ACRE
Como foram dias finais de Antonio Cicero antes de suicídio – 20/12/2024 – Ilustríssima
PUBLICADO
1 ano atrásem
Claudio Leal
[RESUMO] Em 23 de outubro, Antonio Cicero morreu na Suíça após passar por procedimento de suicídio assistido. Dois dias antes, aparentando calma, trocou e-mails com amigos, que desconheciam seus planos, deixou mensagens aos mais íntimos que deveriam ser enviadas após sua morte, aprovou a capa de seu último livro e contou sua decisão à irmã, a cantora Marina Lima. No texto a seguir, repórter relata os meses finais do poeta, do diagnóstico de Alzheimer à última viagem a Paris com o marido, antes do desembarque final em Zurique.
Quinze meses depois do diagnóstico de Alzheimer, o poeta Antonio Cicero se hospedou em um hotel a 20 minutos de carro de Zurique e a quatro minutos a pé da Dignitas. A associação auxiliaria seu suicídio assistido. Na Suíça, em 21 de outubro, ele não dramatizava a finitude nas conversas com seu marido, o figurinista Marcelo Pies. À noite, um médico entrou em seu quarto, explicou o procedimento e perguntou se ele estava convicto da decisão. Sem recuo.
A visita médica se repetiu na noite seguinte. Cicero prosseguia calmo e alheio à própria morte, atento aos e-mails. Preocupado com o susto posterior dos correspondentes, Marcelo pediu que ele esquecesse as mensagens. Os amigos desconheciam seus planos. “Vou responder”, discordou o poeta.
Na tela, o compositor Orlando Morais lhe propunha um encontro. E sua editora na Companhia das Letras, a poeta Alice Sant’Anna, pedia a aprovação da capa do livro de ensaios “O Eterno Agora”, a ser lançado dali a dois meses.
No rascunho do e-mail, ele arquivara mensagens de despedida aos mais íntimos, acrescidas de dois anexos: uma apresentação de seu quadro clínico e uma defesa do suicídio assistido.
“Encontro-me na Suíça, prestes a praticar eutanásia. O que ocorre é que minha vida se tornou insuportável. Estou sofrendo de Alzheimer. Assim, não me lembro sequer de algumas coisas que ocorreram não apenas no passado remoto, mas mesmo de coisas que ocorreram ontem. Exceto os amigos mais íntimos, como vocês, não mais reconheço muitas pessoas que encontro na rua e com as quais já convivi. Não consigo mais escrever bons poemas nem bons ensaios de filosofia. Não consigo me concentrar nem mesmo para ler, que era a coisa de que eu mais gostava no mundo”, escreveu.
Marcelo se encarregou de enviar os e-mails depois do desenlace. No bilhete para o artista plástico Luciano Figueiredo, Cicero expressou afeto e um desejo: “Admiro imensamente a sua obra e lamento muito a estupidez da crítica que não a reconhece como uma das maiores do mundo contemporâneo. Creio, porém, que, dentro de não muito tempo, ela será certamente reconhecida”.
Aconselhado pelo marido, ele aceitou telefonar para sua irmã e parceira artística, a cantora Marina Lima, informada sem volteios sobre a iminência da morte assistida na organização suíça, escolhida por aceitar estrangeiros. Marina chorou na linha, mas apoiou o irmão, e deu-lhe adeus.
Cicero e Marcelo caminharam até uma pequena casa da Dignitas na manhã de 23 de outubro. Duas mulheres acolheram o poeta. Dado a escolher entre uma poltrona e uma cama, ele preferiu a segunda, e o encosto da cabeça foi erguido.
Para evitar mal-estar no estômago, Cicero tomou um pequeno copo de líquido transparente. Pouco depois, ingeriu o segundo, dessa vez com a substância letal e indutora do coma, igualmente límpida. Em 15 minutos, adormeceu. O encosto do leito foi descido. Mais 20 minutos, e Cicero estava morto, aos 79 anos. Marcelo segurava as suas mãos.
Antonio Cicero tinha 24 anos ao mudar-se para Londres, em 1969. Os estudos de filosofia no University College teriam menos impacto mental do que as visitas aos tropicalistas exilados no bairro de Chelsea. Caetano Veloso era casado com Dedé e Gilberto Gil com Sandra, suas primas baianas.
Cicero entregou a Dedé queijos franceses e uma carta de recomendação da avó, o passe para as conversas noturnas. O estudante especializado em filosofia analítica e lógica ingressou em sua primeira experiência contracultural, seduzido pela inteligência sem hierarquias de Caetano, homem de equivalentes paixões por temas eruditos e populares.
Em 1975, Marina Lima musicou seu poema “Alma Caiada” e o levou a uma segunda abertura de sensibilidade. Elevada a estrela da música popular, a irmã deu uma dimensão pop ao professor de filosofia. O álbum “Fullgás”, de 1984, ampliou o alcance de suas ideias na imprensa e instaurou a complexidade da figura de intelectual tripartido. Poeta, letrista e ensaísta.
Aos 49 anos, Cicero estreou em livro com o ensaio “O Mundo Desde o Fim” (1995), densa reflexão sobre a modernidade, e só então passou aos volumes de poemas “Guardar” (1996), “A Cidade e os Livros” (2002) e “Porventura” (2012). Por insistência de Marcelo, incluiu algumas canções em “Guardar”, mas insistiu em arguir as diferenças entre letras e poemas.
A influência intelectual de Cicero se expandiu ao longo de três décadas. “Ele começou a falar que as vanguardas acabaram porque cumpriram a sua função”, lembrou Adriana Calcanhotto, sua parceira na canção “Inverno”. “Naquela época, no final dos anos 1990, ele tinha essas ideias originais: o que a gente pode fazer hoje, tanto faz a forma, é uma conquista das vanguardas. Então, as vanguardas conseguiram o que pretendiam e, por isso, não precisam mais existir. Naquela hora isso era um susto. O pensamento dele sempre foi muito avançado.”
“Cicero era a versão oposta do Waly Salomão. Por isso que eles andavam colados, sempre discutindo. Cicero queria uma forma dada. E não importava que não fosse fixa. A melodia dava a forma. Ele vinha com a letra e mostrava muitas vezes cantando a melodia em cima. Ele cantava a melodia exata, com os acentos, a prosódia. Fazia mapas para trabalhar isso. Numa época, falou que ia aprender a ler música. Pra ele, era como aprender grego, russo, latim ou alemão”, ela disse.
O poeta Régis Bonvicino considera-o “uma das poucas figuras ímpares dessas últimas décadas” na cultura brasileira. “Embora chegasse a distinguir, Antonio Cicero não distinguia na prática entre poema para a página e a letra de canção. Portanto, não acho que tenha sido um poeta de apenas três livros. Aliás, para mim, seu trabalho de maior efeito foi o realizado em parceria com Marina Lima nos anos 1980, especialmente no álbum ‘Fullgás’.”
“O conjunto da obra poética de Cicero vivia esse e desse embate entre o informal e o mais formal. As letras eram muitas vezes colagens fragmentárias, e os poemas eram feitos com frases subordinadas. Cicero, um homem erudito, sofreu o impacto da brilhante geração dos anos 1960, que deu outro status às letras de música. Difícil para a geração dele não admirar Caetano Veloso e Chico Buarque. Mas, ao mesmo tempo, ‘ou quem sabe, Yeats numa tarde/ feito esta, tão vadia, / possa a leitura de tua/ poesia, pura Musa,/ inspirar minha arte’”, citou Bonvicino, referindo-se ao poema “Auden e Yeats”, de Cicero.
As musas da grande poesia não impediram sua retração na escrita. Passada a pandemia, em março de 2022, ao jantarmos com Luciano Figueiredo na churrascaria Majórica, no Flamengo, Cicero transmitiu inquietude. “Faz três anos que não consigo escrever nenhum poema. ‘Brasileiro Profundo’ foi o último.”
Na mesa, abastecido por chopes, recitou a cria mais recente, musicada por Arthur Nogueira: “Um brasileiro profundo é o que sou/ Tenho em mim todas as raças e nenhuma/ Tenho em mim todos os sexos e nenhum/ Tenho em mim todos os deuses e nenhum”. “Uma síntese do que sou”, acrescentou.
Outra vez, lamentou o bloqueio criativo. “Em parte, atribuo a minha depressão à decadência cultural do Rio. Prometi um livro de filosofia à minha editora, mas até agora não consegui escrever nada. Não sei por quê. Eu vejo também uma crise da filosofia. Continuo a acompanhar os debates filosóficos, os novos livros, e sinto que não houve nada de novo nos últimos anos. Wittgenstein e Heidegger foram os últimos filósofos que me estimularam. E não houve grandes contribuições depois do que surgiu no pós-guerra, com Sartre e o existencialismo.”
Seus gestos discretos enfatizavam a elegância verbal. Naquela semana, Figueiredo restaurara seu trabalho “Gaiologia D’Antonio Cicero”, de 1983. O retrato poético-visual reúne frases escolhidas por Cicero, tais como “bobagens meu filho bobagens”; “as coisas choram”; “nascido para ver, disposto a olhar”; “a morte vem do azul”; e “maybe sunday, maybe monday, maybe not”.
Dois perfis foram pintados a partir de fotos polaroides feitas por Jorge Salomão. Outro elemento da obra de Figueiredo é a capa do livro “Mirskontsa” (1912), da artista russa Natalia Goncharova (em inglês, “Worldbackwards”). Cicero sugeriu que a tradução do russo para o português fosse “O Mundo Desde o Fim”. Só depois julgaria que “O Mundo de Trás para a Frente” era mais adequado.
Caetano viu o título no quadro pendurado na parede do poeta e decidiu citá-lo na canção “Os Outros Românticos”, de 1989: “Anjos sobre Berlim/ ‘O Mundo Desde o Fim’”. O livro com o mesmo nome surgiria seis anos depois, excitando as ideias políticas de Caetano nos anos 1990. No diálogo com o compositor, a ideia de uma morte lúcida era especulada. “Se eu não tiver condições de ter uma vida plena, prefiro não viver”, ele repetia desde a juventude.
Na virada de 2022 para 2023, as falhas de memória e os longos silêncios de Cicero seriam recorrentes. Em março, num restaurante do Leblon, após um show de José Miguel Wisnik, recobrou o ânimo ao falar de caminhadas em Paris, sobretudo nos redutos das vanguardas das décadas de 1920 e 1930. Nessa altura da conversa, Caetano regressou à mesa. Cicero disse com bom-humor ao amigo pouco eletrizado pela mística parisiense: “Você foi ao banheiro na hora certa. Eu estava aqui falando de Paris. Mas, não se preocupe. Já acabei”.
Incentivado por Arthur Nogueira, Mariano Marovatto e Omar Salomão, Cicero propôs a edição de sua poesia reunida à Companhia das Letras, no início de 2023. Mais à frente, manifestou o desejo de antecipar uma seleta de ensaios e escolheu os textos para os ciclos de conferências do professor Adauto Novaes. Alice Sant’Anna pinçou o título “O Eterno Agora” no ensaio “A Sedução Relativa”.
A poesia completa de Cicero, incorporando uma dezena de letras, vai sair no meio de 2025. “Autorretrato”, um dos cinco inéditos, foi encontrado por Marcelo em uma cópia impressa:
Ontem perdi uma carteira
sem dinheiro.
Tinha só um documento
estrangeiro
e em certo compartimento
separado
meu retrato carimbado
de estudante:
passageiro equivocado
de um momento passageiro,
já distante
e agora sempre passado.
Continuo a ser errante,
mas mais lento
sem o olhar do menino,
sem destino.
Ele reiterava o desejo de ser mais reconhecido como ensaísta de filosofia. Apesar das tentativas, a ideia de um ensaio extenso empacou nos esboços. “Na pandemia, Cicero quis escrever, mas repetia que o mundo estava mal. A conclusão era pessimista, como se não tivesse mais nada original em filosofia”, contou Marcelo, em nosso encontro no Rio.
Em julho de 2023, o geriatra do escritor diagnosticou a doença de Alzheimer. Cicero manifestou o desejo de fazer “eutanásia” (usava este termo) na Dignitas, uma sociedade sem fins lucrativos defensora do direito de morrer em caso de adoecimento grave ou terminal, sob o amparo da legislação suíça.
Criada em 1998, ela se dedica ainda à prevenção de tentativas de suicídio. Mesmo antes do Alzheimer e de qualquer internação, Cicero se posicionava a favor da eutanásia e cogitava o suicídio assistido se sua saúde declinasse.
O poeta não tardou a enviar para a Dignitas os resultados dos exames solicitados. De início, pagou 4.000 euros (cerca de R$ 26 mil) para iniciar as análises médicas, cuidando um a um de todos os pedidos, à exceção da tradução juramentada, contratada pelo marido. Os médicos em Zurique pediram novos exames cerebrais. Em algumas noites, Cicero lastimava a demora: “Queria que fosse hoje”.
“Ele não perdeu a lucidez até o final. Temia a virada de uma chave e a perda da lucidez. Por isso tinha pressa”, disse Marcelo.
Em abril de 2024, o poeta soube que seus documentos eram válidos e declarou que gostaria de viajar para a Suíça em agosto. Envolvido com o figurino da série “Ângela Diniz: O Crime da Praia dos Ossos”, o marido sugeriu o mês de outubro. Cicero ficou contrariado, mas aceitou. Segundo o acordo, ele seria cremado e suas cinzas espargidas em Zurique.
Marcelo foi o pilar amoroso de Cicero desde 1984, com solidez psicológica suficiente para ampará-lo durante o processo. “O último capítulo do Cicero se dá na medida em que ele tem Marcelo, meu melhor amigo, pra estar junto com ele”, me disse Adriana Calcanhotto.
Em sua preparação para a perda, Marcelo viu sozinho o documentário “Terry Pratchett: Choosing to Die” (2011), de Charlie Russell, que acompanhou um caso de morte assistida na Dignitas. “Não foi uma surpresa por causa desse filme”, contou Marcelo.
Cicero evitou despedidas, gravou seus poemas em estúdio e manteve as três saídas semanais para o Bar Lagoa ou a Majórica, sem faltar às sessões na Academia Brasileira de Letras (ABL), onde o então ocupante da cadeira 27 leu seus poemas em julho.
“O que eu penso desse país ou o que penso que devia ser o mundo, em certo sentido, se encontra na minha poesia. É melhor do que eu fazer uma definição conceitual, que seria impossível”, ele respondeu ao romancista Antonio Torres, que elogiou seu verso “você me abre seus braços/ e a gente faz um país”.
Em casa, como fazia há muitos anos, dedicava meia hora diária ao estudo de dicionários de alemão e grego arcaico. Num chope com Khalid Salomão, filho de seu amigo Waly, gargalhou ao ser desafiado a traduzir frases definidas pelo ChatGPT nessas línguas. Em 6 de outubro, em seu aniversário, reuniu poucos amigos no restaurante D’Amici, no Leme. Transpareceu mais alegria.
Perto da viagem, Cicero depositou o segundo pagamento (7.000 mil euros, quase R$ 45,5 mil) para a Dignitas, que exigiu um exame de lucidez 15 dias antes de sua chegada a Zurique. Por insistência de Marcelo, em vez de irem direto para a Suíça, passaram três dias em Paris. Foi a única despedida organizada.
Em 19 de outubro, o casal deixou as malas no Hotel des Deux Continents, na rue Jacob, em Saint-Germain-des-Prés, e caminhou até o restaurante L’Atelier, do chef Joël Robuchon. No boulevard Saint-Germain, Marcelo olhou para Cicero e percebeu uma transfiguração. Ele sorria enquanto contemplava a cidade.
Na curta estadia, foram aos restaurantes La Coupole e Georges, este no alto do Centro Georges Pompidou, onde viram um pedaço da exposição “Surrealismo”, comemorativa do centenário do movimento. “Estou cansado, vamos voltar”, pediu Cicero, na sala superlotada.
O roteiro abrangeu uma visita à Sainte-Chapelle, na Île de la Cité, preservando o ritual de todas as viagens à França. A capela gótica era uma paixão do pai do poeta. Do Gênesis a uma rosácea do apocalipse, as 1.113 cenas dos vitrais remontam a passagens bíblicas. O tempo cinzento de Paris não impediu a incidência de luz nos vitrais, e a profusão de azul e vermelho se repetiu.
Relacionado
VOCÊ PODE GOSTAR
ACRE
Nota da Andifes sobre os cortes no orçamento aprovado pelo Congresso Nacional para as Universidades Federais — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
2 semanas atrásem
23 de dezembro de 2025Notícias
publicado:
23/12/2025 07h31,
última modificação:
23/12/2025 07h32
Confira a nota na integra no link: Nota Andifes
Relacionado
ACRE
Ufac entrega equipamentos ao Centro de Referência Paralímpico — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
2 semanas atrásem
18 de dezembro de 2025A Ufac, a Associação Paradesportiva Acreana (APA) e a Secretaria Extraordinária de Esporte e Lazer realizaram, nessa quarta-feira, 17, a entrega dos equipamentos de halterofilismo e musculação no Centro de Referência Paralímpico, localizado no bloco de Educação Física, campus-sede. A iniciativa fortalece as ações voltadas ao esporte paraolímpico e amplia as condições de treinamento e preparação dos atletas atendidos pelo centro, contribuindo para o desenvolvimento esportivo e a inclusão de pessoas com deficiência.
Os equipamentos foram adquiridos por meio de emenda parlamentar do deputado estadual Eduardo Ribeiro (PSD), em parceria com o Comitê Paralímpico Brasileiro, com o objetivo de fortalecer a preparação esportiva e garantir melhores condições de treino aos atletas do Centro de Referência Paralímpico da Ufac.
Durante a solenidade, a reitora da Ufac, Guida Aquino, destacou a importância da atuação conjunta entre as instituições. “Sozinho não fazemos nada, mas juntos somos mais fortes. É por isso que esse centro está dando certo.”
A presidente da APA, Rakel Thompson Abud, relembrou a trajetória de construção do projeto. “Estamos dentro da Ufac realizando esse trabalho há muitos anos e hoje vemos esse resultado, que é o Centro de Referência Paralímpico.”
O coordenador do centro e do curso de Educação Física, Jader Bezerra, ressaltou o compromisso das instituições envolvidas. “Este momento é de agradecimento. Tudo o que fizemos é em prol dessa comunidade. Agradeço a todas as instituições envolvidas e reforço que estaremos sempre aqui para receber os atletas com a melhor estrutura possível.”

O atleta paralímpico Mazinho Silva, representando os demais atletas, agradeceu o apoio recebido. “Hoje é um momento de gratidão a todos os envolvidos. Precisamos avançar cada vez mais e somos muito gratos por tudo o que está sendo feito.”
A vice-governadora do Estado do Acre, Mailza Assis da Silva, também destacou o trabalho desenvolvido no centro e o talento dos atletas. “Estou reconhecendo o excelente trabalho de toda a equipe, mas, acima de tudo, o talento de cada um de nossos atletas.”
Já o assessor do deputado estadual Eduardo Ribeiro, Jeferson Barroso, enfatizou a finalidade social da emenda. “O deputado Eduardo fica muito feliz em ver que o recurso está sendo bem gerenciado, garantindo direitos, igualdade e representatividade.”
Também compuseram o dispositivo de honra a pró-reitora de Inovação, Almecina Balbino, e um dos coordenadores do Centro de Referência Paralímpico, Antônio Clodoaldo Melo de Castro.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
Relacionado
ACRE
Orquestra de Câmara da Ufac apresenta-se no campus-sede — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
2 semanas atrásem
18 de dezembro de 2025A Orquestra de Câmara da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 17, uma apresentação musical no auditório do E-Amazônia, no campus-sede. Sob a coordenação e regência do professor Romualdo Medeiros, o concerto integrou a programação cultural da instituição e evidenciou a importância da música instrumental na formação artística, cultural e acadêmica da comunidade universitária.
A reitora Guida Aquino ressaltou a relevância da iniciativa. “Fico encantada. A cultura e a arte são fundamentais para a nossa universidade.” Durante o evento, o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes, destacou o papel social da arte. “Sem arte, sem cultura e sem música, a sociedade sofre mais. A arte, a cultura e a música são direitos humanos.”
Também compôs o dispositivo de honra a professora Lya Januária Vasconcelos.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
Warning: Undefined variable $user_ID in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/comments.php on line 48
You must be logged in to post a comment Login