeiro, e “Hannah Arendt“, de 2012.

Outras diretoras cujas obras serão apresentadas na mostra são Maren Ade, Maria Speth, Maria Schrader, Nora Fingscheidt e Eline Gehring.

Os ingressos mantêm o mesmo valor de R$ 25 para as sessões regulares —às segundas e quartas todos pagam meia. Para as mostras, exibidas aos finais de semana, a taxa de manutenção é de R$ 4.



Leia Mais: Folha

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.

O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.

 



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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

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Foto de capa [internet]

Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.

São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”

A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.

A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.

No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.

 



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