Anistia
“Bolsonaro consegue apoio de partidos para anistia, e governo Lula entra em alerta” (Mônica Bergamo, 12/3). Se o Congresso, como vem dando sinais, aprovar a anistia aos criminosos do 8/1, estaremos abrindo as portas para uma nova tentativa de golpe.
Marcos Barbosa (Casa Branca, SP)
Se não houver manifestações contra o Congresso, essa proposta de anistiar os baderneiros pode avançar, sem dúvida. É preciso ir às ruas. Hoje em dia só a extrema direita, com o apoio de evangélicos e agroempresários, se mobiliza. Atualmente o povo só se agrupa para deleite próprio, em shows e outras festas tradicionais. E a política, tão necessária, fica em segundo plano.
Hidineia Hipolito (Morro Agudo, SP)
Tem muito mais gente com culpa no cartório do que imaginávamos.
Valter Iwai (Brasília, DF)
Misoginia
“Machismo não tem ideologia” (Dora Kramer, 13/3). Me pareceu que foi uma resposta ao comentário de Bolsonaro que “toda a mulher petista é feia, incomível”. Mas entrar nessa é uma furada. Estes homens mostram sua inadequação com os tempos em que vivemos… Sempre classificando mulheres segundo critérios estéticos. Novas lideranças são indispensáveis!
Adriana Justi Monti (São Paulo, SP)
Concordo contigo, Dora Kramer. Machismo não tem partido. O que falta aos nossos políticos é perceberem que política não é sinônimo de baixaria. Falta aprender o vocabulário próprio do posto que ocupam e exercerem com decência a incumbência designada pelo povo.
Mari Tavares (Vitória, ES)
Existe uma diferença grande entre alguém que reproduz falas machistas porque faz parte de uma cultura estruturalmente machista (mas que implementa políticas pró-mulheres) e alguém que tem um discurso e uma postura abertamente misógina, deslegitimando pautas de igualdade de gênero, violência doméstica e desigualdade salarial, como a Dora sabe que o Bolsonaro fez.
Tatiana de Toledo Lopes (Jundiaí, SP)
Atitudes
“Coisas que irritam Donald Trump é a base do novo governo dos americanos” (Flávia Boggio, 12/3). A colunista, com inteligência e humor, descreve as incongruências de Donald Trump e suas peripécias nesse novo mandato. Questões importantes como educação e meio ambiente são tratadas com descaso e a bel-prazer de suas esdrúxulas preferências. É triste ver uma potência como os EUA nas mãos dessa figura, pondo em risco todo o planeta!
Marcos Fortunato de Barros (Americana, SP)
Insegurança
“É assustador o que está acontecendo em Pinheiros, diz dona de padaria assaltada no bairro” (Cotidiano, 13/3). Eu não moro em Pinheiros, mas isso pouco importa, pois eu desejo uma cidade mais segura, e não apenas um bairro. Até porque Pinheiros é um bairro misto (residencial e comercial), razão pela qual cidadãos de diversas outras localidades da cidade transitam por ali. No entanto, vejo o setor da segurança pública bem capenga, onde está sobrando reatividade e faltando inteligência na prevenção.
Robson Freire (São Paulo, SP)
Mudanças no IR
“Programa do Imposto de Renda deixará de existir e dará lugar a aplicativo; entenda as mudanças” (Mercado, 12/3). Olhem, como contador, acho isso um absurdo! Partem do pressuposto de que todos têm inteligência e capacidade de fazer suas próprias declarações. Isso vai virar um “balaio de gato” e o objetivo não será alcançado.
Carlos Magno Borges (Juiz de Fora, MG)
Investimento
“Presidente da TV Cultura diz que não buscará reeleição em reunião em que secretária o chamou de mentiroso” (Painel, 12/3). A TV Cultura não é só um patrimônio paulista, mas nacional. Querer fazer dela uma TV comercial demonstra desconhecimento e desprezo pela cultura. Aliás, essa ideologia que predomina nesses políticos mostra o quanto são toscos.
Cristina Reggiani (São Paulo, SP)
A TV Cultura levou décadas formando público para programação qualificada e em tão pouco tempo estão destruindo o maior patrimônio da TV aberta brasileira.
Raquel Luccat (São Paulo, SP)
Colunas e Blogs
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Qualidade do descanso
“Horas de sono e cognição” (Drauzio Varella, 13/3). Dormir é tão importante como se hidratar e se alimentar.
Marina Gutierrez (Sertãozinho, SP)
Querem saber? Viver com insônia noite após noite também faz muito mal. Melhor um benzodiazepínico que traga algum descanso do que nenhum, mesmo sabendo das reações adversas.
Vania Garcia Rodrigues (Campinas, SP)
Hoje em dia me parece que tudo que fazemos está relacionado com a demência, desde o que se come, bebe, o quanto dorme, os remédios que tomamos, atividades físicas etc. Não sei se um pouco não é exagero, mas não está fácil o caminho para se manter lúcido.
Gregorio Amarante (Araucária, PR)

