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Condenado a 32 anos de prisão por executar cadeirante com tiro na cabeça é preso em Rio Branco
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4 anos atrásem
Mais um envolvido na morte do cadeirante João Menezes da Silva, de 58 anos foi preso na manhã desta segunda-feira (9) em casa no Recanto dos Buritis, em Rio Branco. Ele foi condenado a 32 anos de prisão, de acordo com informações da Polícia Civil.
A prisão foi feita pela Delegacia de Combate a Roubos e Extorsões (Dcore) em cumprimento ao mandado de prisão de sentença de Andson Souza Silva, 29 anos, condenado a 32 anos de prisão pelo crime de latrocínio.
“Esse crime ocorreu em outubro de 2020 e assim que ocorreu, a Polícia Civil já atenta começou as investigações e foram identificados esse autor que foi preso hoje e foram condenados outros quatro. Esse foi condenado a 32 anos de prisão. Ele foi quem realmente executou o cadeirante, que na ocasião foi amarrado e morto covardemente”, disse o Leonardo Santa Bárbara.
Oito meses após o crime, seis pessoas chegaram a ser presas pela morte do cadeirante e, de acordo com o delegado, pelo menos cinco já foram condenados.
“Também foram condenados outros três que tiveram participação de levar o carro e foi condenado cada um a 26 anos de cadeia e foi condenado ainda um quinto elemento, a 34 anos de prisão que estava na Bolívia esperando do carro. Com isso, os ‘dcorianos’ incansáveis, assim que saiu essa condenação, em diligência, fizeram a prisão, os outros salvo engano estão presos. A Polícia Civil, a Decore está atenta à criminalidade para que estes indivíduos sejam retirados de circulação”, acrescentou.
O preso foi conduzido à Delegacia de Flagrantes (Defla) e em seguida colocado à disposição da justiça.
Crime
Na época do crime, a Polícia Militar informou que a vítima teve a casa arrombada. O homem foi encontrado com as mãos amarradas para trás e com um ferimento na cabeça.
Quando foi encontrada, a vítima apresentava sangramento na cabeça. O Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciosp) informou que vizinhos teriam acionado a polícia.
Ainda segundo as informações, os criminosos decidiram matar o servidor público para que o crime não fosse descoberto.
Colaborou Ágatha Lima, da Rede Amazônica Acre
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Artigo aborda previsão de incêndios florestais na Mata Atlântica — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
30 de abril de 2026O professor Rafael Coll Delgado, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza, da Ufac, participou como coautor do artigo “Interações Clima-Vegetação-Solo na Predição do Risco de Incêndios Florestais: Evidências de Duas Unidades de Conservação da Mata Atlântica, Brasil”, o qual foi publicado, em inglês, na revista “Forests” (vol. 15, n.º 5), cuja dição temática foi voltada aos desafios contemporâneos dos incêndios florestais no contexto das mudanças climáticas.
O estudo também contou com a parceria das Universidades Federais de Viçosa (UFV) e Rural do Rio de Janeiro e foi desenvolvido no âmbito do Centro Integrado de Meteorologia Agrícola e Florestal, da Ufac, como resultado da dissertação da pesquisadora e geógrafa Ana Luisa Ribeiro de Faria, da UFV.
A pesquisa analisa a interação entre clima, solo e vegetação em unidades de conservação da Mata Atlântica, propondo dois novos modelos de índice de incêndio e avaliando sua capacidade preditiva sob diferentes cenários do fenômeno El Niño-Oscilação do Sul. Para tanto, foram integrados dados climáticos diários (2001-2023), índices de vegetação e seca, registros de focos de incêndio e estimativas de umidade do solo, permitindo uma análise dos fatores que influenciam a ocorrência de incêndios.
“O trabalho é fruto de cooperação entre três universidade públicas brasileiras, reforçando o papel estratégico dessas instituições na produção científica e no desenvolvimento de soluções aplicadas à gestão ambiental”, destacou Rafael Coll Delgado.
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Herbário do PZ recebe acervo de algas da Dr.ª Rosélia Marques Lopes — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
23 de abril de 2026O Herbário do Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac realizou cerimônia para formalizar o recebimento da coleção ficológica da Dr.ª Rosélia Marques Lopes, que consiste em 701 lotes de amostras de algas preservadas em meio líquido. O acervo é fruto de um trabalho de coleta iniciado em 1981, cobrindo ecossistemas de águas paradas (lênticos) e correntes (lóticos) da região. O evento ocorreu em 9 de abril, no PZ, campus-sede.
A doação da coleção, que representa um mapeamento pioneiro da flora aquática do Acre, foi um acordo entre a ex-curadora do Herbário, professora Almecina Balbino, e Rosélia, visando deixar o legado de estudos da biodiversidade em solo acreano. Os dados da coleção estão sendo informatizados e em breve estarão disponíveis para consulta na plataforma do Jardim Botânico, sistema Jabot e na Rede Nacional de Herbários.
Professora titular aposentada da Ufac, Rosélia se tornou referência no Estado em limnologia e taxonomia de fitoplâncton. Ela possui graduação pela Ufac em 1980, mestrado e doutorado pela Universidade de São Paulo.
Também estiveram presentes na solenidade a curadora do Herbário, Júlia Gomes da Silva; o diretor do PZ, Harley Araújo da Silva; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima de Souza; e o ex-curador Evandro José Linhares Ferreira.
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VÍDEO: Veja o que disse Ministra em julgamento do ex-governador Gladson Cameli
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2 semanas atrásem
16 de abril de 2026No julgamento desta quarta-feira, dia 15/04/2026, a Corte Especial do STJ, por unanimidade, determinou o imediato desentranhamento dos Relatórios de Inteligência Financeira de n°s 50157.2.8600.10853, 50285.2.8600.10853 e 50613.2.8600.10853, a fim de que fosse viabilizada a continuidade do julgamento de mérito da ação penal. A própria Ministra Relatora Nancy Andrighi foi quem suscitou referida questão de ordem, visando regularizar e atualizar o processo.
O jornalista Luis Carlos Moreira Jorge descreveu o contexto com as seguintes palavras:
SITUAÇÃO REAL
Para situar o que está havendo no STJ: o STF não determinou nulidade, suspensão de julgamento e retirada de pauta do processo do governador Gladson. O STF apenas pediu para desentranhar provas que foram consideradas ilegais pela segunda turma da Corte maior. E que não foram usadas nem na denúncia da PGR. O Gladson não foi julgado ontem em razão da extensão da pauta do STJ. O julgamento acontecerá no dia 6 de maio na Corte Especial do STJ, onde pode ser absolvido ou condenado. Este é o quadro real.
A posição descrita acima reflete corretamente o quadro jurídico do momento.
Veja o vídeo: